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Diego Grossi: Viciado em bets, ex-BBB agora sonha com CLT – 16/01/2025 – Celebridades
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2 anos atrásem
Anahi Martinho
São Paulo
Diego Grossi não apareceu no documentário sobre o BBB exibido pela Globo na semana passada. Mas assistiu aos episódios e memorizou uma frase de John de Mol, criador do formato. “O Big Brother é um programa que pega uma pessoa normal e a transforma em artista”, repete.
Foi assim que ele se sentiu ao deixar a 14ª edição do reality, em 2014. Na época, com o trabalho de influenciador ainda em estágio embrionário, os ex-BBBs viviam da famosa “presença VIP”, que consistia em ganhar cachê apenas para dar pinta em eventos e festas.
“A gente ia para boate com segurança, bebida e cachê. Cheguei a fazer uma no Nordeste em que rodei uns seis estados, o cachê era muito bom”, lembra ele em entrevista ao F5, com ares de nostalgia. “Hoje em dia, não tem mais presença VIP. Só te chamam para um evento se você for uma atração, ou seja, se cantar, dançar, fizer stand-up, alguma coisa.”
A vida de “artista” lhe rendeu ainda outros dois reality shows, Power Couple, em 2018, e A Fazenda 11, em 2019, ambos na Record. Com a visibilidade, cresciam as oportunidades de campanhas, presenças VIP e “publis”. Porém, passada essa fase, os trabalhos foram minguando.
Nos últimos anos, o ex-BBB viveu basicamente de campanhas de internet, cobrando um pacote fechado para postar stories no Instagram. Os clientes eram restaurantes, pousadas, marcas de roupa e de whey protein. Até que um amigo de um amigo o procurou oferecendo um bom cachê para divulgar uma casa virtual de apostas. Diego assinou contrato de nove meses com a bet, ainda sem saber direito do que se tratava.
Pouco tempo depois, as casas de aposta se tornaram febre no Brasil, patrocinando eventos com grandes públicos, campeonatos de futebol e até o próprio BBB. Artistas e influenciadores como Virginia Fonseca, Cauã Reymond e Neymar lucram milhões com cachês pagos pelas maiores empresas do ramo, que já operam de forma lícita.
“Comecei influenciando pessoas a jogarem”, conta Diego. Um dia, ele se tornou alvo da própria propaganda e apostou R$ 100. Ganhou R$ 9 mil. A partir daí, não desgrudou mais do celular. “Todo lugar que eu ia, ficava jogando. Virava a noite jogando: às vezes ganhava, mas no dia seguinte perdia tudo”, relata. “Sempre achava que ia recuperar, aumentava a aposta e perdia mais.”
Ele conta que começou com apostas esportivas em times de futebol e, em seguida, migrou para os cassinos virtuais, que geralmente ficam abrigados nas mesmas plataformas. “Jogava roleta, bacará, dado… Cada um desses sites tem muitos, muitos jogos”, conta. Diego calcula que perdeu R$ 50 mil nas bets e outros R$ 50 mil nos jogos de cassino.
Perdeu também amigos, a quem começou a pedir dinheiro emprestado. “A gente consegue esconder até certo ponto, mas chega uma hora que a bomba estoura”, diz.
NEGÓCIO DO MAL
Afundado no vício, Diego precisou devolver a casa no Jacarepaguá (na zona oeste do Rio) onde morava com a mulher, Franciele Almeida, que conheceu no BBB, e o filho deles, Enrico, de quatro anos.
Fran terminou o relacionamento e voltou para a casa da mãe. Diego também voltou para a casa dos pais. Foram dois meses fazendo de tudo para tentar recuperar o casamento. Até pedir ajuda aos fãs no Instagram ele pediu. Deu certo.
Atualmente, Diego faz tratamento com psiquiatra para se livrar do vício e mora entre a casa da mãe e a da sogra. Nas redes sociais, vem fazendo campanha contrária à que fazia no ano passado: tentando ajudar pessoas que, como ele, se viciaram nos jogos.
“Recebo milhares de mensagens de gente que perdeu empresa, loja, casa, que está devendo agiota, pensando em tirar a própria vida. Tem muita gente adoecida. Mas é uma doença à qual ninguém quer dar ouvidos porque tem muito dinheiro envolvido”, diz.
Enquanto dava entrevista ao F5, Diego atendeu o telefone. Era uma casa de apostas oferecendo promoções para que ele voltasse a jogar. “O negócio é do mal”, diz. Em seguida, pondera: “Quer dizer, tem gente que consegue jogar esportivamente. Não sou contra o jogo. Vivemos em um mundo capitalista e o dinheiro é o que abre portas. E onde o dinheiro está circulando no momento é nas casas de aposta.”
VIDA NORMAL
Agora, Diego sonha em voltar à vida de “pessoa normal” que tinha antes do BBB. Quer um emprego CLT na área de publicidade, profissão que praticamente abandonou após sair do reality.
“Sempre que me perguntavam se eu me arrependia de algo do BBB, eu dizia que não. Hoje me arrependo de não ter voltado para a minha área assim que saí”, conta ele, que diz ter passado por grandes agências de publicidade do Rio. “Fui procurar emprego e vi que estou defasado. Foram dez anos fora. As ferramentas mudaram, os programas mudaram”, diz.
“Quando a gente sai do programa é uma euforia, uma coisa tão louca, que você acha que virou artista e vai viver disso para sempre”, afirma.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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