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Dicas de saída do Facebook na dissidência sobre o tratamento de trolls russos
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9 anos atrásem
Na foto, Alex Stamos, o principal responsável pela segurança da informação para o Facebook. Ele pediu mais divulgação sobre a atividade russa no Facebook. CréditoSteve Marcus / Reuters.
Como o Facebook luta com uma reação sobre o seu papel na disseminação da desinformação, uma disputa interna sobre como lidar com a ameaça eo protesto público está resultando na saída de um executivo sênior.
A saída iminente desse executivo – Alex Stamos, o principal responsável pela segurança da informação do Facebook – reflete uma maior tensão de liderança no topo da rede social. Grande parte do desacordo interno está enraizado em quanto Facebook deve compartilhar publicamente sobre como os estados-nação abusaram da plataforma e debatem sobre as mudanças organizacionais no período anterior às eleições de meio período de 2018, de acordo com funcionários atuais e anteriores informados sobre o assunto.
O Sr. Stamos, que planeja deixar o Facebook em agosto, havia defendido uma maior divulgação em torno da interferência russa da plataforma e algumas reestruturas para abordar melhor as questões, mas foi encontrada com resistência por colegas, disseram os atuais e ex-funcionários. Em dezembro, as responsabilidades diárias do Sr. Stamos foram reatribuídas a outros, disseram eles.
O Sr. Stamos disse que deixaria o Facebook, mas foi persuadido a permanecer em agosto para supervisionar a transição de suas responsabilidades e porque os executivos achavam que sua partida ficaria mal, disseram as pessoas. Ele supervisionou a transferência de sua equipe de segurança para as divisões de produtos e infra-estrutura do Facebook. Seu grupo, que já tinha 120 pessoas, agora tem três, disseram os funcionários atuais e antigos.
O Sr. Stamos seria o primeiro empregado de alto escalão a deixar o Facebook desde a controvérsia sobre a desinformação em seu site. Os líderes da empresa – incluindo Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook e Sheryl Sandberg, o diretor de operações – lutaram para enfrentar um conjunto crescente de problemas, incluindo a interferência russa na plataforma, o aumento de notícias falsas e a divulgação durante o fim de semana que 50 Um milhão de seus perfis de usuários foram colhidos pela Cambridge Analytica, uma empresa de criação de eleitores.
Os desenvolvimentos tomaram uma tarifa internamente, disseram as sete pessoas informadas sobre o assunto, que pediram para não ser identificado porque os procedimentos eram confidenciais. Alguns dos executivos da empresa estão pesando seus próprios legados e reputações, pois a imagem do Facebook sofreu uma surra. Vários acreditam que a empresa teria sido melhor dizendo pouco sobre a interferência russa e observa que outras empresas, como o Twitter, que ficaram relativamente silenciosas sobre a questão, não tiveram que lidar com tanta crítica.
Uma tensão central no Facebook foi a das equipes legais e políticas em relação à equipe de segurança. A equipe de segurança geralmente pressionou por divulgar mais sobre como os estados-nação haviam abusado do site, mas as equipes legais e de políticas priorizaram os imperativos do negócio, disseram as pessoas informadas sobre o assunto.
“As pessoas cujo trabalho é proteger o usuário sempre estão lutando uma batalha árdua contra as pessoas cujo trabalho é ganhar dinheiro com a empresa”, disse Sandy Parakilas, que trabalhou no Facebook, garantindo privacidade e outras regras até 2012 e agora aconselha uma organização sem fins lucrativos organização chamada Center for Humane Technology , que está a analisar o efeito da tecnologia nas pessoas.
O Sr. Stamos disse no comunicado na segunda-feira: “Estes são problemas realmente desafiadores, e tive desentendimentos com todos os meus colegas, incluindo outros executivos”. No Twitter, ele disse que estava “ainda totalmente empenhado no meu trabalho no Facebook “E reconheceu que seu papel mudou, sem abordar seus planos futuros.
O Facebook não teve um comentário sobre as questões mais amplas em torno da partida do Sr. Stamos.
O Sr. Stamos se juntou ao Facebook do Yahoo em junho de 2015. Ele e outros executivos do Facebook, como a Sra. Sandberg, discordaram antecipadamente de quão proativa a rede social deveria estar no policiamento de sua própria plataforma, disse as pessoas informadas sobre o assunto. Em sua declaração, o Sr. Stamos disse que sua relação com a Sra. Sandberg foi “produtiva”.
O Sr. Stamos juntou um grupo de engenheiros para explorar o Facebook para a atividade russa em junho de 2016, o mês em que o Comitê Nacional Democrata anunciou que foi atacado por hackers russos, disseram os atuais e ex-funcionários.
Em novembro de 2016, a equipe havia descoberto evidências de que os agentes russos haviam agressivamente empurrado vazamentos de DNC e propaganda no Facebook. No mesmo mês, o Sr. Zuckerberg rejeitou publicamente a noção de que notícias falsas influenciaram as eleições de 2016, chamando-a de “uma idéia muito louca”.
Nos meses seguintes, a equipe de segurança do Facebook encontrou mais desinformação e propaganda russa em seu site, segundo os atuais e antigos funcionários. Na primavera de 2017, decidiu o quanto a interferência russa a divulgar publicamente tornou-se uma fonte importante de disputa dentro da empresa.
O Sr. Stamos empurrou para divulgar o máximo possível, enquanto outros, incluindo Elliot Schrage, vice-presidente de comunicações e políticas do Facebook, recomendaram não nomear a Rússia sem evidências mais firmes, disseram os funcionários atuais e antigos.
Um memorando detalhado que o Sr. Stamos escreveu no início de 2017 descrevendo a interferência russa foi esfregado para menções da Rússia e ganhou em uma publicação de blog em abril passado que delineou, em termos hipotéticos, como Facebook poderia ser manipulado por um adversário estrangeiro, disseram eles. A Rússia só foi referenciada em uma vaga nota de rodapé. Essa nota de rodapé reconheceu que as descobertas do Facebook não contradizem um relatório desclassificado de janeiro de 2017, no qual o diretor de inteligência nacional concluiu que a Rússia tentou prejudicar as eleições dos Estados Unidos e, em particular, Hillary Clinton.
O Sr. Stamos disse em sua declaração que “decidimos que a coisa responsável a fazer seria deixar claro que nossas descobertas eram consistentes com as divulgadas pela comunidade de inteligência dos EUA, o que claramente ligou a atividade em seu relatório aos atores russos patrocinados pelo estado “.
Mas a decisão do Facebook de omitir a Rússia acabou. Semanas depois, um artigo da revista Time revelou que a Rússia criou contas falsas e comprou anúncios falsos para espalhar propaganda na plataforma, alegações que o Facebook inicialmente negou.
Em setembro passado, depois que a investigação do Sr. Stamos revelou uma maior interferência russa, o Facebook foi forçado a reverter o curso. Naquele mês, a empresa revelou que a partir de junho de 2015, os russos pagaram o Facebook $ 100.000 para executar cerca de 3.000 anúncios divisivos para mostrar o eleitorado americano.
Em resposta, legisladores como o senador Mark Warner da Virgínia, o principal democrata do comitê de inteligência, disseram que, embora a revelação do Facebook tenha sido um bom primeiro passo, “estou desapontado por ter demorado 10 meses depois de se tornar muito mais transparente.”
E a revelação também levou mais atenção a como os russos manipularam a rede social. Em outubro e novembro passado, o Facebook foi grelhado na frente dos legisladores no Capitol Hill para intromissão russa em sua plataforma, junto com executivos do Twitter e do YouTube.
A reação pública fez com que alguns no Facebook recuassem para revelar mais, disseram os funcionários atuais e antigos. Desde a eleição de 2016, o Facebook prestou uma atenção incomum à reputação do Sr. Zuckerberg e da Sra. Sandberg, realizando pesquisas para acompanhar a forma como são vistas pelo público, disse Tavis McGinn, que foi recrutado para a empresa em abril passado e liderou o executivo esforços de reputação até setembro de 2017.
O Sr. McGinn, que agora dirige Honest Data, que fez pesquisas sobre a reputação do Facebook em diferentes países, disse que o Facebook está “preso em um Catch-22”.
“O Facebook se preocupa tanto com sua imagem de que os executivos não querem sair e contar toda a verdade quando as coisas dão errado”, disse ele. “Mas, se não o fizerem, isso danifica sua imagem”.
O Sr. McGinn disse que deixou o Facebook depois de se desiludir com a conduta da empresa.
Em dezembro de 2017, o Sr. Stamos, que se reporta ao conselho geral do Facebook, propôs que ele se reportasse diretamente aos superiores. Os executivos do Facebook rejeitaram essa proposta e, em vez disso, reatribuíram o time do Sr. Stamos, dividindo a equipe de segurança entre sua equipe de produtos, supervisionada por Guy Rosen e equipe de infraestrutura, supervisionada por Pedro Canahuati, de acordo com funcionários atuais e antigos.
Além de gerenciar uma pequena equipe de engenheiros em São Francisco, o Sr. Stamos foi em grande parte deixado como o comunicador de segurança do Facebook. No mês passado, ele apareceu como representante do Facebook na Conferência de Segurança de Munique.
Durante o fim de semana, após a falha de notícias que a Cambridge Analytica colheu dados em até 50 milhões de usuários do Facebook, a equipe de comunicação do Facebook encorajou o Sr. Stamos a tweeter em defesa da empresa, mas apenas depois de pedir aprovação dos tweets do Sr. Stamos, de acordo com para duas pessoas informadas sobre o incidente.
Depois que os tweets provocaram uma resposta furiosa, o Sr. Stamos os eliminou.
Roger B. McNamee, um investidor adiantado no Facebook que disse que ele se considerou um mentor para o Sr. Zuckerberg, disse que a empresa estava falhando para enfrentar os problemas fundamentais colocados pela intromissão russa e outras manipulações de conteúdo.
“Eu disse a eles: ‘Seu negócio é baseado na confiança e você está perdendo confiança'”, disse o Sr. McNamee, fundador do Centro de Tecnologia Humane. “Eles estavam tratando isso como um problema de relações públicas, quando é um problema de negócios. Eu não podia acreditar nesses caras que eu já conheci tão bem que chegaram tão longe da pista “. Publicado em New York Times – NICOLE PERLROTH, SHEERA FRENKEL e SCOTT SHANE
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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