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flexibilidade e gestão de riscos em tempo real

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Da Redação

Por Cristiany Sales

A transformação digital está remodelando todos os setores e, no âmbito do controle interno, não é diferente. Em 2024, a integração de tecnologias avançadas está redefinindo como as organizações gerenciam e monitoram seus controles internos. Este artigo explora as principais tendências e ferramentas que estão impulsionando essa transformação e como elas podem beneficiar as organizações.

A automação de processos é uma das principais tendências em controle interno. Ferramentas de automação permitem que tarefas repetitivas e baseadas em regras sejam realizadas de forma mais eficiente e com menor probabilidade de erro humano. Softwares de Robotic Process Automation (RPA) estão se tornando cada vez mais comuns, substituindo tarefas manuais como a reconciliação de dados e a geração de relatórios. Temos inúmeros benefícios, dentre os principais: redução de erros, eficiência aumentada e foco em tarefas estratégicas.

A inteligência artificial (IA) está transformando a forma como os controles internos são monitorados e gerenciados. Esta tecnologia permite a análise de grandes volumes de dados em tempo real, identificando padrões e anomalias que podem indicar riscos ou fraudes.

A tecnologia blockchain (cadeia de blocos) oferece uma forma inovadora de registrar transações e garantir a integridade dos dados. Sua aplicação no controle interno pode melhorar a transparência e a segurança das informações, tornando-as imutáveis e auditáveis.

Ferramentas de Business Intelligence (BI) e análise de dados são essenciais para o controle interno moderno. Elas permitem a visualização e interpretação de dados complexos, ajudando na tomada de decisões informadas e na avaliação da eficácia dos controles internos.

As soluções de gestão de riscos baseadas em nuvem oferecem flexibilidade e escalabilidade, permitindo que as organizações gerenciem e monitorem riscos de forma mais eficaz. Essas soluções são acessíveis de qualquer lugar e podem ser facilmente atualizadas para refletir novas ameaças e regulamentações.

A transformação digital no controle interno também envolve a promoção de uma cultura de dados dentro da organização. Investir em treinamento contínuo para os profissionais de controle interno é crucial para garantir que eles estejam atualizados com as novas ferramentas e metodologias.

A transformação digital no controle interno está impulsionando mudanças significativas na forma como as organizações gerenciam e monitoram seus controles. A adoção de tecnologias como automação, inteligência artificial, blockchain, ferramentas de BI e soluções baseadas em nuvem está tornando os processos mais eficientes, seguros e transparentes. À medida que avançamos em 2024, a integração dessas ferramentas e a promoção de uma cultura de dados serão essenciais para o sucesso contínuo das práticas de controle interno.

Essas tendências e ferramentas não apenas melhoram a eficiência e a eficácia dos controles internos, mas também ajudam as organizações a se adaptarem rapidamente às mudanças e desafios do ambiente de negócios moderno.

Cristiany Sales é controladora interna da Agência de Negócios do Acre (Anac S.A.); pós-graduada em Auditoria Empresarial; Planejamento e Gestão; Pedagogia Empresarial com Ênfase em Gestão de Pessoas; Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos; Graduada em Pedagogia.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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