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Finalmente dominei a meditação – com a ajuda do meu cachorrinho | Joel Snape

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Joel Snape

euNa semana passada, nossa família ganhou um cachorrinho. Não para o Natal – sou muito respeitoso com o Cães Confie por isso – mas, de certa forma, por causa disso. Eu trabalho em casa, e a desaceleração de dezembro é o momento perfeito para fazer o que os cachorrinhos exigem de você, que é passar metade dos seus momentos de vigília prestando atenção a cada contração e fungada deles, caso você perca algum marco de desenvolvimento que o condene a seis. mais semanas de acidentes no chão.

Caso você nunca tenha treinado um cachorro pequeno para usar o penico, aqui está como funciona (aproximadamente). Depois que eles cochilam, comem ou brincam, você os observa, como um falcão, em busca de qualquer indicação de que possam estar prestes a desabafar. O indicador eventualmente notou que você os leva para uma área especialmente preparada, onde você os observa, não muito obviamente, na esperança de que eles deixem a natureza seguir seu curso. Enquanto eles estão no ato, você repete qualquer mini-mantra que deseja associar à ação – no nosso caso, um alegre “vamos lá!” – então, quando terminarem, você dá-lhes um abraço e os elogia. Aí você repete isso, cinco ou 12 vezes por dia, até que eles peguem o jeito.

De certa forma, é mais estressante do que ter um bebê. Afinal, os bebês ficam com tudo no local: você não quer deixá-los carregando isso por muito tempo, mas se perder o grande momento, basicamente está tudo bem. Os bebês também crescem e se tornam muito mais espertos que os cães, então você sabe que chegará o dia em que poderá explicar como funciona um banheiro e deixá-los sozinhos. Com um cachorrinho é diferente: eles aprendem por associação, então cada passo em falso parece ser o início de pequenos problemas para uma vida inteira. Exige vigilância constante, com pouco tempo de inatividade para as atividades habituais da vida, que desperdiçam tempo. Mas o problema é o seguinte: acho que isso pode estar me fazendo bem.

Eu vou explicar. Atenção plenacomo você provavelmente sabe, é a prática de estar totalmente presente e engajado no momento – percebendo o sabor e a textura da sua comida, a sensação do chão sob seus pés, ou mesmo as sensações em seu corpo, tudo sem preocupação ou julgamento. Obviamente, sou péssimo nisso: poderia culpar meu trabalho, a indústria de tecnologia ou o vício em dopamina, mas passo a maior parte da minha vida cercado de distrações, nunca me concentrando no que está acontecendo ao meu redor, porque há muitas outras coisas com que me preocupar. . Quando lavo a louça, ouço podcasts; quando volto da escola, respondo aos e-mails dos editores. Quando acordo de manhã, faço tudo o que posso fazer para não me explodir na cara com uma mangueira de notícias, absorvendo-as o mais rápido que posso junto com minha primeira dose de cafeína.

Não, porém, com um cachorro pequeno. Agora, às 6 da manhã, posso ser encontrado com um café em uma das mãos e um frágil saco compostável na outra, perfeitamente sintonizado com cada tremor do traseiro peludo do garotinho. Não há tempo para notícias, não há dúvida de dar uma rápida olhada no Bluesky, nada além do frio do ar da manhã, do revirar do meu novo melhor amigo e do leve cheiro da terra (ocasionalmente, sim, tingido por algo menos agradável ). Sou como um monge meditando sobre a chama de uma vela ou sobre uma folha de grama, com meu foco reduzido a um ponto.

Talvez seja possível que seja assim que finalmente “conseguirei” a atenção plena e a meditação – não a partir de um amor beatífico pelo universo, mas de uma preocupação genuína com o estado do meu tapete. Por enquanto, estou apenas aproveitando a quietude e a tranquilidade que meu filhote proporciona, mesmo que suas pequenas incursões terminem sempre da mesma maneira.

Aliás, devo deixar claro que não estou dizendo que nada disso seja um bom motivo para comprar um cachorrinho. Posso estar muito zen com essas coisas agora, mas não quero que o Dogs Trust fique bravo comigo.

Adrian Chiles está ausente



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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