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Consignado privado: Fintech diz que juro fixo mata mercado – 24/12/2024 – Painel S.A.

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Fintechs de crédito afirmam que as novas regras do consignado privado, que o governo deve lançar no próximo ano, retiram a competição do mercado e penalizam os tomadores endividados, que serão obrigados a aceitar juros mais elevados para ter acesso a empréstimos.

O governo aposta nesse novo produto financeiro para substituir o crédito com garantia no saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Projeções da Creditas, uma das maiores desse segmento, indicam que, se houver tabelamento dos juros dessa modalidade de crédito em até 2%, somente as instituições que já operam com o consignado público via INSS terão condições de operar na fase inicial.

Atualmente, o consignado privado é oferecido por todas as instituições financeiras que negociam livremente com os empregadores privados. Dados do Banco Central indicam que há R$ 41,2 bilhões na carteira ativa dos bancos com essa modalidade de crédito.

“Além de ser uma prática que não estimula a competitividade do mercado, todo o ecossistema de fintechs, justamente aquelas estimuladas pelo Banco Central em inovar para oferecer melhores possibilidades de crédito, estaria eliminado deste mercado”, diz a Creditas em nota.

Segundo a fintech, só operariam o sistema as instituições que já estão conectadas ao sistema Dataprev, oferecendo o consignado público.

A Creditas, que possui R$ 6 bilhões em mais de 13 milhões de operações de empréstimos, prevê ainda que 90% da oferta de crédito para os brasileiros endividados desaparecerá com a trava de até 2% de juros sobre as operações, como se cogita.

“O teto também irá prejudicar o volume de crédito concedido ao trabalhador brasileiro em cada contrato”, diz a fintech. “Hoje, o ticket médio deste produto gira em torno de R$8 mil. Da forma como o projeto está sendo discutido, o ticket poderá cair para menos de R$1 mil. Ou seja, qualquer valor adicional necessário, deverá ser buscado nas opções de crédito com juros altos e beneficiará o setor de empréstimos sem garantia.”

Uma das saídas, ainda segundo a empresa, seria mesclar as taxas de juros. Um eventual teto de taxa deveria ser aplicado ao valor garantido pelo FGTS do trabalhador e o restante ficaria livre para negociação sendo precificado de acordo com o risco do tomador.

“É necessário diferenciar entre um crédito com garantia de FGTS que poderia ter taxa regulada, e um crédito com garantia de salário, que não pode ter taxa regulada porque o salário como garantia no setor privado não é permanente”, diz a empresa.

Com Diego Felix


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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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