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Comemoração da Independência do Brasil em Rio Branco reúne multidão após dois anos sem evento
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4 anos atrásem
O tradicional desfile de 7 de Setembro, em homenagem aos 200 da Independência do Brasil, voltou nesta quarta-feira em Rio Branco e levou uma multidão ao Centro da capital acreana depois de dois anos suspenso por causa da pandemia da Covid-19.
O público está mobilizado ao longo da Avenida Getúlio Vargas para acompanhar o cortejo cívico-militar, que conta com tropas das Forças Armadas, policiais, bombeiros, a banda de música do Exército, escoteiros, escolas e entidades da sociedade civil. O evento iniciou por volta das 7h30.
Alunos dos três colégios militares participam do desfile, em um total de 1,9 mil estudantes. Bombeiros são 130, policiais militares 300 e homens do Exército do 4º BIS e 7º BEC somam 300.
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Alunos de escolas militares durante desfile de 7 de Setembro em Rio Branco — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica
A empresária Dirla Paula de Souza estava ansiosa para a retomada do evento e levou as duas filhas para acompanhar o desfile.
“Acho de extrema importância o evento, inclusive não tinha há dois anos e eu, particularmente, estava com uma saudade absurda porque acho uma data muito especial, muito importante para os brasileiros. Veio eu e minhas duas filhas, todo anos gente cria uma expectativa, eu dei uma olhada na programação antes e vi que ia ter muita coisa e acho muito bonito mesmo, até no sol e em pé vale a pena vir ver”, disse Dirla.
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Governador do Acre, prefeito de Rio Branco e outras autoridades acompanham desfile de 7 de Setembro — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica
Programação:
- 7h30 – Revista às tropas;
- 8h – Início do desfile, na Avenida Getúlio Vargas, em frente à Biblioteca Pública Estadual.
1. Desfile de força (1º bloco):
- Banda de Música do Exército 4º BIS – desfila e entra no recuo;
- 4º bis;
- 7º BEC;
- Viaturas do Exército 7º BEC;
- Destacamento de Controle do Espaço Aéreo RBR (aeronáutica);
- Viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF);
- Banda de Música do Exercito do 4º BIS – sai do recuo e desfila.
2. Instituições / estaduais e sociais (2º bloco)
- Saúde;
- Projeto fuças terapeutas;
- Amigos solidários;
- Demolay;
- Filhas de Jó.
3. Grupamentos mirins (3º bloco):
- Banda de Música Mirim da Polícia Militar – desfila e entra no recuo;
- Escoteiros;
- Clube de Aventureiros;
- Desbravadores;
- Banda de Música Mirim Polícia Militar – sai do recuo e desfila.
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Alunos de escola militar durante desfile do Bicentenário da Independência em Rio Branco — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica
4. Colégios militares (4º bloco):
- Banda de Música do Colégio Militar Tiradentes da Polícia Militar – desfila e entra no recuo;
- Colégio Militar Tiradentes (PM);
- Colégio Cívico-Militar Wilson Barbosa (CBMAC);
- Colégio Militar Dom Pedro II (CBMAC);
- Banda de Música Mirim da Polícia Militar – sai do recuo e desfila.
5. Forças estaduais (5º bloco):
- Banda de Música da Polícia Militar – desfila e entra no recuo;
- Polícia militar (PM);
- Veteranos da Polícia Militar (PM) a frente o fusca da PM;
- Corpo de Bombeiros Militar (CBMAC);
- Polícia Civil (PC-AC).
6. Comboio de Viaturas estaduais (6º bloco):
- Banda de Música da Polícia Militar – continua no recuo;
- Polícia Militar (PM);
- Corpo de Bombeiros militar (CBMAC);
- Polícia Civil (PCAC);
- Viaturas da Ciftran;
- Samu (ambulâncias);
- Gefron – desfile de viaturas (Sejusp);
- Ciopaer (Sejusp) Helicóptero;
- Banda de Música da Polícia Militar – sai do recuo e encerra o desfile.
7. Veículos Civis (7º bloco):
- Fuscas;
- Veículos antigos (variados);
- Motocicletas (motoclube).
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Comemoração da Independência do Brasil em Rio Branco reúne multidão após dois anos sem evento — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica
Ruas interditadas
Para facilitar o acesso dos participantes do desfile, a RBTrans interditou a Avenida Getúlio Vargas, Rua Marechal Deodoro, Avenida Brasil, Rua Rui Barbosa, Avenida Epaminondas Jácome e Rua Floriano Peixoto.
A concentração começou na Avenida Getúlio Vargas próximo ao pronto socorro. A interdição na Avenida Getúlio Vargas segue até o Novo Mercado Velho.
O planejamento da RBTrans foi montado da seguinte forma:
- Desembarque de civis será pela Rua Floriano Peixoto;
- Desembarque dos alunos das escolas militares pelo Parque da Maternidade entre a Av. Getúlio Vargas e a Rua Marechal Deodoro;
- Embarque dos alunos militares e demais civis permanece na R. Marechal Deodoro;
- Veículos que transportarão os Militares do Exército ficarão posicionados na Rua Floriano Peixoto da entrada da Rua Rui Barbosa até a Av. Brasil;
- Chegada do governador e do Comandante do Exército ao evento pela R. Floriano Peixoto, entrar na Epaminondas Jácome e acessar a Av. Getúlio Vargas pela contramão até desembarcar no cruzamento com a Av. Brasil;
- Viaturas da PRF ficarão posicionadas na Av. Ceará próximo ao cruzamento com a Av. Getúlio Vargas;
- Veículos antigos e motos se posicionarão na Rua Rio Grande do Sul após os blocos civis;
- Revista às tropas – ida e volta pela Av. Getúlio Vargas;
- Viaturas Militares que irão participar do desfile ficarão posicionadas no Parque da Maternidade entre a Rua José de Melo e Rua João Donato;
- Acesso pela Av. Brasil no cruzamento com a R. Marechal Deodoro somente para os Policiais Militares que irão estacionar no quartel.
Os ônibus do transporte coletivo estão fazendo o desvio pela Avenida Nações Unidas, Rua Quintino Bocaiúva e Avenida Ceará, conforme o planejamento divulgado.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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