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Davos aumenta em 10 vezes valor para participar de reunião – 06/11/2024 – Mercado

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Stephen Foley

O Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) aumentou em 10 vezes o preço de admissão para alguns convidados em sua reunião anual em Davos, enquanto tenta capturar uma fatia maior da atividade corporativa nos bastidores do encontro de elite.

A organização também está expandindo o número de ingressos disponíveis e reformulando o acesso que eles proporcionam. A reformulação, planejada para a reunião de janeiro de 2025, foi discutida com patrocinadores em uma reunião em Genebra esta semana, segundo pessoas que estavam presentes.

O WEF oferece passes de acesso, ou crachás, para participantes de segundo nível na comitiva dos líderes corporativos que compõem os participantes oficiais de Davos. Estes aumentarão de preço de 100 francos suíços (R$ 670) nos anos anteriores para 1.000 francos suíços (R$ 6.702) a partir de 2025.

Os crachás proporcionam acesso a algumas partes da reunião do WEF, mas não ao centro de conferências principal, onde líderes mundiais e diretores executivos podem socializar entre painéis sobre a economia global, desigualdade e mudanças climáticas. Um crachá de elite custa 27 mil francos suícos (R$ 180,9 mil) por pessoa.

Os crachás de nível inferior serão disponibilizados para uma gama mais ampla de participantes do que nos anos anteriores, incluindo patrocinadores muito menores, e são projetados para atrair executivos de nível médio com a promessa de novas oportunidades de networking com outros participantes.

“Parece uma tentativa de arrecadar dinheiro”, disse um executivo de um grande patrocinador do WEF.

“Como se alguém do marketing tivesse dito a eles que estão subvalorizando a marca Davos. Francamente, não tenho ideia de onde vão colocar todas essas pessoas. Já não se consegue mover.”

A reunião do WEF sobrecarrega a pequena estação de esqui suíça todos os anos por uma semana em janeiro, quando empresas locais alugam espaço para corporações que querem montar “lojas” onde podem comercializar seus serviços e realizar reuniões com clientes.

Para 2025, o WEF está erguendo um novo prédio perto do centro de conferências no meio da cidade para abrigar seus próprios administradores e participar da febre imobiliária. O Fórum informou aos patrocinadores que podem alugar espaço para reuniões no edifício modular estilo contêiner por cerca de 150 mil francos suíços (R$ 1 milhão) pela semana.

O Fórum também está lançando um programa que permite a esse círculo mais amplo de patrocinadores corporativos realizar seus próprios eventos sob o guarda-chuva oficial de Davos —por uma taxa. Segundo o plano, as empresas poderiam transmitir ao vivo e promover até dez sessões de painel no aplicativo para participantes de Davos se pagarem 45 mil francos suíços (R$ 301,5 mil), embora a estrutura de taxas provavelmente mude após feedback em Genebra esta semana, segundo pessoas familiarizadas com a discussão.

O WEF terá que verificar se as sessões estão alinhadas com sua missão de promover a engenhosidade humana, empreendedorismo e inovação. Elas permanecerão distintas do programa oficial envolvendo líderes mundiais e CEOs. A ideia é colocar um selo de aprovação do WEF em algumas das atividades que surgiram nos arredores do evento nos últimos anos e marginalizar os truques de marketing corporativo oportunistas que também se aglomeraram em Davos.

“O objetivo é dar mais oportunidades para reconhecer a liderança de pensamento dos parceiros fora do programa oficial”, disse um porta-voz do WEF.

O sistema expandido de crachás “oferecerá acesso a locais exclusivos dentro da zona de segurança e serviços digitais completos para navegar no ecossistema de Davos, interagir uns com os outros e ser listado no aplicativo do Fórum Econômico Mundial ao lado dos participantes oficiais”.

O porta-voz acrescentou: “O programa credenciado, os crachás credenciados e os escritórios são fornecidos aos parceiros a preço de custo.”

O WEF afirma que a reunião anual de 2025, que ocorre de 20 a 24 de janeiro, abordará desafios “respondendo a choques geopolíticos, estimulando o crescimento para melhorar os padrões de vida e conduzindo uma transição energética justa e inclusiva”.

Os preparativos estão se desenrolando em meio a um cenário de escrutínio da própria cultura do WEF, após alegações de discriminação no local de trabalho e assédio sexual contra o fundador Klaus Schwab, que nega. Seu conselho de curadores contratou um escritório de advocacia externo para conduzir uma revisão de sua cultura no local de trabalho, que ainda não foi concluída.



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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