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Em Marselha, um novo comerciante de sono condenado à prisão

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Em Marselha, um novo comerciante de sono condenado à prisão

A justiça do Marselha sancionou um novo proprietário de moradias insalubres, segunda -feira, 3 de março: Abdelmajid Bensaïd Aouel, 42 anos, foi condenado a três anos de prisão, incluindo um ano suspenso de estágio e uma multa de 150.000 euros por ter alugado estúdios, apesar dos decretos de perigos e insalubes. Um mandado de alerta com um efeito atrasado foi pronunciado para a execução dos dois anos de prisão firme.

Proprietário de 34 imóveis, incluindo sua vila em Aubagne (Bouches-Du-Rhône) e uma residência em Antalya na Turquia, ele havia adquirido, entre 2015 e 2021, 29 dos 269 habitações da residência de Gyptis, localizadas no distrito de Belle-de-Mai, em 3e Distrito de Marselha. Oito andares de altura, este último é atingido por várias condições e condições insalubres. O preço médio das aquisições do Sr. Bensaïd Aouel foi de 12.750 euros por estúdio, para aluguéis mensais coletados em torno de 400 euros.

Ex-diretor dos restaurantes do McDonald’s, ex-assistente do Tribunal de Assuntos da Seguridade Social e candidato às eleições legislativas de 2022 em Marselha, o Sr. Bensaïd Aouel se apresentou durante os debates como “Uma vítima de políticas públicas” Em termos de acomodação, animada pelo desejo de ajudar as pessoas em dificuldade. O tribunal, por outro lado, considerou que tem “Pouco crédito à dignidade humana de seus inquilinos”.

Ele terá que pagar mais de 100.000 euros em danos a nove de seus inquilinos e mais de 138.000 euros à cidade de Marselha por suas intervenções no prédio e pela renovação dos habitantes após a evacuação de Gyptis em março de 2023.

Segunda convicção mais pesada

Após a condenação sênior em janeiro de 2024Gérard Gallas, com cinco anos de prisão, incluindo quatro fechados, essa sanção é a segunda mais pesada atingindo um comerciante de sono desde que o Ministério Público de Marselha ergueu a luta contra o habitat indigno de sua política criminal.

Os testemunhos dos inquilinos e dos vídeos transmitidos na audiência em janeiro mostraram que a habitação atormentou por moldes e devastada por danos causados ​​pela água, certas portas de entrada tendo sido roubadas. As áreas comuns, sem luz e congestionadas com lixo, foram ocupadas por uma rede de narcóticos, causando brigas com uma faca.

A acomodação foi infestada de prejudicial. “Olhe lá, ratos, eles lutam”havia dito aos investigadores uma mulher. O tribunal apontou a vulnerabilidade dos inquilinos, migrantes em uma estadia irregular que não teve outra escolha. “Eu estaria lá fora se não tivesse essa acomodação”havia reconhecido um senegalês. “Quando chego em casa do trabalho, vou para a cama, assim, não preciso de aquecer”havia especificado um pedreiro: “É um pouco melhor que a rua. »»

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Em Marselha, a sempre aguda crise de habitat indigna

Entrada de 44.000 euros e uma proibição de adquirir acomodações

O tribunal ordenou a experiência médica para uma mulher na época grávida, cujo bebê morreu quando ela inalou a fumaça de um dos muitos incêndios. “Quem, além de pessoas vulneráveis, pode viver em tais condições?” »»havia mudado o promotor, que solicitou uma sentença ainda mais severa de quatro anos de prisão com uma multa de 300.000 euros.

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Os juízes confiscaram 44.000 euros apreendidos nas contas do Sr. Bensaïd Aouel e o proibiram por dez anos de comprar imóveis para acomodação. Por outro lado, o Tribunal não apreendeu seus 29 estúdios de Gyptis, para não adicionar uma dificuldade legal às operações de controle da terra iniciadas pelas autoridades públicas neste condomínio, “O mais degradado na França” Nas palavras do promotor.

Em 7 de julho, outro passo importante era esperado nesta luta contra moradias indignas na segunda cidade na França Com a renderização do julgamento do colapso da Rue d’Aubagneum drama que causou a morte de 8 pessoas em 2018 e lançou uma luz crua sobre esse flagelo.

Leia La Tribune | Artigo reservado para nossos assinantes Trial da Rue d’Aubagne: “O problema do habitat indigno ainda está lá”

O mundo com AFP



Leia Mais: Le Monde

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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