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FliSol – Festa Literária da Morada do Sol começa na próxima semana (dia 06)

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Ignácio de Loyola Brandão, Djamila Ribeiro e Nando Reis são nomes confirmados na edição 2024 da FliSol; atividades serão realizadas no Teatro Municipal

A FliSol – Festa Literária da Morada do Sol tem início na próxima semana, sendo realizada de 06 a 10 de novembro, com programação gratuita no Teatro Municipal de Araraquara. O projeto cultural de incentivo à leitura alinha a literatura a outros segmentos artísticos, fomentando o conhecimento e a valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro e, nesta edição, homenageia a escritora Djamila Ribeiro, imortal da cadeira nº 28 da Academia Paulista de Letras e considerada pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo.

A Festa Literária da Morada do Sol é realizada pelo Instituto Colibri na cidade de Araraquara, região central o Estado de São Paulo, com o apoio da Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal da Cultura e Fundart e EPTV e tem o escritor Ignácio de Loyola Brandão como patrono da festa – vale destacar que Ignácio, em 2022, foi autor homenageado da 1º edição da FliSol e, posteriormente, a partir da 2º edição foi nomeado Patrono oficial da Festa Literária.

A FliSol 2024 é uma realização do Instituto Colibri, em parceria com a Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Fundart e da Coordenadoria de Acervos e Patrimônio Histórico. Entre os parceiros do evento estão Câmara Municipal de Araraquara, EPTV – São Carlos, Senac Araraquara, Sesc Araraquara, Unesp – Araraquara, Uniara, SESI-Araraquara, IFSP, ETEC Araraquara, Academia Araraquarense de Letras, além de SICOOB, Drogaven e Coletivo MEA.

A distribuição de ingressos para toda a programação no Teatro Municipal está sendo realizada através do site Sympla, de forma antecipada e gratuita. Os interessados já podem reservar seus ingressos, o link é o: https://www.sympla.com.br/produtor/flisol .

Vale destacar que a banda Soul da Ilha é convidada da programação FliSol e estará presente em todos os dias, no hall de entrada do teatro, na feira literária, antes do início das mesas noturnas.

Mais informações: https://flisol.com.br/edicao-2024, www.facebook.com/flisol.araraquara1, www.instagram.com/flisol.araraquara e www.araraquara.sp.gov.br.

Dia 06 – O escritor, cantor e compositor Nando Reis abre a programação da FliSol na quarta-feira (06), com a mesa literária “A Música e a Literatura”, juntamente à Feira de Livros que irá reunir diversos expositores e escritores participantes da festa. “A Música e a Literatura”, com Nando Reis, conta com a medição do Prof. Dr. Alexandre Campos, Professor Assistente Doutor na UNESP – FCL de Araraquara.

“Pré-Sal” foi lançado em julho deste ano, é o registro da música “Pré-Sal”, que inicia o disco Sei (2012). A música é uma canção autobiográfica e que mergulha em sua memória afetiva. A programação no Teatro Municipal tem início às 19 horas.

Dia 07 – A programação da quinta-feira (07) tem início com a FliSolzinha apresentando o espetáculo infantil “Coroa de Fios”, às 9h e 14h, no Teatro Municipal. O espetáculo tem direção de Larissa Mariano e produção de Zé Guilherme e apresenta os atores Eduardo Marçal e Larissa Mariano.

“A Coroa de Fios” celebra a beleza e a importância do cabelo na construção da identidade e autoestima das crianças. Inspirada nos livros “Minha Mãe Usa Touca de Cetim”, de Cintia Almeida Santos, e “O Mundo no Blackpower de Tayó”, de Kiusam de Oliveira, a história é um momento de descoberta e amor-próprio através dos fios que adornam nossas cabeças. Uma experiência repleta de magia, amor e celebração da diversidade, com o objetivo principal de mostrar como é importante desde cedo aprender sobre ancestralidade, respeito, amor próprio e identidade.

À noite, a partir das 19 horas, será realizada a mesa literária “Autora homenageada – Djamila Ribeiro”, com a presença dos autores Djamila Ribeiro e Ignácio de Loyola Brandão, sob mediação de Alessandra Laurindo, coordenadora executiva de Políticas Étnico-Raciais de Araraquara.

A homenageada, Djamila Ribiero, é autora dos livros “Lugar de Fala” (Jandaíra/Feminismos Plurais), “Quem tem medo do Feminismo Negro?”, “Pequeno manual antirracista” e “Cartas para minha avó” (Companhia das Letras), com traduções para três idiomas. É também professora convidada do departamento de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pesquisadora convidada da University of Mainz (Alemanha), imortal da cadeira nº 28 da Academia Paulista de Letras desde 2022 e é colunista do jornal Folha de S. Paulo.

Considerada pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo, Djamila foi laureada pelo Prêmio Prince Claus de 2019, concedido pelo Reino dos Países Baixos. Em 2020, ganhou o Prêmio Jabuti, o mais importante do meio literário brasileiro, na categoria Ciências Humanas, pelo “Pequeno Manual Antirracista”. Em 2021, foi a primeira pessoa brasileira da história a ser homenageada pelo BET Awards, concedido pela comunidade negra estadunidense. Em 2023 recebeu o Prêmio Franco-Alemão de Direitos Humanos.

Dia 08 – Os autores de Araraquara – selecionados por meio de edital – iniciam as atividades da sexta-feira (08) com as mesas literárias: “Autores de Araraquara – Infantil”, às 9h; e “Autores de Araraquara – Adulto”, às 14h.

A mesa “Infantil”, com mediação de Larissa Mariano, terá a participação de: Mateus Moneda Manoel, Marcelo Pereira, Márcia Luiz e Sonia Guzzi; enquanto que a “Adulto” terá a medição de Casimiro Lumbandanga, e a participação dos autores: Assis Furtado, Eliézer dos Santos, Jotagá Caramuru e Moacir Calarga.

No começo da noite, às 18h, será realizada, no hall do teatro, a roda de conversa “+60 Quebrando Barreiras”, com as autoras: Fátima Scandinari, Marina Barros, Sonia Guzzi e Vera Aiello; na sequência, às 18h30, haverá o lançamento do livro “Fragmentos do Tempo”, em uma parceria com a Academia Araraquarense de Letras.

À noite, às 19h, no palco do teatro, será realizada a mesa literária “Mulheres na Literatura – Lugar de Fala”, com as autoras: Ana Filomena Amaral, Lubi Prates e Moara Tupinambá, com mediação de Valquíria Tenório.

Dia 09 – Sábado (09) é o penúltimo dia da programação da FliSol no Teatro Municipal e a primeira atividade, às 16h30, apresenta uma intervenção cênica com Falatórios Grupos de Teatro Catanza e Cura Arte Unesp Araraquara – a intervenção propõe uma imersão na obra literária de Stella do Patrocínio.

Logo após, às 17h, será realizada a mesa literária “Ancestralidades e Reparações”, com os convidados: Alessandra Laurindo, Cláudio Lúcio Claudino e Tatiane Pereira de Souza, sob mediação do Prof. Dr. Dagoberto Fonseca.

A roda de samba “Samba Autêntico”, com Toni Santos, é atração às 18h30 e, na sequência, às 19h, tem a mesa literária “Tempos Autores” (ou a “Mesa do Patrono”), com a participação de Ignácio de Loyola Brandão e de Lilian Lyang, com mediação de Prof. Rafael Orsi.

Ignácio de Loyola Brandão dispensa comentários: o escritor araraquarense é patrono da FliSol, e imortal da Academia Brasileira de Letras. Contista, romancista, jornalista, Ignácio possui uma vasta produção literária, tendo sido traduzido para diversas línguas. Recebeu, entre alguns prêmios, como o Jabuti – “O homem que odiava a segunda-feira” (2000, categoria Contos e Crônicas); “O menino que vendia palavras”, (2008, categorias Infantil e Livro do Ano de Ficção); “Os olhos cegos dos cavalos” (2015, categoria Juvenil) e “Se for pra chorar que seja de alegria” (2017, categoria Contos e Crônicas). Ainda, Ignácio foi eleito personalidade literária de 2021 pelo Prêmio Jabuti.

A jornalista Lilian Lyang, formada pela USP, atuou como repórter e editora em diversos veículos no Brasil e no exterior e, hoje, dedica-se ao desenvolvimento de publicações e iniciativas na área da longevidade. Seu último projeto foi a Expedição Longevidade, uma viagem às áreas mais longevas do mundo, que dará origem a um documentário.

Dia 10 – A programação do último dia da FliSol, no domingo (10) começa pela manhã e segue até à noite.

Pela manhã o foco é a literatura infantil, com programação da FliSolzinha. Lucas Tannuri, Fabiana Abi Rached e Maria Chocolate são os autores que participam da mesa “FliSolzinha: Autores de Literatura Infantil”, às 10h, com a mediação de Edi Pereira.

Às 11h, Lucas Tannuri comanda uma oficina de Artes Visuais para crianças, enquanto a educadora Ana Carolina realiza mediação de leitura e contações de história.

No final da tarde, a partir das 17h, será realizado o Sarau Delas & Slam Araraquara. O Sarau Delas é um evento aberto que acontece uma vez por mês na Praça das Bandeiras para todas as mulheres de todas as idades. O intuito é apenas mulheres lerem seus textos e poemas que mais gostam, e agora com essa parceria com o Slam da Morada. O encontro será no Saguão do Teatro, antecedendo a mesa África Brasil.

Duas mesas literárias encerram a programação: “África Brasil”, às 18h, com as autoras: Dinha e Olinda Beja e mediação de Luana Antunes; e “Afetos”, às 19h, com os autores Poeta Seu Zé e Amara Moira e mediação de Dani Raphael.

Ainda, a FliSol estará nos assentamentos da cidade apresentando o espetáculo infantil “Minha família usa touca de cetim”, com Cia. GUTE. A peça é baseada nos livros infantis da escritora Cintia Santos e apresenta uma família que usa touca de cetim para deixar seus cabelos macios e cheirosos. A atividade acontece: no Assentamento Bela Vista (04/11, às 8h15), Assentamento Bueno de Andrada (05/11, às 14h) e Assentamento Monte Alegre (06/11, às 9h).

(Secretaria de Comunicação – Prefeitura de Araraquara)



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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