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Exibição de filmes natalinos é opção de passeio em SP – 19/12/2024 – Passeios

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Francielle Souza, Isabela Bernardes

A semana entre os dias 20 e 26 de dezembro conta com passeios diversos para toda a família em São Paulo. A lista traz opções natalinas, como a exibição de clássicos natalinos, dentre eles “Esqueceram de mim” e “O Grinch”. Para as crianças, a cidade também conta com a versão infantil do programa “A Praça É Nossa”, além de um escape room temático de Bob Esponja.

Confira abaixo a programação da capital paulista:

Passeios

Natal do Triângulo

A Prefeitura de São Paulo promove sessões de cinema ao ar livre e apresentações de corais. A lista de filmes tem apenas clássicos natalinos, como “Esqueceram de Mim” (1 e 2) e “O Grinch”. As sessões acontecem às 19h e às 21h, na Praça do Patriarca, até 30 de dezembro. Já os corais cantam nesta sexta-feira (20) e na véspera de Natal (24).

Shows: Pça. Antônio Prado, s/n, Centro, região central. Sex. (20), às 12h. Ter. (24), às 14h

Cinema ao ar livre: Pça do Patriarca, s/n, Centro, região central. Até 30/12. Às 19h e às 21h. Grátis


Planetário do Ibirapuera

O local realizará apresentações sobre a Estrela de Belém nos dias 21 e 22, explorando teorias científicas sobre o fenômeno. Para os cristãos, a estrela simboliza o milagre do nascimento de Jesus e a orientação dos magos. Cientificamente, pode ter sido uma conjunção planetária, um cometa ou uma supernova, explicando seu brilho intenso e duradouro.

Planetário Ibirapuera – av. Pedro Álvares Cabral, portão 10, Vila Mariana, região sul. Sáb. (21) e dom. (22), às 15h. Ingr.: R$ 30 (inteira) em Urbiapass

Crianças

Bob Esponja e o Sumiço de Gary

Com temática da animação da Nickelodeon, os participantes da atividade com estilo escape room têm 60 minutos para encontrar Gary, o caracol de estimação do Bob Esponja. Na trama, o pequeno molusco está perdido em sua própria casa sem comida e precisa de ajuda.

Escape 60’ – r. Alfredo Pujol, 1.659 (1° andar), Santana, região norte. De seg. a dom., das 10h às 22h. Não há sessões na ter. (24) e qua. (25). Ingr.: R$ 119,90, em escape60.com.br. É recomendado realizar agendamento com antecedência

O Gigante Egoísta

Acompanhada de adereços cênicos e trilha sonora com violino ao vivo, a atividade conta uma livre adaptação do livro homônimo escrito por Oscar Wilde em 1888. Na trama, crianças frequentam um belo jardim até que o dono do espaço aparece e tudo se enche de tristeza. Os pequenos, porém, tentam encontrar uma solução feliz para esse problema.

Sesc Casa Verde – av. Casa Verde, 327 (espaço de leitura), Jardim São Bento, região norte. Sáb. (21)., às 14h. Grátis


A Mala do Caminhante

O público é convidado a participar de um encontro teatral ao lado de um palhaço e de um músico. Da mala desses dois personagens, saem diversos bonecos que contam suas autobiografias, recheadas de erros, acertos e paixões.

Sesc Campo Limpo – r. Nossa Sra. do Bom Conselho, 120 (tenda praça), Jardim São Luís, região sul. Sáb. (21), às 16h. Grátis, sem retirada de ingressos


Oficina de Cartão de Fim de Ano

O Museu da Imaginação tem oficina de cartões iluminados para celebrar o fim de ano. Os pequenos que participam da atividade montam um circuito elétrico, produzindo uma mensagem personalizada para presentear a família.

Museu da Imaginação – r. Virgilio Wey, 100, Água Branca, região oeste. Sáb. (21), dom. (22) e seg., (23), às 10h, 11h, 13h, 14h, 15h e 16h. A partir de R$ 120, crianças de até 1 ano e 11 meses não pagam


A Pracinha É Nossa

Dir.: Dalila de Nobrega. Com: Marcelo de Nobrega, Dalila de Nobrega e Arthur Moreira

O espetáculo de comédia traz uma versão infantil do programa de mais de 30 anos do SBT, “A Praça É Nossa”. A apresentação conta com personagens originais, além de releituras de algumas figuras, com um elenco majoritariamente infantil.

Teatro Claro Mais – r. Olimpíadas, 360, Vila Olímpia, região oeste. Sáb. (21) e dom., (22), às 21h. A partir de R$ 75, em Uhuu

Show do Bita – Crescer e Aprender: Especial de Natal

Animação repleta de música, Mundo Bita ganha um espetáculo temático de Natal, com cenário, figurino e músicas natalinas. A apresentação conta com personagens como Bita, Lila, Dan e Tito, figuras recorrentes no desenho.

Teatro Bradesco – r. Palestra Itália, 500, 3° piso, Perdizes, região oeste. Dom.(22), às 14h. A partir de R$ 60, em Uhuu



Leia Mais: Folha

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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