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Ex-acumuladora agora ajuda pessoas a colocarem a casa em ordem; vídeo

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Lisa Curtis transformou o prazer de colecionar em um mal hábito, mas mudou completamente. De ex-acumuladora de quinquilharias e lixo, ela se transformou em apoio para ajudar as pessoas colocarem a casa em ordem.

Essa britânica criou um perfil no TikTok cujos vídeos viralizaram. Ali, ela explica em detalhes, com desfazer de coisas inúteis e que ocupam lugar. Também ensina a por ordem em casa.

Com o perfil “Mãe Desordem”, Lisa também atende em domicílio. Segundo ela, os  acumuladores, em geral, reúnem objetos, de forma aleatória e, não sabem explicar o porquê de suas escolhas.

História pessoal

Mãe de três filhos, Lisa se deu conta que era uma acumuladora ao ter de organizar a casa do pai, quando ele morreu.

A ex-acumuladora descobriu que a casa dele era um caos e estava lotada de objetos inúteis. O pai dela simplesmente não jogava nada fora e, desde a morte da mãe, ele passou a reunir antigos objetos dela, como se assim, amenizasse a dor.

Foi aí que Lisa percebeu que tinha hábitos muito parecidos com os do pai. Ela acreditava que era uma característica sua “colecionar”.

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Trabalho social

A partir da própria história, Lisa resolveu ajudar as pessoas. “Eu posso ajudar as pessoas porque entendo como elas se sentem”, disse. “Não é só preguiça, há uma história por trás de cada acumulador.” No seu perfil, ela dá muitas dicas.

Para Lisa, os principais desafios envolvem lixo e muita sujeira, como cadeiras infestadas de ratos e animais mortos nunca levados para fora. “Eu trabalho com muitos caras mais velhos, cujas casas são abarrotadas de coisas.”

A ex-acumuladora também ajuda mulheres, que são compradora compulsivas, entre utensílios domésticos e artesanato. “Conheci uma senhora que tinha milhares de revistas de tricô, todas completamente fechadas.”

Sem explicações

Lisa conta um dos casos mais difíceis que lidou foi com um homem, que armazenava seu próprio xixi. “Ele não conseguiu dar uma resposta. Ele simplesmente não conseguia se livrar de nada.”

Segundo a ex-acumuladora, o processo de armazenar e entulhar é lento. De acordo com ela, quem tem a tendência deve se policiar sempre. O caminho, ensina, é o de conscientizar as pessoas, para que não se sintam envergonhadas.

“Comentários maldosos são o que impedem as pessoas de pedir ajuda, mas todo mundo tem uma história e, se você soubesse a deles, estaria menos inclinado a dizer coisas horríveis”, afirmou ela ao GNN.

Lisa Curtis, ex-acumuladora, que mudou de vida e hoje ajuda as pessoas a colocarem ordem em casa. Não é uma missão simples. Ela, inclusive, tem um perfil nas redes sociais. Foto: @motherclutteruk

O vídeo em que há mais 2,8 milhões de visualizações, ela organiza um pequeno quarto onde não havia espaço andar:

 

@motherclutteruk PART 2 of queenies #bedroom #reset cant believe i got to the end of this and its a lovely #surprise for her when she gets #home from the #festival so I’ve taken her #barbie and #sindy #collection to my room and we will go through and decide whats to keep and what can go all other collections are now at least together and we can go through those too and see what can go all in all a fabulous and successful #mega #declutter ! Now theres room for a #sofa or #chaiselounge which shes wanted for a long time and #tbh it was time for a lot of the more #childish #toys to go find a new #foreverhome ! #motherclutter #motherclutteruk is #mosthappy ♬ Magical Fantasy – Dmitriy Sevostyanov





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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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