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Concurso Ibama: veja quanto ganha o analista administrativo

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Um novo concurso Ibama está autorizado com 460 vagas. Desse total, 130 serão para o cargo de analista administrativo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais.

O cargo tem como requisito o nível superior em qualquer área. Atualmente, o analista administrativo do Ibama tem remuneração inicial de R$10.735,72.

O valor já inclui o vencimento básico, a Gratificação de Desempenho de Atividade de Especialista Ambiental (GDAEM) de 100 pontos e o auxílio-alimentação dos servidores federais de R$1 mil.

O servidor ainda poderá receber uma Gratificação por Qualificação (GQ) por cursos concluídos de pós-graduação lato ou stricto sensu, graduação, ou cursos de capacitação ou qualificação profissional.

O analista administrativo terá como atribuição realizar todas as atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo do Ibama. A jornada de trabalho será de 40 horas.

Ibama realizará um novo concurso para analista administrativo

(Foto: Ramiro Lucena/Qconcursos Folha Dirigida)

O próximo concurso também conta com autorização para preenchimento de 330 vagas de analista ambiental. O requisito também é o nível superior e a remuneração de R$10.735,72.

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Banca do concurso Ibama deve ser contratada em novembro

Os preparativos do concurso estão na etapa de escolha da banca organizadora. A autarquia informou ao Qconcursos Folha Dirigida que o processo deverá ser finalizado até novembro.

O Ibama explicou que, devido ao aumento para 460 vagas, os dados do concurso ainda não foram completamente definidos. O que impactou a previsão inicial de contratar a banca em setembro.

“Com o acréscimo de vagas, a previsão para a contratação da banca organizadora foi estendida, e agora a expectativa é que a definição ocorra até novembro”, disse o Ibama.

Os nomes das instituições que estão na disputa também não foram revelados. A banca organizadora do concurso ficará responsável pelo recebimento das inscrições e aplicação das provas aos candidatos.

Conforme levantamento, o Cebraspe foi o escolhido para organizar os três últimos concursos do Ibama, em 2021, 2012 e 2008.

Com isso, ele desponta como um dos favoritos para também organizar o próximo concurso do Ibama. Isso por já apresentar experiência na organização das provas para ingresso no instituto. 

Concurso Ibama deve ter edital até fevereiro

A abertura do novo concurso Ibama foi autorizada no mês de julho. O aval inicial previa 260 vagas de analista administrativo e analista ambiental.

No final de agosto, após um pedido da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e da maior preocupação com a causa ambiental, o Governo Federal ampliou a oferta para 460 vagas.

Segundo o estabelecido na autorização do concurso, o Ibama tem até seis meses (180 dias) para a divulgação do edital. Esse prazo deve ser contado a partir da ampliação das vagas (30 de agosto).

Desta forma, o edital deverá ser disponibilizado até o dia 26 de fevereiro de 2025.

As provas do concurso, por sua vez, deverão ser realizadas no período mínimo de dois meses após o edital.

Como o Ibama tem urgência para o ingresso de novos servidores, o edital do concurso pode ser publicado ainda este ano.

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Concurso Ibama teve último edital em 2021

O último concurso do Ibama foi aberto no final de 2021. Foram ofertadas 568 vagas imediatas, sendo 432 para técnico ambiental, de nível médio, e 136 para analistas (ambiental e administrativo), de nível superior.

Os candidatos foram submetidos a provas objetivas e discursivas, com organização do Cebraspe.

As provas objetivas foram no modelo clássico do Cebraspe, com 120 questões de “certo” ou “errado”, sendo 50 de Conhecimentos Gerais e 70 Específicos.

Veja as disciplinas que foram exigidas no edital de 2021:

Cargos de nível superior: Língua Portuguesa, Noções de Tecnologia da Informação, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo, Legislação do Setor de Meio Ambiente, Noções de Direito Ambiental, Noções de Regulação, Ética no Serviço Público e tópicos de Conhecimentos Específicos (de acordo com a carreira desejada).

Cargos de nível médio: Língua Portuguesa, Noções de Informática, Legislação Geral e do Setor de Meio Ambiente, Ética no Serviço Público, Matemática e tópicos de Conhecimentos Específicos.

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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