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No mundo do futebol feminino, o confronto entre Espanha e Canadá é um dos mais aguardados, especialmente após o recente desenvolvimento e crescimento das seleções em competições internacionais. A partida amistosa, marcada para 25 de outubro de 2024, promete ser um duelo emocionante, com duas equipes de grande talento e experiência se enfrentando em Almendralejo, no Estádio Francisco de la Hera.

As trajetórias de Espanha e Canadá no futebol feminino

A seleção feminina da Espanha tem se destacado nos últimos anos, mostrando uma evolução notável, tanto nas categorias de base quanto no time principal. O futebol espanhol é caracterizado por sua técnica refinada, controle de bola e táticas bem definidas, o que tem se refletido em suas atuações nos torneios internacionais. A conquista da Copa do Mundo Feminina de 2023 foi um marco para a equipe, consolidando a Espanha como uma potência mundial no esporte.

Por outro lado, o Canadá também vem construindo uma história sólida no futebol feminino. Conhecido por sua força física e disciplina tática, o time canadense foi medalhista de ouro nas Olimpíadas de 2021, um feito que elevou ainda mais a moral e a confiança da equipe. Embora o Canadá não tenha vencido uma Copa do Mundo, a equipe sempre figura entre as favoritas em grandes competições, competindo de igual para igual com as melhores seleções do mundo.

O desempenho recente das seleções

Nos amistosos e competições recentes, tanto a Espanha quanto o Canadá têm mostrado um excelente desempenho. A seleção espanhola, sob o comando de Montse Tomé, trouxe uma abordagem inovadora, misturando jogadoras jovens com talentos mais experientes. Jogadoras como Alexia Putellas, vencedora de múltiplos prêmios individuais, e Aitana Bonmatí, que brilhou no Mundial de 2023, são peças-chave nesse elenco.

Já o Canadá, liderado pela técnica Bev Priestman, também traz uma combinação equilibrada de juventude e experiência. Atletas como Christine Sinclair, uma das maiores artilheiras da história do futebol feminino, continuam sendo uma força no ataque, ao lado de novas estrelas que vêm se destacando nas competições internacionais.

Em confrontos anteriores, a Espanha mostrou uma leve superioridade. Nos jogos mais recentes, a seleção espanhola derrotou o Canadá em competições de base, como na Copa do Mundo Sub-20 de 2024, um confronto em que a Espanha venceu por 2-1 em um jogo emocionante nas oitavas de final. Esse histórico recente aumenta ainda mais a expectativa para o amistoso de outubro, onde o Canadá tentará se recuperar e mostrar sua força contra as espanholas.

Preparação e escalações prováveis

Ambas as seleções estão em plena preparação para a partida, e os treinadores estão de olho na melhor estratégia para enfrentar o adversário. Na Espanha, espera-se que a escalação inclua jogadoras como Irene Paredes na defesa, além de Aitana Bonmatí e Jennifer Hermoso no meio-campo, responsáveis pela criação e finalização de jogadas.

No Canadá, Bev Priestman provavelmente apostará em um esquema equilibrado, com destaque para a jovem Jordyn Huitema no ataque, que tem sido uma promessa crescente, além de Janine Beckie e a lendária Christine Sinclair, que ainda é uma referência no futebol mundial.

O que esperar do confronto

O duelo entre Espanha e Canadá será uma batalha entre estilos de jogo distintos. A Espanha, com seu toque de bola refinado e controle tático, buscará impor seu ritmo, dominando a posse e buscando espaços para atacar. Por outro lado, o Canadá tentará explorar sua força física e velocidade nas transições rápidas, aproveitando contra-ataques e bolas paradas para surpreender a defesa espanhola.

Além disso, ambas as seleções possuem defesas sólidas, o que pode tornar o jogo um verdadeiro desafio para os atacantes. A Espanha, com uma linha defensiva liderada por Irene Paredes, terá que lidar com a ameaça aérea de Sinclair, enquanto o Canadá precisará de uma defesa atenta para conter as investidas de Bonmatí e Hermoso.

Impacto no cenário internacional

Este amistoso será mais do que apenas uma preparação para competições futuras. É uma oportunidade para ambas as seleções testarem suas formações, táticas e a integração de novas jogadoras. O resultado deste confronto pode influenciar diretamente o posicionamento e a moral das equipes para os próximos desafios, como a preparação para os Jogos Olímpicos de Paris 2024 e a Copa do Mundo de 2027.

A Espanha, já estabelecida como uma das maiores forças do futebol feminino, quer manter seu lugar no topo, enquanto o Canadá busca reafirmar seu status como uma das principais seleções do mundo. Com jogadoras talentosas e em excelente forma, o jogo tem todos os ingredientes para ser uma das melhores partidas do ano no futebol feminino.

Expectativas para o futuro

O futebol feminino tem crescido exponencialmente em popularidade, e partidas como Espanha vs. Canadá mostram o nível de qualidade que o esporte atingiu. Com investimentos crescentes em ligas femininas ao redor do mundo, mais visibilidade na mídia e um público cada vez mais envolvido, o futuro do futebol feminino parece promissor.

Este confronto amistoso entre duas potências globais não é apenas uma oportunidade para as jogadoras, mas também para o público, que poderá apreciar o melhor do futebol feminino em ação. Tanto Espanha quanto Canadá têm investido em suas categorias de base e em programas de desenvolvimento, o que garante que o futebol feminino continuará a crescer e oferecer competições de alto nível nos próximos anos.

O amistoso entre Espanha e Canadá no dia 25 de outubro de 2024 será um espetáculo do futebol feminino. Com duas seleções de altíssimo nível se enfrentando, os fãs podem esperar um jogo dinâmico, cheio de técnica, força e, acima de tudo, muita emoção. A preparação das equipes e o talento em campo prometem fazer deste um dos jogos mais memoráveis da temporada, com repercussões importantes para o futuro do esporte em ambos os países.

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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