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esquecer a política. Segredo da arrancada espetacular do Corinthians. Sete vitórias seguidas e Libertadores ‘à mão’ – R7 Esportes

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Virada impressionante do Corinthians diante do Criciúma. No fim do primeiro tempo, time perdia por 2 a 0. Venceu por 4 a 2, chegando a 50 pontos. Basta vencer o Bahia em Itaquera e empatar com o Grêmio, em Porto Alegre. E Libertadores de 2025 garantida

Cosme Rímoli|Do R7

01/12/2024 – 02h01 (Atualizado em 01/12/2024 – 10h00)

Bidu celebra gol na virada do Corinthians. Libertadores de 2025 bem próxima Corinthians

A empolgação era enorme no vestiário do Corinthians.

O time conseguiu virada impressionante, em Santa Catarina.

No final do primeiro tempo, o time perdia por 2 a 0.

Mas veio a reação, com direito a goleada.

Na segunda etapa, os corintianos marcaram quatro gols e não sofreram nenhum.

4 a 2, sétima vitória seguida.

E oitava colocação no Brasileiro.

Com direito a Yuri Alberto, com os dois gols que marcou, assumir a liderança entre os artilheiros da competição.

Deixou para trás Estêvão, do rival Palmeiras.

Os outros gols foram de Garro e de Matheus Bidu.

Mas o que interessa à direção e à Comissão Técnica é a proximidade da Libertadores.

De atormentado na zona do rebaixamento a quatro pontos da principal competição na América do Sul, em 2025.

O time está esbanjando confiança.

A empolgação de Ramón Díaz, que tem a certeza que ficará para a próxima temporada, era enorme após a partida de ontem.

Parecia que ele, seu filho Emiliano e os atletas comemoravam quase que um título.

“Estamos todos felizes, inclusive os torcedores. Exageramos um pouco com os festejos, mas faz parte. Quero agradecer o apoio que tivemos, apoio grande em um campo muito difícil. Terminamos jogando muito bem.”

O treinador argentino revelou o que a partida mostrou. No intervalo, ele decidiu recuar Raniele para atuar como terceiro zagueiro. E soltou os alas Matheuzinho e Matheus Bidu. Foi prova de firmeza e o resultado foi excelente.

O time ficou muito mais objetivo e efetivo no ataque.

“Não fomos eficiente na resolução das jogadas no primeiro tempo. Tivemos duas ou três situações para sair na frente e não conseguimos. No futebol, quando você não aproveita as chances, o adversário aproveita. Sabíamos como eles jogavam. Depois fizemos algumas correções, e a equipe se deu conta que não poderia jogar daquela maneira.

“Fico feliz pela reação, a intensidade, a atitude da equipe. Fomos diferentes no segundo tempo. Corinthians é um grande time, precisa sempre jogar com essa atitude. Terminamos fazendo uma grande partida”, comemorava Ramón.

O técnico tratou de elogiar Yuri Alberto, que está mais do que recuperado dos péssimos momentos que viveu na temporada.

Com direito a dois gols ontem.

Inteligente, Ramón Díaz destacou o grupo. E não só o artilheiro do Brasileiro.

“O grupo o está colocando em condições de fazer esses gols. O Romero deu dois passes para ele. O Yuri está em um grande momento, não podemos bobear como fizemos no primeiro tempo. O próprio Yuri perdeu um gol no primeiro tempo, mas não podemos passar por isso. A equipe está colocando o Yuri em condições. Estamos em um funcionamento para que todos os atacantes possam fazer os gols.

“Para nós, é um jogador muito importante. Sobre o ano que vem não há nada resolvido. Creio que temos algo grande a fazer que é terminar da melhor maneira e o mais acima possível. Quando você tem um goleador, consegue grandes resultados e alcança os objetivos. No Vasco, estive muito feliz com o Vegetti. Aqui, estou feliz pelo Yuri, Talles, Romero, Memphis. Todos eles.”

Por trás de toda essa evolução e alegria, o treinador revelou um pacto com os atletas.

Não falar na agitada política interna corintiana, com tentativa de impeachment do presidente Augusto Melo.

“Não conversamos sobre esse assunto. É um problema que não nos compete. O que precisamos e estamos fazendo é buscar o melhor para o Corinthians. Eu e os meus jogadores só queremos ganhar as partidas. Não vamos falar sobre situações que não são nossas.

“Nosso objetivo era tirar o Corinthians. da briga contra o rebaixamento. Creio que fizemos um trabalho em conjunto com o presidente e com os atletas. Nos blindamos e trabalhamos. Politicamente, não posso falar porque faz cinco meses que estou aqui, mas sei o que devemos fazer para sair de uma situação difícil. Nunca deixamos de trabalhar, de confiar no grupo de jogadores. Isso foi o melhor, estivemos todos juntos para cumprir o objetivo do Corinthians e poder festejar.”

Se os pontos fossem contados só a partir da chegada de Ramón Díaz, o Corinthians seria o quarto colocado no Brasileiro.

E não o oitavo.

Yuri Alberto revelou a obsessão do time pela Libertadores.

E explicou a virada contra o Criciúma.

“Mantivemos o pé no chão a todo o momento, mesmo depois de ter sofrido dois gols no primeiro tempo. Eu tive uma chance no primeiro tempo, na hora que fui chutar, a bola parou e eu me enrolei. A vitória nos deixa mais perto da Libertadores, é o nosso objetivo agora. É ponto a ponto, vamos conseguir esse objetivo.”

Há uma premiação extra, prometida pela direção do clube, caso os atletas consigam classificar o Corinthians à Libertadores.

O objetivo está muito próximo…

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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