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Feminicídio agora é crime hediondo no Brasil; até 40 anos de cadeia

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Punição mais dura para covardes assassinos de mulheres. Agora feminicídio é crime hediondo no Brasil. Espalha essa notícia por aí, para que eles saibam disso.

A lei, sancionada esta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, amplia a pena para até 40 anos de cadeia, a maior prevista no Código Penal.

Outra mudança: agora o feminicídio é tipificado em um artigo específico, ou seja, não é mais um tipo de homicídio qualificado.

Mais tempo na prisão

Com a nova lei, as penas, que eram de 12 a 30 anos de reclusão, passam para 20 a 40 anos, de acordo com agravantes que podem aumentar a pena do criminoso.

Entre elas estão:

  • o emprego de veneno
  • tortura ou outro meio cruel
  • emboscada ou outro recurso que torne impossível a defesa da vítima
  • e emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido

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Medida protetiva mais dura

A nova lei também aumenta a pena do condenado que descumprir medida protetiva. A punição de detenção sobe de 3 meses a 2 anos para reclusão de 2 a 5 anos mais multa.

A mudança também prevê transferência do presidiário de cadeia. Se ele ameaçar ou praticar novas violências contra a vítima ou seus familiares durante o cumprimento da pena, será transferido para presídio distante do local de residência da vítima.

Feminicídio zero

A nova lei do feminicídio, com as alterações no Código Penal, foi aprovada no Senado, depois pela Câmara e agora foi sancionada pelo presidente Lula, informou a Agência Brasil.

“Mais um passo no combate ao feminicídio no Brasil. Ao lado da ministra Cida Gonçalves, sancionei um projeto de lei que agrava a pena de feminicídio, aumentando a pena mínima de 12 para 20 anos, podendo chegar até 40 anos, e agravando penas de outros crimes praticados contra as mulheres. O nosso governo está comprometido e em Mobilização Nacional pelo Feminicídio Zero”, afirmou o presidente.

O presidente Lula sancionou nessa quarta-feira, 9, a Lei 14.994/24, que amplia para até 40 anos a pena para o crime de feminicídio no Brasil. - Foto: Ricardo Stuckert/PR O presidente Lula sancionou nessa quarta-feira, 9, a Lei 14.994/24, que amplia para até 40 anos a pena para o crime de feminicídio no Brasil. – Foto: Ricardo Stuckert/PR



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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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Cerimônia do Jaleco marca início de jornada da turma XVII de Nutrição — Universidade Federal do Acre

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No dia 28 de março de 2026, foi realizada a Cerimônia do Jaleco da turma XVII do curso de Nutrição da Universidade Federal do Acre. O evento simbolizou o início da trajetória acadêmica dos estudantes, marcando um momento de compromisso com a ética, a responsabilidade e o cuidado com a saúde.

 

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Ufac realiza aula inaugural do MPCIM em Epitaciolândia — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza aula inaugural do MPCIM em Epitaciolândia — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a aula inaugural da turma especial do mestrado profissional em Ensino de Ciência e Matemática (MPCIM) no município de Epitaciolândia (AC), também atendendo moradores de Brasileia (AC) e Assis Brasil (AC). A oferta dessa turma e outras iniciativas de interiorização contam com apoio de emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri (PP-AC). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 27.

O evento reuniu professores, estudantes e representantes da comunidade local. O objetivo da ação é expandir e democratizar o acesso à pós-graduação no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento regional e promovendo a formação de recursos humanos qualificados, além de fortalecer a universidade para além da capital. 

A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, ressaltou que a oferta da turma nasceu de histórias, compromissos e valores ao longo do tempo. “Hoje não estamos apenas abrindo uma turma. Estamos abrindo caminhos, sonhos e futuros para o interior do Acre, porque quando o compromisso atravessa gerações, ele se transforma em legado. E o legado transforma vidas.”

 



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