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Estudantes têm até segunda-feira (29) para quitar dívidas com o Fies

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Quem precisa ou está em processo de renegociação da dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deve ficar atento ao prazo para realizar o procedimento. Estudantes que contrataram o benefício até o ano de 2017 e estão com atrasos acima de 90 dias terão até a próxima segunda-feira (29) para quitar a dívida.

Os estudantes contam com duas formas de renegociação: o pagamento por reescalonamento ou novo parcelamento. Porém, será preciso pagar uma parcela de entrada, em espécie, que corresponde a 10% do valor consolidado da dívida em atraso ou no valor de R$ 1mil, o que for maior.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Educação (MEC) no primeiro semestre deste ano e pode ser realizada diretamente com o agente financeiro. De acordo com dados da pasta, o programa soma mais de R$ 10 bilhões em dívidas.

O Banco do Brasil disponibilizou uma opção para renegociação dessa dívida por meio do seu aplicativo. Para isso, é preciso entrar no APP do BB, clicar no menu “Soluções e Dívidas” e “Renegociar Fies”. A ferramenta de renegociação de operações do Fies por dispositivos móveis é oferecida em caráter exclusivo pelo Banco do Brasil.

Essa possibilidade também pode ser usada pelos clientes com fiador e para os serviços de consulta e de simulação. Porém, nesses casos, o cliente terá de ir a uma agência para concluir a renegociação iniciada no aplicativo.

Como começar a graduação sem o Fies

Quem deseja começar uma graduação, mas não têm condições de pagar as mensalidades das universidades particulares, mas não quer continuar pagando depois de formado, pode buscar alternativas ao Fies. As principais delas são as bolsas de estudo para faculdade. As que beneficiam um maior número de estudantes é o Programa Universidade para Todos (Prouni), que também é do governo federal, e o Educa Mais Brasil, este último de iniciativa privada.

Fonte Agência Educa Mais Brasil

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Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”.  Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso. Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.

FONTE: FOLHAPRESS

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BRASIL

Com o Brasil vivendo surtos de doenças, governo Bolsonaro quer reduzir compra de vacinas em R$ 393,7 milhões

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Com o Brasil vivenciando um surto de sarampo, além do aumento dos casos de febre amarela, o Ministério da Saúde quer reduzir as despesas com a aquisição e distribuição de vacinas em R$ 393,7 milhões no próximo ano. A proposta de corte está contida no projeto de lei orçamentária que foi encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no final de agosto. 

O valor é 7% inferior aos R$ 5,3 bilhões previstos para este exercício e ainda poderá ser encolhido, já que R$ 1,4 bilhão, do total de R$ 4,9 previsto para 2020 terá sua liberação condicionada a uma aprovação legislativa extraordinária. 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde que apesar do corte orçamentário “não faltarão recursos para a aquisição de vacinas”. Ainda segundo a pasta, o governo está “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria a redução orçamentária para   das vacinas no próximo ano. 

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