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Delegado detalha golpes e secretária alerta para ação criminosa no WhatsApp

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O delegado da Polícia Civil, Nilton Boscaro, alerta os acreanos para as novas modalidades de golpes aplicados na praça, especialmente com o uso de tecnologia de comunicação.

Segundo ele, há duas modalidades de golpes no WhatsApp, uma delas algo como o “WhatsApp sequestrado” e outro “WhatsApp falso”. Atualmente, golpistas mandam mensagem pedindo dados, por exemplo, para cadastro de vacinação. Outros, envolvem negociação em portais de compra e venda, como a OLX. Ao acessar os contatos do celular, passa a pedir dinheiro se passando pela vítima.

Ao pedir transferência, o golpista informa conta de outro Estado. O ´WhatsApp falso´ usa foto do usuário com um número de telefone qualquer. “A pessoa não pode repassar o código de seis dígitos que chega via MSM”, disse o delegado.

Em outra situação, a secretária de Empreendedorismo do Acre, Eliane Sinhasique, também fez um alerta de um novo golpe na praça.

Desta vez o golpe é voltado para quem mora de aluguel. “O meliante se faz passar pelo dono do imóvel, diz que mudou de telefone e quer o aluguel depositado numa determinada conta”, relata Sinhasique.

“Fique esperto. Se receber a cobrança de um número diferente, ligue para o dono do imóvel”, pediu. “Para certificar que a pessoa está realmente pedindo dinheiro converse com alguém próximo a ela”, orienta do delegado Nilton Boscaro. As delegacias regionais estão cuidando desse tipo de caso e não há unidade especializada em crime cibernético. A vítima deve ´printar´ as mensagens e divulgar em suas redes avisando que está sendo vítima de golpe. No caso de transferência, avisar ao banco para tentar bloquear a remessa. Cópias, prints e o máximo de informações são fundamentais para uma investigação mais precisa.

Uma medida preventiva é a habilitação em duas etapas no WhatsApp.

São oito a dez modalidades de golpes aplicadas diariamente.

(com RAFM)

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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