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Gilmar indica negociação para medicamento de R$ 17 mi – 22/10/2024 – Equilíbrio e Saúde

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Marcos Candido

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes diz que está em estudo um acordo de compartilhamento de risco para baratear o Elevidys, medicamento com custo médio de R$ 17 milhões usado para o tratamento da doença chamada Distrofia Muscular de Duchenne (DMD).

O compartilhamento de risco é um trato entre o Ministério da Saúde e as farmacêuticas para pagar, com desconto, por um medicamento fora do SUS enquanto ele é usado e sua eficácia testada entre a população. O método costuma ser usado para tratamentos caros, em geral lançamentos, contra doenças raras.

A fala foi feita pelo ministro do Supremo nesta segunda (21), em evento com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, em São Paulo.

Em setembro, Gilmar suspendeu liminares que obrigavam o estado a custear o medicamento, a pedido da União.

O ministro voltou atrás e abriu uma exceção para obrigar o pagamento do Elevidys para crianças com até 7 anos de idade depois do lamento de pais prestes a receberem o valor do Ministério da Saúde após levar o caso dos filhos à Justiça.

Segundo dados do Supremo, 73 ações judiciais contra a União buscam acesso à medicação.

O Elevidys é uma injeção de dose única. Em 2023, foi aprovado nos Estados Unidos pela FDA, equivalente americana da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No Brasil, ainda está em fase de avaliação pela Anvisa.

O paciente com Duchenne não produz uma substância responsável pela recuperação dos músculos após uma contração. A consequência é uma atrofia que se espalha pelo organismo e pode atingir órgãos como o coração.

Gilmar Mendes também defendeu a criação de uma plataforma em que médicos sejam acionados para auxiliar magistrados em decisões que envolvem medicamentos fora do SUS e diminuir a fila de ações judiciais da saúde.

Segundo o ministro, juízes se “curvam” a laudos emitidos por profissionais sem terem conhecimento sobre a eficácia e a necessidade de medicamentos caros e fora da lista do SUS.

“Estamos com decisões contraditórias e alguns juízes simplesmente estão liberando, e é um desafio enorme nesse sentido”, afirma Gilmar, indicando que as conversas sobre a redução da judicialização da Saúde têm envolvido os Três Poderes as agências reguladoras.

“Queremos reduzir a judicialização, mas também reduzir com consistência”, disse o ministro, que afirma que, até este mês, 600 mil novas ações na área da saúde foram abertas no Brasil.

De acordo com CNJ (Conselho Nacional de Justiça), entre 2022 e 2023, houve um aumento de 21,3% no número de ações judiciais na área da saúde. O órgão calcula que, até dezembro de 2024, o número de processos se aproxime da casa de 685 mil ações judiciais nesta área em todo o país.



Leia Mais: Folha

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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