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Xapuri

Fabricantes de camisinhas estão há 6 meses sem salário, diz deputado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Deputado desmente nota de Governo, e diz que Governo não quitou dívidas com funcionários que produzem camisinhas da Natex

O deputado Antônio Pedro (DEM) destacou que logo após sua denúncia referente ao atraso no pagamento dos funcionários da Natex, o governo divulgou uma nota afirmando que teria quitado todas as dívidas. Em discurso durante a sessão desta quarta-feira (30), o parlamentar afirmou que em conversa com alguns trabalhadores ficou sabendo que apenas dois dos meses em atraso foram quitados.

Tive informações lá de dentro que não foi isso que aconteceu. O governo pagou dois meses somente. Na área de administração da empresa os trabalhadores estão há seis meses sem receber. E também tenho informações de que os servidores desse setor não receberão seus direitos. O Ministério Público do Trabalho deveria entrar com uma ação contra o governo, porque esses servidores trabalharam e têm o direito de receber. Eles estão sofrendo ameaças diariamente, sendo humilhados. Isso é um absurdo!” Denunciou.

Sobre a Saúde no Estado, o parlamentar pediu ao secretário da pasta que dê mais celeridade ao processo de cirurgias. De acordo com ele, existem pessoas há meses esperando para realizar o procedimento e ainda assim estão sendo remarcadas para o final do ano.

“Isso é um absurdo! Essas pessoas não podem ficar esperando, esse governo não se sensibiliza com a necessidade dessas pessoas. Eles ficam se humilhando para fazer uma simples cirurgia de vesícula. Quem está doente não pode esperar”, alertou. Com informações de Andressa Oliveira.

 

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CRIME

Polícia de Xapuri procura suspeitos de participação em assassinato de jovem de 20 anos

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Investigadores da Polícia Civil da cidade de Xapuri, distante cerca de 188km da capital do Acre, tomou conhecimento por volta das 21 horas desta sexta-feira, dia 20, do assassinato de um homem no bairro Sibéria.

Homens da Polícia Militar teriam sido os primeiros a chegar no local, na Rua São João do Guarani, onde encontraram o corpo de José Oliveira de Brito, de 20 anos, já sem vida e com uma arma branca (faca) na mão direita. Socorristas do Corpo de Bombeiros foram até o local, mas, nada puderam fazer.

Segundo foi informado pelo investigador chefe, Eurico Feitosa, que está com a equipe em campo, a vítima já seria a terceira com morte trágica na família em menos de cinco anos, da mesma forma.

As primeiras informações arte o momento, já leva a crer que ao menos duas pessoas estão envolvidas no assassinato de José Oliveira, que era conhecido por “Zé da Orlene”. O corpo foi resgatado para o necrotério do hospital da cidade, para em seguida ser levado ao IML na Capital.

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Xapuri

Lembra das 20 toneladas de milho roubadas em Xapuri? Gestores públicos são condenados

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Plácido de Castro condenou os servidores públicos Marcus Aurélio Peres de Freitas e Bruna Karem Andrade de Melo por deixarem terceiros se apropriarem da safra de milho dos produtores rurais do município. A decisão foi publicada na edição n° 6.430 do Diário da Justiça Eletrônico (fls. 131 e 132), da última segunda-feira (09). De acordo com a denúncia, os réus foram responsabilizados pelo desaparecimento da produção de milho estocada no silo graneleiro de Plácido de Castro, localizado na Rodovia AC-40. O desvio caracterizou o crime de peculato, que ocorreu de forma continuada, durante os meses de setembro a dezembro de 2012. Estranhamente, ninguém sabe dizer onde foi parar o produto.

O silo servia para o armazenamento, secagem e devolução dos grãos ao produtor. Sendo a estrutura, uma ferramenta de incentivo ao desenvolvimento da agricultura no estado. Os fatos foram descobertos quando os produtores foram até o depósito e viram que as sacas haviam sumido. Desta forma, além da reclamação administrativa, o sumiço tornou-se inquérito policial e ação penal.
Segundo os autos, os réus trabalhavam para a Secretaria de Estado de Agropecuária (Seap). De modo voluntário e consciente, mediante omissão, permitiram que fossem retirados mais de quatro mil sacos de grãos de milho. Cada saco pesa 50 quilos, ou seja, cerca de 200 toneladas no total.

Bruna Karem era responsável pelo remaneio, ou seja, a entrada e saída de grãos do silo. Era sua função o controle individual da produção depositada por cada agricultor.

Marcus Aurélio Peres de Freitas era o gerente do escritório da referida secretaria no município, exercendo a função de administrador do silo. Ambos já possuem outra condenação pelo mesmo delito, previsto no artigo 312, § 2, combinado do com artigo 71, do Código Penal. Desta forma, foi estabelecida pena de 10 meses de detenção ao administrador e, seis meses e 20 dias de detenção para a servidora. As penas devem ser cumpridas em regime inicial aberto e os réus poderão aguardar o trânsito em julgado em liberdade.

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