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Dois presos no corredor da morte rejeitam comutações de Joe Biden | Pena capital

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Michael Sainato

Dois dos 37 prisioneiros federais cujas sentenças de morte foram comutadas para prisão perpétua sem liberdade condicional no mês passado por Joe Biden se recusam a aceitar a ação.

Shannon Agofsky e Len Davis, ambos actualmente detidos na prisão federal de Terre Haute, Indiana, apresentaram moções de emergência no tribunal a 30 de Dezembro, pedindo liminares para bloquear a comutação das suas sentenças de morte.

Os dois homens argumentam que aceitar as comutações os coloca em desvantagem jurídica, uma vez que procuram recorrer dos seus casos.

“Comutar a sua sentença agora, enquanto o arguido tem um litígio activo em tribunal, é privá-lo da protecção de um escrutínio reforçado. Isto constitui um fardo indevido e deixa o réu numa posição de injustiça fundamental, o que dizimaria os seus procedimentos de recurso pendentes”, de acordo com o documento de Agofsky, primeiro relatado pela NBC Notícias.

A esposa de Agofsky disse à NBC News que a preocupação era que ele perderia o aconselhamento jurídico que lhe foi fornecido se sua sentença fosse comutada.

Agofsky foi condenado à prisão perpétua depois de ser condenado em 1989 pelo roubo e assassinato do presidente do banco de Oklahoma, Dan Short. Enquanto estava preso em uma prisão do Texas, ele foi condenado pela morte por esmagamento de outro prisioneiro em 2001, colocando-o no corredor da morte.

No processo, Agofsky contesta como foi acusado do assassinato do companheiro de prisão e tenta estabelecer sua inocência no caso de 1989.

Len Davis, um ex-policial de Nova Orleans, foi condenado pelo assassinato de Kim Groves em 1994, que havia apresentado uma queixa civil contra ele, acusando-o de espancar um adolescente em seu bairro.

A ação de Biden marcou o maior número de sentenças de morte comutadas por qualquer presidente americano na era moderna.

A ação de clemência se aplica a todos os presos federais no corredor da morte, exceto três que foram condenados por terrorismo ou assassinato em massa motivado pelo ódio. Eram eles Dzhokhar Tsarnaev, condenado por atacar a maratona de Boston; Telhado Dylannque matou a tiros nove membros negros da igreja na Carolina do Sul; e Robert Bowers, que matou 11 fiéis em uma sinagoga em 2018.



Leia Mais: The Guardian

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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