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datas, ingressos, quem está confirmado e mais
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A Comic Con Experience (CCXP) retornará ao Brasil em 2024. O popular evento que mistura cinema, quadrinhos, games e outras vertentes da cultura pop acontecerá entre os dias 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo, localizado no bairro Vila Água Funda, na cidade de São Paulo.
Em 2024, o evento trará diversas personalidades de renome na mídia nacional e internacional, entre elas o humorista Diogo Defante, o ator Giancarlo Esposito, de The Boys e Breaking Bad, e Vincent Martella, o Greg de Todo Mundo Odeia o Chris.
Esta será a 11ª edição do evento, e o grande homenageado será o ator brasileiro Wagner Moura, que recentemente participou do filme Guerra Civil. Outros atores brasileiros, como Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato e Felipe Simas, estarão presentes para divulgar o lançamento da série Tremembé.
CCXP 2024: o que é o evento
Já virou tradição, todo final de ano a Comic Con Experience (CCXP) retorna ao Brasil. O evento foi criado originalmente em San Diego, nos Estados Unidos, nos anos 70, e veio pela primeira vez ao Brasil em 2014.
O principal foco do evento é a divulgação de conteúdos da cultura pop, abrangendo diversas áreas, como quadrinhos, cosplay, jogos eletrônicos, séries e filmes. A seção de cinema atrai muitos atores que promovem suas produções.
Na primeira edição, em 2014, o evento contou com 97 mil pessoas no São Paulo Expo e com a presença de atores como Jason Momoa, Richard Armitage, Rebecca Mader e Édgar Vivar. No Brasil, além de São Paulo, Recife já recebeu uma edição da CCXP.
Nove anos depois, em 2023, o evento consolidou-se e contou com o maior público de sua história, com cerca de 287 mil pessoas em cinco dias. Agora, em 2024, promete quebrar esse recorde, trazendo diversas estrelas do mundo pop.
CCXP 2024: atrações
Em 2024, serão 11 espaços distintos que receberão desde divulgações de produções internacionais, cosplay, áreas de autógrafos e fotos para os fãs, até ambientes específicos para quadrinhos e criadores digitais.
Efeito “brat”: ENTENDA como a música pop impacta a comunicação
Os palcos temáticos exibirão produções de cinema e de streaming. Confira algumas das produções que serão divulgadas, com a presença de atores ou produtores:
AppleTV+
“Entre Montanhas”:
- Anya Taylor-Joy (atriz);
- Miles Teller (ator).
“Ruptura”:
- Adam Scott (ator);
- Britt Lower (atriz);
- Dan Erickson (roteirista);
- Tramell Tillman (ator).
Paramout
“Sonic 3”:
- Ben Schwartz (ator);
- James Marsden (ator);
- Jeff Fowler (diretor);
- Neal Mortiz (produtor);
- Tika Sumpter (atriz);
- Toby Ascher (produtor).
Prime Video
“A Roda do Tempo”:
- Josha Stradowski (ator);
- Madeline Madden (atriz);
- Rafe Judkins (ator).
“Invencível”:
- Gillian Jacobs (atriz);
- Sandra Oh (atriz);
- Robert Kirkman (autor).
“Nível Secreto”:
- Dave Wilson (produtor);
- Tim Miller (diretor);
“Reacher”:
- Alan Ritchson (ator);
- Lee Child (autor);
- Maria Sten (atriz).
“Sua Culpa”:
- Eva Ruiz (atriz);
- Nicola Wallace (atriz);
- Victor Varona (atriz).
Filme de Michael Jackson é adiado e ganha nova data de estreia; SAIBA MAIS
“Tremembé”:
- Bianca Comparato (atriz);
- Felipe Simas (ator);
- Marina Ruy Barbosa (atriz);
- Ulisses Campbell (autor).
Além disso, outras personalidades também estarão presentes. Confira algumas delas:
- Alexandre Ottoni;
- Aline Zouvi;
- Angeli;
- Banda Ducktails;
- Banda Uó;
- Banda Yön;
- Bilquis Evely;
- Bruna Martins;
- Caco Galhardo;
- Chris Claremont;
- Dani Calabresa;
- Daniel HDR;
- Deive Pazos;
- Digilio;
- Diogo Defante;
- Ed Gama;
- Erick Clepton;
- Franco de Rosa;
- Frank Martin;
- Fred Mascarenhas;
- Gabriel Dearo;
- George Clepton;
- Geroges Bess;
- Gerry Conway;
- Giancarlo Esposito;
- Gustavo Duarte;
- Hiro Kawahara;
- Ian SBF;
- Igor Guimarães;
- J.M DeMatteis;
- James Tynion IV;
- Janaína de Luna;
- Jean Galvão;
- Jefferson Costa;
- Jô Oliveira;
- João Pinheiro;
- John Romita Jr;
- Jordí Martinez;
- Jorge Molina;
- Keum Suk Gendry-Kim;
- Kevin Maguire;
- Laerte;
- Leonardo Romero;
- Lu Cafaggi;
- Lucas Cunha;
- Luciana D’Aulizo;
- Magô Pool;
- Manuela;
- Marcelo D’Salete;
- Marcelo Matere;
- Márcio Menyz;
- Marcos Castro;
- Marcos Rossi;
- Martin Simmonds;
- Matheus Castro;
- Matheus Lopes;
- Matías Bergara;
- Matt Smith;
- Miguelanxo Prado;
- Oaklore;
- Ota;
- Paul Cabannes;
- Pedro Cobiaco;
- Pedro Vinicio;
- Peter Kuper;
- Pierre Clepton;
- Rafael Coutinho;
- Rafael Fritzen;
- Rafael Studart;
- Raphael Salimena;
- Raphael Velez;
- RB Silva;
- Regi Braz;
- Rúben Pellejero;
- Supercombo;
- Tomás Giorello;
- Vincent Martella;
- Vitor Cafaggi;
- Vitorelo;
- Wander Antunes;
- Yorhán Araújo.
CCXP 2024: quando acontece
Em 2024, o evento ocorrerá entre os dias 5 e 8 de dezembro, novamente no São Paulo Expo, local onde tradicionalmente ocorre desde 2014.
CCXP 2024: valor dos ingressos
As vendas dos ingressos para o evento começaram em abril, e, dos quatro dias, um já se encontra esgotado. No lote atual, os ingressos variam de R$ 200 a R$ 580. O pacote para todos os dias do evento custa R$ 900.
Confira mais informações sobre os valores dos ingressos:
- Quanto: Pacote “4 Dias” de R$ 1.800 (inteira); R$ 900 (meia); R$ 1.050 (social) e Pacote “Epic Pass” de R$ 2.500
- Mais informações: Mundo Ticket
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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