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EBC está entre as três empresas públicas mais transparentes do país

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Agência Brasil

O Radar da Transparência Pública, iniciativa do Sistema de Tribunais de Contas (Atricon), colocou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) como a terceira empresa em seu ranking de transparência ativa. A EBC atingiu o índice de 95,63% de aderência à transparência ativa em 2024, o que fez a empresa chegar ao grau Diamante da avaliação. No ano anterior, a empresa pública havia ficado no nível Ouro, com 85,03% de aderência.

O objetivo do Radar é analisar boas práticas de transparência ativa tanto no Poder Executivo, como Legislativo e Judiciário, nas três esferas da federação. No plano federal, este ano, foram analisadas 51 instituições, sendo 44 empresas públicas. A EBC foi a terceira melhor avaliada, atrás apenas da Valec e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“A colaboração entre todas as áreas e diretorias da empresa foi essencial para o avanço das nossas práticas de conformidade. Esse resultado mostra o comprometimento da EBC com a transparência de suas ações, item preponderante à Comunicação Pública”, destaca o diretor-presidente Jean Lima.

“Esse novo patamar reforça nosso compromisso em assegurar à sociedade o direito à informação, enquanto seguimos aprimorando nossas práticas para alcançar níveis ainda mais altos de conformidade e excelência”, acrescenta Leonardo Emerick, gerente-executivo de Governança Corporativa e Correição.

 



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Universidade dos EUA inicia testes para exame inédito que identifica câncer de ovário em estágio inicial

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O diretor de uma escola no Peru ajudou o garotinha a alimentar a cachorrinha dele, que estava com fome. - Foto: @alimentando_callejeritos/TikTok

Cientistas de uma universidade norte-americana estão testando um novo exame que pode identificar o câncer de ovário inicial.

Com a identificação precoce, o grupo, da Universidade do Colorado, afirmou que é possível aumentar significativamente a eficácia do tratamento. O teste foi desenvolvido graças a uma parceria com uma empresa fundada apenas por mulheres.

Os resultados iniciais são promissores. Até agora, os pesquisadores analisaram amostras de 500 mulheres e conseguiram diferenciar padrões biológicos que indicaram o início da doença.

Exame inovador

Diferente de outros tipos de câncer, o de ovário tem uma difícil detecção precoce.

A AOA Diagnostics desenvolveu um teste baseado na análise de perfis lipídicos, proteicos e metabólicos do sangue.

Nesse sentido, a identificação ocorre antes mesmo que os sintomas apareçam.

“Temos a capacidade de detectar o câncer de ovário em um estágio muito, muito, muito inicial”, contou Kian Behbahkt, oncologista do Laboratório de Ciências Reprodutivas do Campus Médicos Anschutz da Universidade do Colorado.

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Amostras reais

Para validar a eficácia do teste, a AOA precisava de amostras reais de pacientes.

Foi a partir disso que surgiu a parceria com o campus da Universidade.

Lá, os cientistas estudaram centenas de casos e avançaram rapidamente no desenvolvimento de uma ferramenta.

“Conseguimos traçar o perfil dessas 500 mulheres para entender especificamente seus perfis lipídicos, proteicos e metabólicos, para entender o que está causando a doença em estágio inicial e como diferenciar isso daquelas mulheres saudáveis ​​daquelas que têm condições benignas”, disse o Anna Jeter, cofundadora da AOA.

Esperança para o futuro

Mesmo com os avanços, ainda serão necessários mais estudos.

No entanto, o grupo é bem otimista em relação à ferramenta estar disponível nos próximos anos.

“A prova real, se você preferir, é que não haverá câncer de ovário em cinco anos, e então estarei desempregada e serei feliz”, brincou Kian.

Anna Jeter, cofundadora da AOA, espera não ver mais casos de câncer de ovário nos próximos 5 anos. - Foto: CBS Anna Jeter, cofundadora da AOA, espera não ver mais casos de câncer de ovário nos próximos 5 anos. – Foto: CBS



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Professor da USP cria ferramenta que ajuda no diagnóstico de autismo

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A mãe, de Brasília, fez uma surpresa mais que especial para a filha: era virou a Fada do Dente! - Foto: @sarahmirian11/Instagram

Um professor da Universidade de São Paulo (USP) criou uma ferramenta com inteligência artificial (IA) capaz de ajudar no diagnóstico do autismo. Ele, que é autista, recebeu o diagnóstico na vida adulta.

André de Carvalho, diretor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), uniu a experiência que tem em IA, e a própria condição de vida. Depois de uma conversa com a filha, então estudante de psicologia, e avaliação especial, ele descobriu estar no espectro.

Inspirado, André, em parceria com a psiquiatra Paula Brentani, do Hospital das Clínicas de São Paulo, pensou em múltiplas abordagens para identificar sinais do TEA. Uma delas é a análise de sinais cerebrais!

Como funciona

A tecnologia desenvolvida, a partir de IA, ajuda a reconhecer padrões faciais, análise de sinais cerebrais, identificação de biomarcadores moleculares e movimento corporal.

“O que a gente busca são marcadores confiáveis. Assim como a síndrome de Down tem uma alteração cromossômica visível, talvez possamos encontrar no cérebro sinais consistentes do autismo, que ajudem no diagnóstico com mais segurança e menos subjetividade”, explicou Matheo Angelo Pereira Dantas, estudante diagnosticado com autismo aos 17 anos e pesquisador no projeto.

Com esses dados, é possível apontar, ou não, se a criança é integrante do espectro desde cedo. E isso pode ser muito importante!

“Quando mais cedo você entender, mais fácil é lidar porque você vai ter um tratamento e uma atenção diferenciada na escola, por exemplo”, explicou em entrevista ao site do ICMC.

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Impacto da pesquisa

A estereotipação do autismo é um dos principais desafios na identificação de casos.

Durante muito tempo, apenas os casos mais graves eram diagnosticados. Isso criou a falsa impressão de que o autismo era algo raro.

“As pessoas dizem que os casos de autismo aumentaram, mas, na verdade, antes só se diagnosticaram os casos mais graves, como os personificados naquele personagem Rain Man”.

Atualização dos dados

Agora, o desafio de Matheo é fazer a transformação de dados obtidos por pesquisas no exterior.

O rapaz orientador por André no trabalho “Explainability in Graph Neural Networks for Autism Assessment Using fMRI Analysis”, que usa exames de ressonância magnética para aprimorar ferramentas de IA.

Um desafio é garantir que os modelos treinados com dados de populações da Europa e dos Estados Índios, também sejam eficazes no Brasil.

Matheo, que recebeu o diagnostico aos 17 anos, explicou que tem facilidade de aprendizado. - Foto: Arquivo pessoal Matheo, que recebeu o diagnostico aos 17 anos, explicou que tem facilidade de aprendizado. – Foto: Arquivo pessoal



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Farmacêutica comemora aprovação em Medicina após vencer um câncer e perder o pai na véspera do Enem; vídeo

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A mãe, de Brasília, fez uma surpresa mais que especial para a filha: era virou a Fada do Dente! - Foto: @sarahmirian11/Instagram

A farmacêutica Mariana Costa, de 36 anos, conseguiu a aprovação em Medicina, como tanto queria, depois de vencer o câncer e de perder o pai, o grande incentivador dias antes da prova do Enem, no Ceará. Foto: @marianacostadm

A cearense Mariana Costa, de 36 anos, transformou a dor em força e homenagem aquele que tanto amou. A farmacêutica conseguiu a aprovação para Medicina após combater o câncer de mama e perder o pai. O segundo dia da prova do Enem foi pouco depois da morte dele.

Com mestrado em patologia, ela passou na Universidade Federal do Cariri (UFCA), no interior do Ceará. Mesmo no mercado de trabalho, tinha um sonho: cursar medicina. Largou tudo para ir atrás do seu grande objetivo. Deu certo!

Mas no meio do caminho, há dois anos, ela recebeu o diagnóstico de câncer de mama e teve de fazer uma mastectomia bilateral total no final do mesmo mês – retirou as duas mamas. Enfrentou sessões de quimioterapia, jamais deixou de estudar.

O resultado vem

Seu Homero era mais do que um pai para Mariana porque era o melhor amigo dela. Ele morreu repentinamente. Mas ela guarda com muito carinho um áudio deixando por ele, pouco antes de partir.

No áudio, o pai amoroso dizia: “O resultado vem. E se vier do jeito que a gente quer, melhor ainda. Te amo.” Dias depois, ele se foi.  “Além de pai, grande amigo”, disse. As palavras do grande amigo que lhe deram força para lutar e conquistar o espaço que tanto queria.

Por dois anos, a jovem fez cursinho preparatório para o Enem e estudou incansavelmente. “Tive resultados bons, mas não satisfatórios pra entrar em uma faculdade pública no Ceará. E era o que meu coração pedia: sou cria de uma universidade pública e tinha muita vontade de retornar.”

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Do sonho a determinação

Mariana disse que o sonho de ser médica virou um combustível para ela superar o câncer e seguir lutando.

“A possibilidade de realizar um sonho foi muito importante para que eu seguisse no tratamento. É muito agressivo, passei pela quimioterapia de maio a setembro daquele ano. Fiquei sem energia, com dores, o cabelo caiu. O estudo se tornou uma válvula de escape.”

“Fui fazer as provas com marcas, com dores pelos procedimentos. Mas fiz, e, por incrível que pareça, foi a minha melhor nota nos 4 anos de estudos. Isso me motivou bastante. Apesar de toda a turbulência, sentia que as coisas estavam no caminho certo.”

Muito apoio

Além do suporte do pai, Mariana disse que a mãe, Moema, foi incrível durante o período preparatório para as provas.

“O estudo envolve muita coisa: você precisa de alguém pra fazer sua comida, arrumar sua casa, fazer seu café. Não teria conseguido isso sozinha.”

A história de Mariana conquistou as redes. Internautas aplaudiram a força e a garra da farmacêutica em meio a tantas adversidades, informou o Diário do Nordeste.

Nas redes, aplausos

Uma seguidora contou ter vivido experiência semelhante à de Mariana. “Parabéns não é fácil não. Comecei a minha com minha mãe internada no hospital do coração, passamos 3 meses entre trabalho, estudo e cuidar dela no hospital. No final do meu curso, estava perdendo meu esposo pro câncer em estado terminal. É dolorido não tê-lo mais aqui, mas sei que está feliz por ter conseguido.”

Outra avisou que a experiência da farmacêutica ficaria salva para ela se lembrar sempre. “Salvando esse vídeo pra quando me perguntarem o que é força.”

Mariana Costa diz que a partida do pai, o grande amigo, e o câncer de mama viraram combustíveis para ela seguir adiante para conquistar o sonho de cursar Medicina. Foto: @marianacostadm

Mariana Costa diz que a partida do pai, o grande amigo, e o câncer de mama viraram combustíveis para ela seguir adiante para conquistar o sonho de cursar Medicina. Foto: @marianacostadm

Tudo é emocionante, olhe o vídeo:

 

Tem mais vídeo:

 

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