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‘Está movimentado aqui’: o renascimento de Detroit toma forma após décadas de decadência | Detroit
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2 anos atrásem
Stephen Starr in Detroit
Quando o Reservar hotel Cadillac inaugurado em Detroit há um século neste mês, coroou a Motor City como uma das potências metropolitanas mais dominantes do planeta.
O hotel mais alto do mundo na época, ostentava mais de 1.100 quartos distribuídos em 31 andares. Naquela época, Detroit era um lugar onde todos queriam ver ou ser vistos como a indústria dominante da cidade – os automóveis – que alimentou o nascimento da mobilidade em massa para o resto do mundo.
Embora as décadas seguintes tenham sido menos gentis, hoje Detroit se encontra no meio de um ressurgimento.
No recentemente inaugurado Novo laboratório centro de tecnologia, que já foi um depósito de livros abandonado para o sistema escolar da cidade, robôs se movem por pisos de concreto. Lá fora, o turbilhão de um quadriciclo elétrico enche as ruas. Dentro do edifício, mais de 100 startups trabalham para descobrir o futuro da mobilidade.
Enquanto há um século atrás, imigrantes da Síria, Polónia e Irlanda desembarcavam na estação ferroviária central de Michigan, ao lado, hoje empresários e engenheiros de México, Noruega e além estão descendo sobre a cidade.
Muitos optaram por vir para Detroit em vez de Boston, Silicon Valley ou Austin porque uma nova onda de inovação – e um investimento no valor de 700 milhões de dólares por parte da Ford Motor Company, incentivos fiscais municipais e dinheiro de outros investidores – está a ajudar a revitalizar uma localidade que, por por tanto tempo serviu como garoto-propaganda da morte da cidade americana.
Livaquma startup fundada por David Medina, um empresário mexicano de 26 anos, está desenvolvendo veículos todo-o-terreno elétricos que reduzirão a poluição atmosférica e sonora em ambientes urbanos. A empresa norueguesa roda.me promete transformar qualquer objeto em um robô capaz de mover objetos enormes de forma autônoma e está trabalhando com alguns dos principais fabricantes de automóveis de Detroit.
“Quando queríamos expandir para o mercado dos EUA, a Siemens, um dos nossos principais clientes, tinha uma enorme base em Atlanta, então houve uma atração para nos mudarmos para lá”, diz Robert Skinner, natural de Detroit e diretor administrativo da EcoG nos EUA. , uma empresa de tecnologia de carregamento de veículos elétricos com sede em Munique.
“Mas quando a equipe veio para o Salão do Automóvel de Detroit, eles viram a recuperação, tudo o que está acontecendo – está agitado aqui. Tivemos uma reunião individual com o governador… Tudo isso ajudou a tomar a decisão de ficarmos baseados aqui.”
Há apenas uma década, a General Motors faliu e, com uma dívida de 18 mil milhões de dólares, a cidade ficou sem dinheiro, tornando-se a maior cidade dos EUA a falir. Os seus serviços de emergência foram encerrados à medida que, ao longo de décadas, cerca de 700.000 residentes abandonaram a cidade. e sua lista cada vez maior de problemas.
Durante todo esse tempo, o enorme Michigan O edifício central e o antigo depósito de livros ao lado serviram como uma lembrança do grande e distante passado de Detroit e do declínio mais recente.
Em 2018, a Ford Motor Company comprou o terreno de 90 acres por US$ 90 milhões e, desde então, gastou 1,7 milhão de horas de trabalho envolvendo milhares de comerciantes para trazer o impressionante edifício clássico de belas artes de volta à sua antiga glória.
“No seu auge (na década de 1940), 4.000 pessoas caminhavam pela Central de Michigan todos os dias (pegando trens de e para Detroit)”, diz Josh Sirefman, CEO da Central de Michigan.
“Recentemente, 4.000 pessoas vieram usar o prédio novamente. Há uma espécie de poesia nisso. É uma declaração importante sobre as coisas voltando à vida.”
O renascimento da área foi marcado por um concerto no verão passado, onde milhares de ingressos para ver artistas como os nativos de Detroit, Diana Ross e Eminem, foram adquiridos em poucas horas.
Sendo a maior cidade de maioria negra do país, os esforços para promover a inovação liderada pelas minorias têm feito parte da história do renascimento.
Na primavera de 2023, Alexa Turnage e seu marido, Johnnie, fundaram Sábados de tecnologia negra depois de ser informado de que os fundadores e empreendedores da tecnologia negra “não existem”.
“Começaríamos aqui às 10h aos sábados, e às 17h as pessoas ainda apareciam querendo se envolver”, diz Johnnie.
Desde então, a organização realizou dezenas de workshops e eventos de networking em apoio às comunidades de tecnologia negra locais e nacionais a partir de sua base em Michigan Central.
“Nosso maior evento foi quando tivemos um mulher fundadora aquisição março passado. Cerca de 1.200 pessoas compareceram. Ocupamos todos os três andares deste prédio.”
Centenas de estudantes do ensino médio também passaram pelo programa Code Next do Google, um esforço que também está realizado na Michigan Central.
Não é apenas Michigan Central que está passando por um renascimento.
Há uma década, a maioria dos arranha-céus do centro de Detroit estavam abandonados ou abandonados. Hoje, cada um foi reformado em diversos estados e todos estão ocupados mais uma vez.
A recuperação da Book Tower, um edifício de 38 andares em estilo renascentista, é especialmente satisfatória para muitos.
“É difícil exagerar quantos danos foram causados ao edifício. Foi uma combinação de deterioração – painéis de pedra saltando das paredes, tetos de vidro pintados caindo – e danos”, diz Jamie Witherspoon, da Bedrock, uma empresa imobiliária de propriedade de Dan Gilbert, o bilionário de Detroit dono da Rocket Mortgage e do Cleveland da NBA. Cavaleiros.
O projeto central da Bedrock na última década foi trazer a Torre do Livro de volta à vida.
O prédio ficou vazio por seis anos antes que Gilbert e sua equipe chegassem com recursos financeiros para adaptar a antiga torre de escritórios aos paladares do século XXI.
No ano passado, e quase US$ 400 milhões depois, foi inaugurado como um impressionante espaço de uso misto com cinco restaurantes, centenas de apartamentos, 117 suítes para estadias prolongadas e dezenas de cariátides olhando para a vida em um centro de cidade ressurgente. Revista Architectural Digest deu-lhe um nome um dos edifícios reaproveitados mais bonitos do mundo.
“Vimos isso como uma oportunidade, em algum nível, de pegar o que tinha sido um exemplo da decadência urbana e transformá-lo em um lugar para muitas pessoas diferentes virem e experimentarem”, diz Witherspoon.
Ainda assim, a cidade enfrenta grandes desafios.
A pobreza em Detroit é quase três vezes média nacional, enquanto o aumento vertiginoso dos custos de habitação em bairros gentrificados vi alguns moradores‘ vidas de cabeça para baixo.
Quando a General Motors pediu recentemente à cidade de Detroit que arrecadasse US$ 250 milhões para ajudar a renovar seus icônicos arranha-céus RenCen, alguns grupos de residentes recusaram.
Mas a trajetória ascendente da cidade é inegável.
Em um terreno próximo ao Michigan Central, o Detroit City FC espera construir um novo estádio nas proximidades do bairro de Mexicantown, comunidade da qual o time de futebol recebe grande parte de seu apoio.
No ano passado, o a população da cidade cresceu pela primeira vez desde o final da década de 1950.
“Eles dirigem de Ohio, Kentucky (e) Tennessee. Recebemos pessoas de Baltimore, Nova York e Toronto. Uma pessoa veio do Brasil”, diz Johnnie Turnage sobre as pessoas que compareceram aos eventos Black Tech Saturdays.
“Temos um colaborador em Los Angeles que está pensando em se mudar para cá.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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