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Crítica de Boybands Forever – nos bastidores do reino musculoso e de topless do Take That | Televisão

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Rebecca Nicholson

Boybands Forever atinge todos os pontos ideais do documentário moderno. É uma história animada repleta de nostalgia dos anos 90 e mea culpas da cultura dos tablóides, o que significa que pode contar histórias escandalosas e ainda assim se sentir um pouco mal por contá-las. Ao longo de três episódios substanciais, apresenta excelentes entrevistados (incluindo alguns colaboradores do Guardian) e mantém um ritmo agradável e conversacional, concentrando-se nos detalhes que os fãs pop vão querer saber, particularmente este: qual é a avaliação honesta de Robbie Williams sobre o infame Faça o vídeo daquela geléiao que é ainda mais bizarro agora do que era em 1991?

Feito pela Mindhouse, produtora criada por Louis Theroux, é previsivelmente bem elaborado e segue um formato semelhante ao de sua série Gods Of…. Enquanto Deuses da sinuca foi uma recontagem especializada de uma história que parecia vagamente familiar, mas polida e apresentada de uma maneira nova e deslumbrante, que rapidamente se estabelece em um território mais reconhecível.

O primeiro episódio apresenta a boyband pop britânica como sucessora das estrelas norte-americanas New Kids on the Block, que eram, de acordo com o antigo empresário do Take That, Nigel Martin-Smith, distantes, hostis e distantes de seus fãs. Ele olhou para a popularidade deles e pensou que algo novo poderia ser adicionado. Bastou um compositor jovem e não muito legal chamado Gary Barlow para tocar para ele uma fita demo de A Million Love Songs. Martin-Smith percebeu que poderia construir um reino de topless, musculoso e dançante em torno de seu protegido.

Esse reino era o Take That, uma boyband que quase não deu certo, mas, como todos sabemos, conseguiu – e mais um pouco. Eles são representados nesta série por Robbie Williams, o que é como pedir a Brutus que lhe conte como era Júlio César. Mas se você quiser histórias substanciais, Williams é quem deve perguntar, como seu próprio recente Série Netflix demonstrada. Sua avaliação de seu antigo colega de banda e rival implacável, Barlow, é fascinante e reveladora; uma anedota sobre Barlow tocando a nota errada de propósito é absurda.

Enquanto isso, Martin-Smith explica que conhece sua reputação de “algum grande, desagradável e malvado bastardo” e não quer que isso o siga até o túmulo: ele vê isso como uma chance de esclarecer as coisas. A relação turbulenta entre ele e Williams é uma das melhores vertentes do episódio e se desenrola como uma parábola de pai e filho que ainda não foi resolvida.

As outras grandes estrelas do início a meados da década de 1990 foram East 17, os bad boys do Take That, os jovens legais, os Bez de seu Barry Manilow. Três deles falam aqui sobre como aplicaram a cultura rave às paradas pop, suas próprias questões gerenciais (seu controverso empresário, Tom Watkinsmorreu em 2020) e a ferocidade de uma imprensa tablóide que abertamente os criticava, como o confiável programa de aluguel de TV Paul McMullan admite abertamente. O episódio começa com um vídeo no YouTube postado pelo problemático ex-vocalista do East 17, Brian Harvey, que destrói os discos de platina que lhe foram dados para representar um milhão de vendas; Williams assiste ao clipe e reconhece que poderia facilmente ter sido ele. A ex-namorada de Harvey, a ex-atora de EastEnders Danniella Westbrook, tem muitas histórias de terror sobre as negociações e negociações nos bastidores que aconteciam e o custo humano desses jogos.

O momento da série é comovente, chegando logo após a morte de Liam Payneo cantor do One Direction que, como Williams, passou da escola ao estrelato sem uma almofada protetora da vida comum no meio. O episódio cobre fama, negócios e dinheiro, que continuam a revelar-se corrosivos, e há uma tensão entre o “dano” sentido por aqueles que estão no centro das atenções e a implicação de que existe uma dívida de gratidão para com aqueles que os colocaram lá. Este conflito a torna uma série muito melhor e mais erudita do que O triste Dirty Pop da Netflixque contava a história das boybands norte-americanas que surgiram depois do New Kids on the Block, só que com muito menos personalidade.

A compreensão de classe desta série a eleva – afinal, estes eram meninos da classe trabalhadora e comercializados como tal – e há também um pouco de contexto histórico, embora principalmente os grandes sucessos do tumultos fiscais e Britpop. Falta a profundidade de Gods of Snooker, mas mesmo assim é um dos maiores sucessos da época. O primeiro episódio termina, apropriadamente, com o fim do Take That, anunciado em uma coletiva de imprensa que é infinitamente mais insuportável do que me lembro. Na próxima semana, mais cortinas descem, desta vez do tipo cabelo.

Boybands Forever vai ao ar na BBC Two e está disponível no BBC iPlayer



Leia Mais: The Guardian

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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