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confira o que os astros revelam para este domingo (10/11)
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A VERDADE É A VIDA
Data estelar: Lua cresce em Peixes.
A verdade é a Vida, uma só e a mesma para galáxias, estrelas e seus planetas, e também é verdade que a Vida, uma só e a mesma, é o organismo que é um planeta e em cujo seio se desenvolvem reinos inteiros da natureza, compostos por moléculas e átomos infinitesimais, que também se originam de uma única Vida, a mesma e única para tudo e para todos.
A verdade é a dinâmica com que opera o Universo em que tudo e todos existimos, em escala infinita e infinitesimal, e tal qual um diamante de múltiplas facetas, ela pode ser percebida de diversas maneiras, mas continua sendo uma só, uma única e colossal operação cósmica.
Ao nos aproximarmos intencional e conscientemente da percepção da Vida nos tornamos mais e mais transparentes, e sua glória se irradia através de nós que, então, dançamos serenos junto com ela.
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nascimento entre 21/1 a 19/2
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 21/3 a 20/4
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 21/6 a 21/7
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 22/12 a 20/1
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 23/10 a 21/11
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 21/5 a 20/6
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 22/7 a 22/8
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 23/9 a 22/10
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 20/2 a 20/3
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 22/11 a 21/12
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 21/4 a 20/5
CORREIO BRAZILIENSE -
nascimento entre 23/8 a 22/9
CORREIO BRAZILIENSE
ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4)
Por mais que você pretenda encontrar uma explicação lógica para o que acontece, é muito provável que sua alma não consiga chegar a nenhuma conclusão esclarecedora por esse caminho. Viva, e nada mais do que isso.
TOURO (nascimento entre 21/4 a 20/5)
É importante que você apresente o contraditório ao que é dito pelas pessoas, com ares de verdade absoluta. A verdade existe, ela não é um ponto de vista, mas atualmente o ponto de vista vale mais do que a verdade.
GÊMEOS (nascimento entre 21/5 a 20/6)
As mentiras complicam tudo, porque tiram o foco do que realmente deveria ser atendido. Porém, as coisas são como são e as pessoas usam a mentira com prodigalidade, como se não houvesse amanhã. Tome distância delas.
CÂNCER (nascimento entre 21/6 a 21/7)
Seria ótimo se os impedimentos fossem desintegrados pela mão misteriosa do destino, mas o destino parece ter outros planos, e além disso, não há registro na história de que o destino funcione de maneira suave.
LEÃO (nascimento entre 22/7 a 22/8)
É importante ter em mente que, neste momento, seria melhor você não se arrogar o direito de ser a alma heroica da história, mas se recolher à insignificância temporária, se ocultando nela e esperando tudo mudar.
VIRGEM (nascimento entre 23/8 a 22/9)
Manobrar para que tudo aconteça de acordo com suas pretensões é um ato legítimo, porém, há de se ter cuidado para que essa manobra não resulte em você forçar demais a barra, porque isso traria resultados negativos.
LIBRA (nascimento entre 23/9 a 22/10)
O que era fácil, ficou difícil, e não é porque tenha havido erros demais no percurso, é que a vida é cíclica e nossos humores também, e quando nosso humor está em baixa, tudo fica mais difícil, chato e cheio de espinhos.
ESCORPIÃO (nascimento entre 23/10 a 21/11)
Uma coisa importante para este momento, é melhor você evitar cair na tentação de utilizar o subterfúgio da mentira, porque ela, que sempre se apresenta como facilitadora, agora provocaria complicações inúteis.
SAGITÁRIO (nascimento entre 22/11 a 21/12)
Às vezes seria melhor parar de pensar, mas como humano algum consegue realizar essa façanha, é bom passar para outro plano, que seria o de, já que não se pode parar de pensar, pelo menos, então, aprender a pensar direito.
CAPRICÓRNIO (nascimento entre 22/12 a 20/1)
Seus temores são infundados, provenientes de velhos traumas que, de tempos em tempos, dão as caras. Procure seguir em frente fazendo seu melhor, independentemente dos resultados que venha a colher por isso. Em frente.
AQUÁRIO (nascimento entre 21/1 a 19/2)
As dicas precisam ser passadas por um crivo muito fino, porque podem até ser procedentes de pessoas muito bem informadas, mas nem sempre podem ser aplicadas como regra de ouro para todo mundo, sem distinção. Cuidado.
PEIXES (nascimento entre 20/2 a 20/3)
Os questionamentos que lhe são endereçados talvez devam ser tidos em conta, em vez de você os receber como ofensas. O problema não são os questionamentos, mas a maneira com que as pessoas os apresentam. Esse é o problema.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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