NOSSAS REDES

ACRE

Coronavírus: Ufac decide fechar os portões aos finais de semana para evitar aglomerações

PUBLICADO

em

UFAC suspendeu atividades acadêmicas por 15 dias e orienta trabalho remoto (‘home office’) a técnico-administrativos.

Um dos pontos mais procurados pelos acreanos aos finais de semana também foi fechado. A Universidade Federal do Acre (Ufac) anunciou, em comunicado oficial, na tarde desta sexta-feira, 20, que devido ao surto do novo Coronavírus (Covid-19) irá fechar as portas aos finais de semana para evitar aglomerações no Campus.

O local geralmente é usado aos finais de semana para fotos de chá de bebês, formaturas, e também para prática de esportes.

Em Nota, a Prefeitura do Campus (Prefcam) afirmou que a medida vale a partir deste sábado, 21, e seguirá enquanto durar a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas, conforme comunicado da Reitoria, considerando a pandemia da covid-19.

“A medida tem por objetivo proteger a população que intensifica a utilização do campus-sede como espaço de lazer sobretudo nos fins de semana, evitando possíveis contágios ocasionados pelo coronavírus. Será autorizada a entrada somente nos casos de serviço de limpeza e conservação predial, manutenção predial, execução de obra e servidores da Ufac de sobreaviso”, informou em Nota. Por Ac24horas.

Comitê da Ufac elabora protocolo de contingência para coronavírus.

O Comitê de Prevenção e Contenção do coronavírus (covid-19) no âmbito da Ufac reuniu-se na noite dessa segunda-feira, 16, para elaborar um protocolo com medidas práticas recomendadas à comunidade acadêmica que envolvem mudança de hábitos no dia a dia da instituição. O objetivo é evitar a propagação da doença no Estado. 

O protocolo foi elaborado por médicos e professores do curso de Medicina; abrange as três fases epidemiológicas de contágio e segue recomendações do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. O comitê é formado por profissionais da saúde e pró-reitores da Ufac e foi criado na última sexta-feira, 13, por decreto da Reitoria.

Segundo a reitora Guida Aquino a intenção é “achatar a curva” de infectados, evitando um pico que leve muitos doentes ao sistema de saúde público do Acre. “Essa é uma medida preventiva que visa ao cuidado com toda a comunidade acadêmica, nossos estudantes, professores, servidores técnico-administrativos e terceirizados”, disse. “Mesmo estando em uma fase epidemiológica sem casos confirmados, estamos nos antecipando para que possamos superar esse surto de forma tranquila, sem estressar o sistema de saúde.”

Entre as recomendações do protocolo estão medidas práticas que sugerem afastamento social, como banir o aperto de mão e abraços, sugerindo trocar por outro cumprimento e medidas de “etiqueta respiratória” com regras ao tossir e espirrar. Lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel também é recomendado.

Reitoria da Ufac publicou comunicado pelo qual divulga suspenção das atividades acadêmicas por 15 dias e orienta trabalho remoto (“home office”) a técnico-administrativos; o protocolo de contingência segundo as fases epidemiológicas também consta no comunicado.

Participaram da elaboração do protocolo o presidente do comitê, Fernando de Assis; o coordenador do curso de Medicina da Ufac, Mario Jorge Ferreira da Silva; o professor do curso de Medicina, Odilson Silvestre; e o médico da instituição e também professor do curso de Medicina, José Luna. Por UFAC.

ACRE

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS