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como estão os atores hoje

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A novela Coração de Estudante, exibida originalmente em 2002, continua sendo lembrada como um marco na teledramaturgia brasileira. Com uma trama envolvente, que abordava temas como o meio ambiente, conflitos familiares, e a vida universitária, a produção conquistou um público fiel e até hoje gera curiosidade sobre o destino de seus atores. Recentemente, a novela voltou ao foco com sua disponibilização em plataformas de streaming, o que reacendeu o interesse no elenco e no que eles fizeram após o fim da produção. A seguir, veja como estão hoje os principais nomes de Coração de Estudante.

Fábio Assunção – Edu

Na novela, Fábio Assunção interpretava Edu, o protagonista que se muda para uma pequena cidade para lecionar biologia. Seu personagem se envolve em um triângulo amoroso com Amelinha e Clara, gerando grandes emoções na trama. Desde então, Fábio se manteve como um dos principais nomes da teledramaturgia brasileira, com uma carreira sólida na Rede Globo. Ele participou de diversas novelas de sucesso, como Totalmente Demais e Onde Nascem os Fortes. Nos últimos anos, o ator se tornou símbolo de superação pessoal após compartilhar sua luta contra o vício, o que gerou grande apoio e admiração do público.

Fábio Assunção – Foto: Reprodução/globoplay/Instagram

Adriana Esteves – Amelinha

Adriana Esteves, que deu vida à icônica Amelinha, uma das vilãs mais memoráveis da novela, seguiu uma carreira brilhante na televisão. Após Coração de Estudante, ela consolidou sua imagem como uma das maiores atrizes brasileiras. Seu papel mais marcante veio em Avenida Brasil, onde interpretou a vilã Carminha, uma personagem inesquecível. Desde então, Adriana estrelou diversas novelas e séries, como Babilônia e Amor de Mãe, sempre com atuações elogiadas.

Adriana Esteves
Adriana Esteves – Foto: Reprodução/globoplay

Helena Ranaldi – Clara

Helena Ranaldi interpretava Clara, o outro vértice do triângulo amoroso que dominava a trama de Coração de Estudante. Clara era uma advogada forte e independente que lutava pelo amor de Edu. Após a novela, Helena se manteve ativa na televisão, com papéis em novelas como Páginas da Vida e Em Família. Nos últimos anos, porém, a atriz se afastou das novelas e passou a se dedicar ao teatro, onde estrelou diversas peças.

Helena Ranaldi
Helena Ranaldi – Foto: Reprodução TV Globo/Instagram

Caio Blat – Matheus

Na trama, Caio Blat dava vida a Matheus, um jovem com um humor ácido e crítico, que invejava os estudantes universitários por não ter passado no vestibular. Caio seguiu uma carreira brilhante após a novela, consolidando-se como um dos atores mais talentosos de sua geração. Ele participou de diversas produções de destaque, como Império e Mar do Sertão, e também se destacou no cinema nacional.

Caio Blat
Caio Blat – Foto: Reprodução/globoplay/Instagram

Alinne Moraes – Rosana

Rosana, interpretada por Alinne Moraes, era a líder de uma das repúblicas universitárias da novela. Coração de Estudante foi o início da carreira de Alinne na TV, e desde então, ela se tornou uma das atrizes mais reconhecidas do país. Seu papel em Um Lugar ao Sol, em 2021, foi amplamente elogiado, e ela segue sendo uma presença constante nas produções globais.

Alinne Moraes
Alinne Moraes – Foto: Reprodução/TV Globo/Instagram

Vladimir Brichta – Nélio

Vladimir Brichta, que interpretava Nélio, seguiu uma trajetória de sucesso após a novela. Ele participou de inúmeras novelas e séries, sempre mostrando versatilidade em seus papéis. Entre os trabalhos mais recentes, destacou-se em Quanto Mais Vida, Melhor!, exibida entre 2021 e 2022, na Rede Globo.

Vladimir Brichta
Vladimir Brichta – Foto: Reprodução/TV Globo

Paulo Vilhena – Fábio

Na trama, Paulo Vilhena vivia o jovem Fábio, que enfrentava os desafios de viver em uma república universitária. Após a novela, Paulo se destacou em diversas produções, como Celebridade e O Sétimo Guardião. Nos últimos anos, ele também se aventurou em outros projetos, como a participação no reality show No Limite em 2023.

Paulo Vilhena
Paulo Vilhena – Foto: Reprodução/globoplay/Instagram

Cláudio Heinrich – Baú

Cláudio Heinrich, que deu vida ao personagem Baú, já era um rosto conhecido do público antes de Coração de Estudante, por seu papel em Uga Uga. Após a novela, ele passou a atuar em produções da Record, como Prova de Amor e Os Mutantes. Atualmente, Cláudio se afastou da TV e se dedica a dar aulas de jiu-jitsu.

Cláudio Heinrich
Cláudio Heinrich – Foto: Reprodução/globoplay/Instagram

Carolina Kasting – Mariana

Carolina Kasting, que interpretava Mariana, continuou sua carreira na televisão e no teatro. Ela participou de diversas novelas, como Além do Tempo e Salve-se Quem Puder. Carolina também trabalhou no exterior, atuando em uma novela portuguesa. Hoje, com 47 anos, ela continua atuando com frequência, sempre muito querida pelo público.

Carolina Kasting
Carolina Kasting – Foto: Reprodução/globoplay/Instagram

O legado de Coração de Estudante

A novela Coração de Estudante não apenas lançou novos talentos, como também abordou temas sociais importantes que ainda são discutidos até hoje. A trama lidava com questões ambientais, além de incluir temas como gravidez na adolescência e relações familiares complexas. A produção também destacou a vida universitária, com todas as suas particularidades, o que a aproximou do público jovem.

O retorno da novela em plataformas de streaming é uma oportunidade para revisitar essas histórias e ver como os temas abordados continuam relevantes. Além disso, é interessante observar como os atores evoluíram em suas carreiras, consolidando-se como grandes nomes da dramaturgia nacional.



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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano

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Foto de capa [internet]

Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025

Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.

De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.

Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.

Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025

O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções

No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.

Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:

  1. ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
  2. quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.

No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.

Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo

O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.

É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.

Um ano que já começa “com cara de planejamento”

Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.

No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.

Rio Branco também entra no compasso de 2026

Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.

Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).

Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC

Por que isso importa 

O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.

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Exame Nacional de Acesso ENA/Profmat em 2026 — Universidade Federal do Acre

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A Coordenação Institucional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT/UFAC) divulga a lista de pedidos de matrícula deferidos pela Coordenação, no âmbito do Exame Nacional de Acesso 2026.

LISTA DE PEDIDO DE MATRÍCULA DEFERIDOS

1 ALEXANDRE SANTA CATARINA
2 CARLOS KEVEN DE MORAIS MAIA
3 FELIPE VALENTIM DA SILVA
4 LUCAS NASCIMENTO DA SILVA
5 CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA
6 ISRAEL FARAZ DE SOUZA
7 MARCUS WILLIAM MACIEL OLIVEIRA
8 WESLEY BEZERRA
9 SÉRGIO MELO DE SOUZA BATALHA SALES
10 NARCIZO CORREIA DE AMORIM JÚNIOR

Informamos aos candidatos que as aulas terão início a partir do dia 6 de março de 2026, no Bloco dos Mestrados da Universidade Federal do Acre. O horário das aulas será informado oportunamente.

Esclarecemos, ainda, que os pedidos de matrícula serão encaminhados ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC, que poderá solicitar documentação complementar.



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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre

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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac chega aos 20 anos com um legado consolidado na formação de profissionais da educação na Amazônia. Criado em 2005 e com sua primeira turma de mestrado iniciada em 2006, o PPGLI passou a ofertar curso de doutorado a partir de 2019. Em 2026, o programa contabiliza 330 mestres e doutores titulados, muitos deles com inserção em instituições de ensino e pesquisa na região.

Os dados mais recentes apontam que 41% dos egressos do PPGLI atuam como docentes na própria Ufac e no Instituto Federal do Acre (Ifac), enquanto 39,4% contribuem com a educação básica. Com conceito 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no quadriênio 2017-2020, o PPGLI figura entre os melhores da região Norte.

“Ao longo dessas duas décadas, o programa de pós-graduação em Linguagem e Identidade destaca-se pela excelência acadêmica e pela forte relevância social”, disse a reitora Guida Aquino. “Sua trajetória tem contribuído de forma decisiva para a produção científica e cultural, especialmente no campo dos estudos sobre linguagens e identidades, fortalecendo o compromisso da Ufac com formação qualificada, pesquisa e transformação social.”

O coordenador do programa, Gerson Albuquerque, destacou que, apesar de recente no contexto da pós-graduação brasileira, o PPGLI promove uma transformação na educação superior da Amazônia acreana. “Nesses 20 anos, o PPGLI foi responsável não apenas pela formação de centenas de profissionais altamente qualificados, mas por inúmeras outras iniciativas e realizações que impactam diretamente a sociedade.”

Entre essas ações, Gerson citou a implementação de uma política linguística pioneira que possibilitou o ingresso e permanência de estudantes indígenas e de outras minorias linguísticas, além do protagonismo de pesquisadores indígenas em projetos voltados ao fortalecimento de suas culturas e línguas. “As ações do PPGLI transcenderam os limites acadêmicos, gerando impactos sociais, culturais e econômicos significativos”, opinou. “O programa contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua riqueza linguística e cultural.”

Educação básica, pesquisa e projetos

Sobre a inserção dos egressos na educação básica, Gerson considerou que, embora a formação stricto sensu seja voltada prioritariamente ao ensino superior e à pesquisa, o alcance do PPGLI vai além. “Se analisarmos o perfil de nossos mestres e doutores, 72% atuam em instituições de ensino superior, técnico, tecnológico ou na educação básica. Isso atesta a importância do programa para a Amazônia e para a área de linguística e literatura, uma das que mais forma mestres e doutores no país.”

O professor também destacou a trajetória de 15 egressos que hoje se destacam em instituições de ensino, projetos de extensão e pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior. Para ele, esses exemplos ilustram a diversidade de atuações do corpo formado pelo programa, que inclui professores indígenas, pesquisadores em literatura comparada, especialistas em língua brasileira de sinais (Libras), artistas da palavra, autores de livros, lideranças educacionais e docentes em universidades peruanas.

A produção científica do PPGLI também foi ressaltada pelo coordenador, que apontou os avanços no quadriênio 2021-2024 como reflexo de um projeto acadêmico articulado com os desafios amazônicos. “Promovemos ações de ensino, pesquisa e extensão com foco na diversidade étnica, linguística e cultural. Nossas parcerias internacionais ampliam o alcance do programa sem perder o vínculo com as realidades locais, especialmente as regiões de fronteira com Peru e Bolívia.”

Entre os destaques estão as políticas afirmativas, a produção de material didático bilíngue para escolas indígenas, a inserção em redes de pesquisa e eventos científicos, a publicação de livros e dossiês temáticos e a atuação dos docentes e discentes em comunidades ribeirinhas e florestais.

Para os próximos anos, o desafio, segundo Gerson, é manter e ampliar essas ações. “Nosso foco está no aprimoramento das estratégias de educação inclusiva e no fortalecimento do impacto social do Programa”, afirmou. Para marcar a data, o PPGLI irá realizar um seminário comemorativo no início de fevereiro de 2026, além de uma série de homenagens e atividades acadêmico-culturais ao longo do ano.

 



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