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Energia limpa: empresas ampliam biometano no Rio – 23/12/2024 – Mercado
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1 ano atrásem
Gustavo Gonçalves
O Grupo Orizon e a Gás Verde anunciaram a criação de duas empresas para construir e operar plantas de produção de biometano em aterros sanitários de São Gonçalo e Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. O objetivo da aliança, chamada de joint venture, é aumentar a oferta desse gás obtido do lixo, atendendo a um mercado onde a demanda supera a capacidade atual.
Cada planta terá capacidade para produzir até 100 mil metros cúbicos de biometano por dia. Ambas pretendem concluir o plano de negócios em até quatro meses, quando será definido o valor do investimento, a depender das tecnologias escolhidas.
O biometano, produzido a partir de resíduos orgânicos em aterros e usinas, é uma alternativa renovável aos combustíveis fósseis. O gás abastece indústrias, veículos e postos de combustíveis, reduzindo emissões de carbono. Com forte impacto na descarbonização de operações industriais e frotas, o biogás atrai empresas alinhadas à transição energética.
Produção ainda insuficiente para a demanda
O Brasil produz atualmente cerca de 400 mil metros cúbicos de biometano por dia, enquanto o mercado nacional pode atingir 2,15 milhões de metros cúbicos diários até 2028. A Gás Verde, produtora brasileira de gás renovável, responde por 160 mil metros cúbicos dessa produção e projeta triplicar sua capacidade até o final da década.
A ampliação é uma tentativa de atender ao setor industrial e a empresas que buscam descarbonizar suas operações. Grandes consumidores, como Ambev, Nestlé e L’Oréal, já utilizam o biometano em substituição a combustíveis fósseis, tanto em processos industriais quanto no abastecimento de frotas.
“Vamos ampliar a oferta de biometano para o mercado, que já enxerga no biometano a solução eficaz para descarbonização da indústria e de frotas leves e pesadas”, afirmou o CEO da Gás Verde, Marcel Jorand.
A produção prevista nas novas plantas deve reforçar a presença do gás em mercados onde a pressão por alternativas sustentáveis é crescente.
Com essa expansão, a Gás Verde também planeja inaugurar em 2025 uma planta de produção de CO2 verde no estado do Rio de Janeiro, que deve atender indústrias como alimentos e bebidas.
Já a Orizon, especializada em valorização de resíduos, sinaliza que o modelo de parceria com a Gás Verde poderá ser replicado em outros estados e aterros operados pelo grupo. Recentemente, a empresa fechou novos acordos, como o contrato com a Edge para biometano no Ecoparque de Itapevi e o fornecimento do gás produzido em Tremembé para a Neogás, com garantia da Ultragaz.
A Orizon opera atualmente 17 ecoparques em 12 estados brasileiros, com capacidade estimada de geração de 2,7 milhões de metros cúbicos de biogás por dia. A experiência da empresa inclui iniciativas como a Biometano Verde Paulínia, desenvolvida em parceria com a Edge, que transforma biogás em biometano no Ecoparque de Paulínia (SP).
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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