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Em todo o sul global, a morte da USAID levanta temores de malária, ressurgimento da TB | Notícias sobre pobreza e desenvolvimento

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Em todo o sul global, a morte da USAID levanta temores de malária, ressurgimento da TB | Notícias sobre pobreza e desenvolvimento

Taipei, Taiwan – Até recentemente, a sub-região Mekong do sudeste da Ásia parecia estar a caminho de alcançar seu objetivo de eliminar a malária até 2030.

Nomeado para o rio de 4.900 quilômetros (3.000 milhas) que vai do sudoeste da China através de Mianmar, Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã, a área há muito tempo é afligida pela doença transmitida por mosquitos.

De 2010 a 2023, o número de casos causados ​​pelo parasita da malária mais comum diminuiu de quase meio milhão para menos de 248.000, de acordo com o Fundo Global, uma organização financiada pelo governo dos Estados Unidos que é o maior financiador mundial de programas para prevenir, tratar e cuidar do HIV/AIDS, tuberculose e malária.

Quase 229.000 desses casos foram relatados em um único país, Mianmar, onde a doença explodiu com o surto de uma guerra civil em 2021 e o deslocamento de milhões de pessoas.

Como o presidente do presidente dos EUA, Donald Trump reduz severamente a ajuda externa Com o desmantelamento efetivo da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), os ativistas da saúde agora temem que o progresso feito no Mekong seja perdido depois que as autoridades direcionaram a iniciativa anti-malária de Mianmar para eliminação.

“Estávamos jogando todos os nossos recursos em (Mianmar), mas, ao parar isso, a malária vai voltar ao sudeste da Ásia e à sub-região Mekong”, disse Alexandra Wharton-Smith, que trabalhou no programa Mianmar da USAID até ser demitido pelo governo Trump, à Al Jazeera da THALAILAND.

O governo de Mianmar estimou que os casos aumentaram 300 % desde o início da Guerra Civil, mas a Wharton-Smith disse que pesquisas independentes indicam que o número real é mais que o dobro.

Novos casos também estão surgindo em partes da Tailândia que não viram malária há anos, pois refugiados e migrantes de Mianmar atravessam a fronteira e provavelmente aumentarão ainda mais a suspensão dos programas para combater a doença, disse Wharton-Smith.

Um funcionário da saúde pública possui slides de exames de sangue retirados de crianças que vivem na fronteira tailandesa-Myanmar, em uma clínica de malária no distrito de Sai Yok, província de Kanchanaburi, Tailândia (arquivo: sukree sukplang/reuters)

A reversão do financiamento para os esforços anti-malária no Mekong é apenas um dos muitos exemplos de cortes que estão alarmando entre trabalhadores humanitários em todo o sul global, onde o colapso da USAID ameaça décadas de progresso contra crises de saúde, como tuberculose, HIV/AIDS, Ebola e desnutrição.

Na quarta -feira, um dos principais funcionários das Nações Unidas para Assuntos Humanitários disse que o governo Trump tinha entregou um “choque sísmico” ao setor de ajuda global.

“Muitos morrerão porque essa ajuda está secando”, disse Tom Fletcher, chefe do escritório da ONU para a coordenação de assuntos humanitários (OCHA), em entrevista coletiva na segunda -feira.

Uma vez a principal fonte de ajuda internacional do mundo, A USAID deve cortar 5.200 de seus 6.200 programas – Cerca de 83 % do total – de acordo com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.

“Os 5200 contratos que agora são cancelados gastos com dezenas de bilhões de dólares de maneiras que não serviram (e, em alguns casos, até prejudicaram), os principais interesses nacionais dos Estados Unidos”, disse Rubio na segunda -feira.

Os demais contratos serão supervisionado pelo Departamento de Estado dos EUA, Ele disse.

O anúncio encerrou seis semanas de turbulência para a agência que começou em 20 de janeiro, quando Trump emitiu uma “pausa” de 90 dias sobre a assistência ao desenvolvimento dos EUA.

Milhares de funcionários da USAID, contratados e equipe de suporte foram colocados de licença ou franziram quando projetos em todo o mundo receberam uma “ordem de trabalho de parada” e parou.

A confusão seguiu quando as ONGs se esforçaram para preencher lacunas orçamentárias e entender quais programas se qualificaram para uma renúncia anunciada para parceiros que salvam vidas.

A Suprema Corte na semana passada ordenou que o governo Trump cumpriu a decisão de um tribunal de primeira instância ordenando o governo Para liberar US $ 2 bilhões em pagamento de volta aos parceiros e contratados da USAID antes da pausa.

Na segunda -feira, um juiz federal pediu novamente ao governo Trump que liberasse os fundos “ilegalmente”, argumentando que eles já haviam sido apropriados pelo Congresso dos EUA para um propósito específico.

A assistência ao desenvolvimento dos EUA tem sido um alvo principal do Departamento de Eficiência do Governo (DOGE), liderado por Elon Musk, o homem mais rico do mundo e um consultor próximo de Trump.

Os ex -trabalhadores da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) mostram seu apoio aos trabalhadores da USAID, recuperando seus pertences pessoais da sede da USAID em Washington, quinta -feira, 27 de fevereiro de 2025. (AP Photo/Manuel Balce Ceneta)
Ex -funcionários da USAID se reúnem para apoiar a equipe atual enquanto recupera seus pertences pessoais da sede da USAID em Washington, DC, Estados Unidos, em 27 de fevereiro de 2025 (Manuel Balce Ceneta/AP Photo)

Catherine Kyobutungi, diretora executiva do Centro de Pesquisa da População e Saúde Africana em Nairóbi, Quênia, disse que, embora ela tenha concordado que a USAID deveria ser reformada, a estripar a agência pelo governo Trump demonstrou uma “falta total de entendimento em como o mundo funciona”.

“Fizemos o caso de o mecanismo de financiamento da USAID ser muito, muito ineficiente. Não houve muita atenção ao impacto, à sustentabilidade a longo prazo e coisas assim, por isso não era um sistema perfeito. O problema é que você não abre um sistema imperfeito da noite para o dia ”, disse Kyobutungi à Al Jazeera.

“Não é apenas que as pessoas apareçam e dispensem pílulas por resistência médica, há toda uma estrutura” na assistência humanitária, disse Kyobutungi.

“É o total desrespeito de como as coisas funcionam, como o mundo funciona, como os projetos são executados, isso é apenas surpreendente”.

Ajuda politizada

Embora o impacto total dos cortes da USAID ainda esteja para ser visto, um trabalhador humanitário em uma organização sem fins lucrativos que trabalha em desnutrição em várias regiões, incluindo a África e o Oriente Médio, disse que qualquer atraso no financiamento pode ser mortal.

Entre os mais em risco estão as crianças que estão sendo tratadas em unidades de terapia intensiva em estações de alimentação de emergência para complicações como falência de órgãos e hipoglicemia, disse o trabalhador humanitário, que falou sob condição de anonimato.

“A comunidade humanitária global tem milhares de centros de estabilização em todo o mundo, apoiados pelos fundos do governo dos EUA”, disse a pessoa à Al Jazeera, pedindo para não ser identificada devido a temores de repercussões.

“Isso é crucial porque, com todos os altos e baixos das pessoas que aguardam pedidos de renúncia para retomar os programas, os problemas de fluxo de caixa … não podemos permitir que esses centros fechem por um dia. Porque se as luzes se apagam nesses centros, vemos crianças morrendo. ”

“Até agora, isso nunca foi uma questão política. Alimentar crianças famintas era uma questão bipartidária, e a ajuda humanitária foi apolítica. Agora eles politizaram isso ”, acrescentou o trabalhador.

Também não está claro como os principais projetos dos EUA, como o Plano de Emergência do Presidente, a Aids Relief (Pepfar) e a iniciativa da malária do presidente se sairão no futuro.

Fundada pelo presidente republicano George W Bush há 20 anos, os projetos são creditados por salvar mais de 32 milhões de vidas, de acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e dados arquivados da USAID.

Ambos são financiados pelo Congresso, mas implementados por meio de agências governamentais como a USAID e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, que também foram alvo das medidas de corte de custos da Doge.

A UNAIDS, um grande parceiro da Pepfar, disse no mês passado que foi notificado que o governo dos EUA estava encerrando seu relacionamento em vigor imediatamente. A agência disse Programas de HIV em pelo menos 55 países havia relatado cortes no financiamento.

Sibusisiwe Ngalombi, 42 anos, profissional de saúde da comunidade, mostra uma jaqueta da USAID que ela costumava usar em Harare, Zimbábue, sexta -feira, 7 de fevereiro de 2025. (AP Photo/Aaron Ufumeli)
Sibusisiwe Ngalombi, um profissional de saúde da comunidade, mostra uma jaqueta da USAID que ela costumava usar em Harare, Zimbábue, em 7 de fevereiro de 2025 (foto de Aaron Ufumeli/AP)

Subsídios para programas da UNICEF direcionados à poliomielite também foram encerrados, de acordo com a ONU, assim como o financiamento do Fundo da População da ONU, que supervisiona os programas de saúde reprodutiva e sexual.

A USAID negou explicitamente renúncias a qualquer programa vinculado ao planejamento familiar ou ao chamado “ideologia de gênero”.

As ONGs no terreno na Ásia, a África e em outros lugares agora estão lutando para preencher lacunas no financiamento e estão enfrentando grandes interrupções no serviço, pois receberam uma “ordem de trabalho de parada” durante a “pausa” da USAID de 90 dias.

O pronunciamento mais recente de Rubio na USAID fez pouco para esclarecer a confusão, enquanto alimentos financiados pela USAID e itens essenciais permanecem trancados em armazéns, de acordo com duas fontes de ONGs.

De volta ao Mekong, Wharton-Smith, ex-consultor do programa de Mianmar da USAID, disse que estava preocupada que uma gota de casos de malária na fronteira de Mianmar nos últimos dois anos pudesse se transformar em uma inundação com a retirada da USAID.

“Vamos ter mais malária onde não houve malária antes. Muitas pessoas perderam a imunidade, o que pode significar mortes ”, disse ela.

“O que acontece quando paramos de tratar dezenas de milhares de pessoas para a malária? Em poucas semanas, a estação chuvosa está chegando e depois no verão. Vai ser um desastre. ”



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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