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Emprego temporário no fim de ano tem 450 mil vagas; Shopee, Coca e outras estão contratando

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Se você está procurando um emprego temporário para o fim do ano, a hora é esta!  Segundo a Asserttem, Associação Brasileira do Trabalho Temporário, o país deve gerar, neste último trimestre do ano, aproximadamente 450 mil vagas de emprego.

As maiores contratações serão na indústria, serviço e comércio. Para sair na frente dos concorrentes, um currículo objetivo e direto é importante.

Além disso, não deixe de colocar suas habilidades e experiência profissional relacionada. Lembre-se: apesar de a vaga ser temporária, no final, ela pode virar definitiva!

Oportunidades bombando!

No Brasil, várias empresas estão a todo vapor, contratando. A Shopee, por exemplo, está com 3.500 vagas temporárias na área de logística. Os interessados devem se cadastrar no site da empresa. Clique aqui!

Já a Pernambucanas, tem 1,7 mil vagas em todo o país. Todas as oportunidades são para atuar nas lojas físicas. Clique aqui para se candidatar!

Outras companhias que também estão com vagas abertas são a Coca-Cola, Americanas, WE CAN BR e Grupo Habitasul.

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Currículo é importante

Mais importante do que mandar bem na entrevista, é ter um currículo bem feito. Ele é sua porta de entrada para a vaga.

Veja as dicas do G1 para montar o melhor currículo e conquistar um emprego!

  • Vá direto ao ponto: ir direto ao ponto é importante. Use frases curtas, que podem resumir exatamente o que você procura. Logo de cara mostrar a experiência que tem e qual tipo de vaga busca, pode ajudar.
  • Experiência relacionada: deixe no documento apenas experiência profissional relacionada aquela vaga que você está aplicando. Liste os empregos anteriores em forma de lista. No topo deve estar aquele que mais tem relação com o cargo.
  • Não esqueça as habilidades: as suas habilidades, também conhecidas como competências técnicas para a função temporário. Atividades como rápida adaptação, proatividade, colaboração e agilidade são importantes.
  • Disponibilidade e flexibilidade: mostrar flexibilidade de horário é um diferencial. Isso porque os empregadores estão à procura de funcionários que possam se adaptar à rotina de trabalho. Na grande maioria, os trabalhos temporários são por escalas.
  • Visual importa: não deixe de se atentar ao visual de seu currículo. Mesmo em vagas temporárias, um portfólio visual, ou um currículo bem diagramado, torna a vida do recrutador mais fácil.
  • Use referências: use e abuse das referências. Experiências passadas têm peso significativo em trabalhos temporários, assim, inclua o contato de antigos supervisores que possam atestar suas habilidades.

De temporário para definitivo!

Depois de conquistar a vaga temporária, é importante trabalhar bem para que ela possa se tornar definitiva.

Evite faltar sem justificar, atrasos e problemas internos. Além disso, ter uma alta qualidade e produtividade pode abrir os olhos dos gestores para o seu trabalho.

Ter uma boa relação com a equipe, flexibilidade e disposição para aprender também contam pontos.

Uma outra maneira de conquistar os supervisores é pedir feedbacks. Eles te ajudam a entender mais sobre seu desempenho, mas também criar oportunidades para crescer.

Ter flexibilidade de horários é um ponto positivo para os empregos temporários. Normalmente eles são por escala! - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil Ter flexibilidade de horários é um ponto positivo para os empregos temporários. Normalmente eles são por escala! – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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