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Home Game Controversy Exposed By Gilbert Arenas As Bronny James’ VIP Treatment Unveiled Before G-League Debut

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Not even one full season with the team and the Lakers are already making exceptions for Bronny James. At least that’s what the reports indicate when they mention the playing conditions of Bronny in the G League. The 20-year-old will reportedly play the games at home with the South Bay Lakers. His debut game will be against Salt Lake City Stars on November 9. But he won’t play the games on the road. The reason behind this, you ask? The fact that Bronny will split his time between LA Lakers and South Bay Lakers. Gilbert Arenas, however, has some interesting theories of his own behind this arrangement.

Appearing on Gil’s Arena podcast, Brandon Jennings first expressed his displeasure regarding the special treatment of the Lakers rookie. “I don’t like the fact that he’s not traveling, like, with the team. I don’t like that,” he said. He further raised the question as to why such VIP kinda treatment for Bronny. “Cause my daddy LeBron James. That’s one.. Two, I’m Bronny James… I’m pretty sure he is the second most famous person on the Lakers themselves…,” Arenas explained.

Further into their discussion, Gilbert Arenas’ podcast crew discussed the condition of hotels that G-League players have to live in while traveling for games on the road. Seemingly, hinting this to be another reason that Bronny does not want to travel with the team.

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However, it’s not as if the decision was up to the 20-year-old. “The plan for Bronny to move between the Lakers and South Bay has always been the plan since day one. (General Manager) Rob (Pelinka) and I have talked about that. LeBron’s talked about that,” Reddick said ahead of Lakers’ last matchup against the Suns. And it’s because of this arrangement that Bron’s son will make it to the Lakers’ roster for Friday’s game against the 76ers.

USA Today via Reuters

Jennings, however, does not like this setup. And although Gil tried convincing him by saying, “Nobody cares (about the G-League championship), bro.” But the former Bucks star was not even close to being convinced. “They (G-League players) care. If I’m hooping, I care,” he said on the podcast. At one point, both Jennings and Rashad McCants seemed to oppose the idea of Bronny not playing on the road with his G-League team.

Arenas, however, had a point in Bronny’s defense. That is how just his presence makes a difference for the South Bay Lakers. “I think y’all got this f*cked up. First of all, I’m (Bronny) coming to this arena… It’s being filled up because of me… So y’all shouldn’t have no animosity towards me because this is filled up because of me… Do your thing, brothers. Do your thing… It was 2,000 people… Before I got here. We got 20,000 in here. Show out. Y’all should be happy I’m here.”

And the 3x All-Star is not completely wrong about LeBron’s son making a financial difference for the team already.

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Gilbert Arenas praised Bronny for the financial impact after he entered the Lakers

Ever since Bronny joined the Lakers, fans and analysts have had a lot to say. Some questioned his spot on the team, speculating if LeBron’s influence played a role. But the former Warriors star stepped in to offer a different perspective on the young James’s place on the roster. And it’s not all about his on-court moves.

The 3x All-Star shared that the Lakers have already seen a return on their investment in Bronny. “Lakers are happy with the Bronny pick because he’s sold enough jerseys to make up for his contract,” he said. “He’s equal money to the team itself. So, it’s not like they lose money on a kid; they’re going to make money on the kid because [of his jersey sales].” 

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Now, here’s something that may surprise you—according to reports, Bronny set a record in jersey sales as soon as he was drafted by the Lakers. Selling over 500,000 jerseys within just days. Let that sink in. That’s more than $50 million generated from jersey sales alone, as reported by The Daily Scrum News.

Thus beating out his own dad’s record-breaking numbers when he was the top pick for the Cavs. It’s clear that Bronny’s impact is going beyond points and assists—he’s become a financial asset to the Lakers in record time. So, a team making exceptions for their asset should not come as a surprise.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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