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confira o que os astros revelam para este sábado (30/11)
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LUA VAZIA AO DESPERTAR
Data estelar: Lua Vazia das 3h18 até 8h54
Despertar com a Lua Vazia não é uma experiência confortante, porque quando despertamos projetamos nossa mente ao futuro, na tentativa de resolver as questões que temos em andamento, e não haveria nada mais legítimo do que isso, só que a Lua Vazia embaralha o exercício.
Melhor seria que hoje, excepcionalmente, em vez de pular da cama fizesses o contrário, te desses licença para preguiçar, e mesmo que tenhas compromissos agendados, que não te apresses nem permitas que a ansiedade crave suas medonhas garras em tua garganta.
Rejeita qualquer tipo de preocupação, substitui essa condição com pensamentos harmoniosos, alegres e leves, porque no céu não há absolutamente nada te obrigando a seguir produzindo e buscando adequação; ao contrário, o céu te outorga licença para experimentar a leveza.
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TOURO | 30 DE NOVEMBRO
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VIRGEM | 30 DE NOVEMBRO
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CÂNCER | 30 DE NOVEMBRO
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CAPRICÓRNIO | 30 DE NOVEMBRO
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ESCORPIÃO | 30 DE NOVEMBRO
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GÊMEOS | 30 DE NOVEMBRO
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LEÃO | 30 DE NOVEMBRO
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LIBRA | 30 DE NOVEMBRO
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AQUÁRIO | 30 DE NOVEMBRO
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ÁRIES | 30 DE NOVEMBRO
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PEIXES | 30 DE NOVEMBRO
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SAGITÁRIO | 30 DE NOVEMBRO
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ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4)
As fofocas são toxinas sociais que as pessoas consomem e distribuem como se fossem tesouros. É muita inconsciência para uma humanidade que se pretende dona da verdade! Combata a fofoca com indiferença.
TOURO (nascimento entre 21/4 a 20/5)
Quem nunca vai além da zona de conforto tampouco conquista nada demais nem de menos, fica na vida ordinária. A zona de conforto é fundamental, nada contra, mas não deve se converter na prisão de seus projetos.
GÊMEOS (nascimento entre 21/5 a 20/6)
A solidão é uma realidade fantasiosa de nossa humanidade, porque tendo ela construído a individualidade, se encerrou nela e, agora, encontra dificuldade para realizar seu verdadeiro destino, construir relacionamentos.
CÂNCER (nascimento entre 21/6 a 21/7)
Nem tudo que se apresenta à sua alma como uma oportunidade seria sábio aproveitar, há muita coisa que você deveria descartar sumariamente, porque ainda que se apresente com encanto, faria você perder um tempo precioso.
LEÃO (nascimento entre 22/7 a 22/8)
O importante não é que tudo esteja no seu devido lugar, importante é que, apesar de tudo ser um caos, sua alma continue tendo esperança de que dará conta dos acontecimentos, e assumirá novamente o lugar desejado de domínio.
VIRGEM (nascimento entre 23/8 a 22/9)
Redistribua os objetos que compõem os lugares onde você passa a maior parte do tempo, porque isso ajudará a que a energia se torne mais dinâmica e, como resultado, você se sentirá muito melhor e o ânimo retornará.
LIBRA (nascimento entre 23/9 a 22/10)
As pontas soltas dos dias de hoje, que sua alma tem de correr atrás para amarrar, são os detalhes que outrora você achou que não era importante atender. Agora, em gerúndio, comece a prestar a devida atenção aos detalhes.
ESCORPIÃO (nascimento entre 23/10 a 22/11)
Assim como não se pode fazer uma omelete sem quebrar os ovos, tampouco seria possível obter resultados materiais surpreendentes sem assumir vários riscos, justo numa hora em que sua alma deseja se sentir segura.
SAGITÁRIO (nascimento entre 22/11 a 21/12)
Para sua alma ser única e original, você não deve seguir os passos de ninguém. Eventualmente, você pode ouvir opiniões e orientações, porém, na hora de tomar a iniciativa, você deve fazer o que lhe der na telha.
CAPRICÓRNIO (nascimento entre 22/12 a 20/1)
As demoras se mostrarão benéficas, procure não se irritar com essas nem muito menos forçar os acontecimentos para adquirirem uma velocidade que, agora, seria negativa. Aproveite bem o tempo, estique tudo.
AQUÁRIO (nascimento entre 21/1 a 19/2)
Importante não é a quantidade de relacionamentos, mas a qualidade desses. Agora é a época do ano em que sua alma precisa passar a limpo a qualidade dos relacionamentos, especialmente os chamados de amizade.
PEIXES (nascimento entre 20/2 a 20/3)
Aquilo que pode ser idealizado pode também ser realizado, tudo depende do grau de complexidade, às vezes parecendo impossível, porém, a impossibilidade é apenas um ponto de vista, que você respeita ou transgride.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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