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‘Fascista’, ‘vigarista’, ‘predador’, ‘trapaceiro’: o que 11 ex-funcionários de Trump dizem sobre ele agora | Eleições nos EUA 2024
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2 anos atrásem
Maya Yang
João Kelly
O que ele fez sob Trump: General aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Kelly serviu primeiro como secretário de segurança interna de Trump em 2017, depois foi nomeado chefe de gabinete da Casa Branca, cargo que ocupou de julho de 2017 a janeiro de 2019. A saída de Kelly da Casa Branca seguiu-se a relatos do general. declínio do relacionamento com Trump e alegadas divergências frequentes. Em 2018, o Wall Street Journal relatado que Trump disse a um associado para “parar de ligar para John para qualquer coisa”. De acordo com o veterano jornalista Bob Woodward em seu livro de 2018, Fear, Kelly chamado Trump é um “idiota” e chefe de uma administração “Crazytown”.
O que ele diz agora: Kelly recentemente disse o seu antigo chefe enquadrava-se “na definição geral de fascista” que “certamente prefere a abordagem do ditador ao governo”.
Marco Milley
Presidente do Estado-Maior Conjunto, 2019-23
O que ele fez sob Trump: General aposentado do exército dos EUA, Milley serviu como presidente do Estado-Maior Conjunto de Trump e Joe Biden. Sob Trump, Milley se tornou o foco nacional em junho de 2020, quando participou da sessão fotográfica de Trump na igreja de St John, em Washington DC, vestindo uniforme militar, em meio a manifestações em andamento após o assassinato de George Floyd pela polícia. Ele se desculpou publicamente pela aparência, ditado: “Eu não deveria estar lá.” Relatórios mais tarde surgiu que Milley “gritou” com Trump e se recusou a ser responsável pela resposta federal aos protestos pela justiça racial.
O que ele diz sobre Trump agora: Milley tem chamado Trump é um “fascista até a medula” e estava fazendo “dano grande e irreparável”.
Mark Esper
Secretário de Defesa, 2019-20
O que ele fez sob Trump: O político e executivo de marketing serviu como secretário de defesa de Trump de julho de 2019 até novembro de 2020, quando Trump o demitiu com um tweet. Durante o seu mandato, Esper entrou em conflito repetidamente com Trump, recusando-se a enviar “mísseis para o México para destruir os laboratórios de drogas” e para enviar tropas por todo o país em meio aos protestos por justiça racial de 2020. Esper se opôs publicamente à ameaça de Trump de recrutar militares contra os manifestantes usando a Lei da Insurreição de 1807, contando jornalistas: “A opção de usar forças em serviço activo num papel de aplicação da lei só deve ser usada… nas situações mais urgentes e terríveis. Não estamos em uma dessas situações.”
O que ele diz sobre Trump agora: Esper disse Trump “tem essas inclinações” para o fascismo: “Acho que é algo com que devemos ser cautelosos”.
James Mattis
Secretário de Defesa, 2017-19
O que ele fez sob Trump: Como primeiro secretário de defesa de Trump, Mattis entrou em confronto com Trump sobre o tratamento dado pelos EUA aos aliados e a sua abordagem aos “actores malignos e concorrentes estratégicos” em todo o mundo. Ele renunciou em dezembro de 2018, um dia depois de Trump anunciar a retirada abrupta das tropas americanas da Síria. Em 2020, Mattis publicamente condenado A forma como Trump lidou com os protestos por justiça racial, dizendo: “Donald Trump é o primeiro presidente na minha vida que não tenta unir o povo americano – nem sequer finge tentar. Em vez disso, ele tenta nos dividir.”
O que ele diz sobre Trump agora: Mattis disse que Trump “zomba da nossa constituição”.
João Bolton
Conselheiro de segurança nacional, 2018-19
O que ele fez sob Trump: Bolton serviu como conselheiro de segurança nacional de abril de 2018 a setembro de 2019. Trump supostamente começou a excluí-lo das reuniões sobre a guerra do Afeganistão e acabou expulsando-o completamente depois que Bolton tentou impedir Trump de convidar os Taliban a Camp David para conversações de paz (uma ideia que Trump acabou por abandonar).
O que ele diz sobre Trump agora: Bolton disse Trump é “inapto para ser presidente” e “não tem cérebro” para uma ditadura.
Rex Tillerson
Secretário de Estado, 2017-2018
O que ele fez sob Trump: Ex-presidente-executivo da Exxon Mobil Corp, Tillerson serviu como secretário de Estado de Trump de fevereiro de 2017 a março de 2018, quando Trump o demitiu com um tweet. Durante seu tempo como secretário de Estado, surgiram relatos de que Tillerson certa vez chamou Trump de “idiota”, levando Trump a desafio ele para um teste de QI. Os dois homens também discordaram publicamente sobre a política externa dos EUA em torno da Coreia do Norte, com Tillerson ditado: “Nós conversamos com eles.” Em resposta, Trump twittou que Tillerson estava “perdendo tempo” tentando negociar com Kim Jong Un.
O que ele diz sobre Trump agora: Tillerson tem chamado Trump “bastante indisciplinado – não gosta de ler, não lê relatórios informativos” e adicionado: “Sua compreensão dos eventos globais (e) sua compreensão da história dos EUA era realmente limitada.”
Omarosa Manigault Newman
Assessor da Casa Branca, 2017-2018
O que ela fez sob Trump: Ex-participante do The Apprentice, programa de TV apresentado por Trump, Newman foi contratada como principal assessora de Trump em janeiro de 2017, até ser demitida um ano depois por John Kelly. Mais tarde, ela divulgou conversas gravadas secretamente na Casa Branca, incluindo uma em que Trump expressou sua surpresa por ela ter sido demitida.
O que ela diz sobre Trump agora: “Eu me apaixonei por um vigarista – um vigarista que acabou por ser a maior fraude.”
Mike Pence
Vice-presidente, 2017-2021
O que ele fez sob Trump: Pence serviu como vice-presidente de Trump e foi seu confidente mais próximo durante anos. Após os motins de 6 de janeiro no Capitólio em 2021, uma multidão de apoiadores de Trump gritou “Enforquem Mike Pence” depois que Trump os incitou porque estava zangado por Pence ter se recusado a anular os resultados eleitorais a favor de Trump, recusando-se a certificar o voto (um poder o vice-presidente nem tem).
O que ele diz sobre Trump agora: “Qualquer pessoa que se coloque acima da Constituição nunca deveria ser presidente dos Estados Unidos, e qualquer pessoa que peça a alguém que o coloque acima da Constituição nunca deveria ser presidente novamente.”
Michael Cohen
Ex-advogado e consertador de Trump
O que ele fez sob Trump: Outrora advogado e mediador de Trump, Cohen tinha uma relação tão estreita com o bilionário magnata imobiliário que certa vez se descreveu como o “cão de ataque com licença legal” de Trump. Cohen mais tarde se tornou a principal testemunha no julgamento criminal de Trump por seus pagamentos secretos à estrela de cinema adulto Stormy Daniels, no qual Trump foi considerado culpado de 34 acusações de falsificação de registros comerciais em um esforço para interferir nas eleições de 2016.
O que ele diz sobre Trump agora: “Uma trapaçaum mentiroso, uma fraude, um valentão, um racista, um predador e um vigarista.”
Cassidy Hutchinson
Assessor do chefe de gabinete de Trump, 2020
O que ela fez sob Trump: Ex-assessora do último chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, Hutchinson tornou-se o foco da atenção nacional em 2022, quando testemunhou no comitê de investigação da Câmara em 6 de janeiro que Trump conscientemente instruiu apoiadores armados a invadir o Capitólio.
O que ela diz sobre Trump agora: “Como americana, fiquei enojada”, disse ela sobre o papel de Trump na tentativa da multidão de anular a eleição. “Foi antipatriótico. Não era americano. Estávamos assistindo o edifício do Capitólio ser desfigurado por causa de uma mentira.”
Alyssa Farah Griffin
Diretor de comunicações da Casa Branca, abril-dezembro de 2020
O que ela fez sob Trump: Griffin, ex-diretora de comunicações de Trump, ingressou na Casa Branca em abril de 2020 e serviu até sua renúncia em dezembro daquele ano. Descrevendo sua renúncia ao Politico em 2021, Griffin disse: “Tomei a decisão de renunciar em dezembro porque vi para onde isso estava indo e não me sentia confortável em fazer parte do compartilhamento desta mensagem ao público de que os resultados das eleições poderiam seguir um caminho diferente.”
O que ela diz sobre Trump agora: Ela tem chamado suas mensagens para as mulheres são “assustadoras” e “infantilizantes”, e previsto Trump “vai tentar roubar a eleição” novamente.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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