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EUA acusam oficial iraniano de suposta conspiração para matar ativista em Nova York | Notícias sobre crimes

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O Departamento de Justiça dos EUA afirma que Ruhollah Bazgandi, do IRGC, liderou um esquema de assassinato de aluguel para matar o dissidente Masih Alinejad.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou formalmente um alto funcionário do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã de envolvimento em uma conspiração de 2022 para matar um dissidente iraniano-americano na cidade de Nova York.

As acusações de homicídio de aluguel e lavagem de dinheiro contra Ruhollah Bazghandi e três outros cidadãos iranianos foram reveladas na terça-feira como parte de uma acusação revisada que expõe o suposto esquema.

O Departamento de Justiça não nomeou o alvo da suposta conspiração, mas o jornalista e ativista iraniano-americano Masih Alinejad confirmou que ela era a vítima em potencial.

“A revelação de que o plano de assassinato contra mim em julho de 2022 foi orquestrado pelo IRGC de Ali Khamenei é um lembrete claro dos extremos brutais que o regime islâmico irá para silenciar os dissidentes, mesmo aqueles muito além das fronteiras do Irã”, disse ela, referindo-se a O líder supremo do Irã.

No ano passado, o Departamento de Justiça acusou várias pessoas de tentarem matar Alinejad. Um dos suspeitos – Khalid Mehdiyev – foi preso em frente à casa dela com um rifle.

De acordo com a acusação, Bazghandi e outras autoridades iranianas contrataram membros de uma organização criminosa do Leste Europeu para matar Alinejad.

Bazghhandi e os outros três cidadãos iranianos, que residem no Irão, continuam foragidos, disseram as autoridades dos EUA.

O Departamento de Justiça disse que Bazghandi é “um brigadeiro-general do IRGC e já serviu como chefe de uma Organização de Inteligência do IRGC (IRGC-IO)”.

Numa declaração na terça-feira, o procurador-geral dos EUA, Merrick Garland, disse: “Não toleraremos esforços de um regime autoritário como o Irão para minar os direitos fundamentais garantidos a todos os americanos”.

Alinejad tem criticado abertamente o governo iraniano e o tratamento que dispensa às mulheres, incluindo a aplicação de hijab obrigatório no país.

Em 2021, os procuradores dos EUA também acusaram quatro iranianos, alegadamente agentes de inteligência, de conspirando para sequestrar Alinejad.

Teerã rejeitou as alegações de envolvimento na conspiração de sequestro naquela época como “ridículas e infundadas”.

Desde o início da ofensiva israelita em Gaza, que matou mais de 42.700 palestinianos, Alinejad tem pressionado para retratar o Hamas como um representante iraniano, apelando ao fim do actual sistema de governo em Teerão.

As acusações de terça-feira surgem no meio de um grande impasse no Médio Oriente, com a antecipação de um ataque de Israel – o principal aliado dos EUA na região – contra o Irão.

Presidente dos EUA, Joe Biden sugeriu que ele está ciente de como e quando o ataque israelense ocorrerá. Autoridades dos EUA já haviam prometido “graves consequências” para um ataque de foguetes iraniano contra Israel em 1º de outubro.

Irã direcionado bases militares em Israel em resposta ao assassinato do chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, e aos assassinatos do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, e de um general iraniano, em Beirute.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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