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Rodrigues Alves

Homem é condenado a 29 anos de prisão por matar testemunha

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Decisão reconheceu que o acusado cometeu crime de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Rodrigues Alves reconheceu que o acusado no Processo n°0000666-53.2017.8.01.0017 cometeu o crime de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa vítima, contra uma testemunha em outra ação criminal.

Na sentença, publicada na edição n° 6.248 do Diário da Justiça Eletrônico, da segunda-feira, 3, determinou-se que o acusado, também condenado por integrar facção criminosa, deverá cumprir 29 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado, além de pagar 70 dias-multa.

De acordo com os autos processuais, o crime foi cometido em julho de 2017, no Ramal Nova Cintra, Gleba 13 de Maio, na zona rural do referido município. O réu teria atirado contra a vítima, por vingança, pois a vítima foi testemunha em outro processo criminal contra ele.

O juiz de Direito Flávio Mundim, que estava respondendo pela unidade judiciária, ao realizar a dosimetria da pena, considerou acentuada a culpabilidade do réu.

“Eis que praticou o crime demonstrando uma violência exacerbada ao ir à casa da vítima e disparar contra a mesma com uma espingarda, modus operandi este que demonstra premeditação, além de uma especialização criminosa e enorme periculosidade social da ação”. Gecom TJAC.

Rodrigues Alves

Agência de transporte fiscaliza balsas em Rodrigues Alves

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Nesta quinta-feira, 20, técnicos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ e equipe da Agência Fluvial da Marinha, realizaram operação de fiscalização nas balsas particulares que fazem a travessia no Rio Juruá, dos veículos que vão para Rodrigues Alves.

Cinco balsas que não têm autorização da Agência foram proibidas de continuar a operação de travessia, para a qual, cobram R$ 3 de moto R$ 10 de carros pequenos e R$ 20 de caminhonetes.

Todo balseiro precisa ter identificação, autorização da Marinha e da ANTAQ, ser Micro Empreendedor Individual – MEI, com registro no Sebrae e as balsas devem ter coletes salva vidas, tabela de preços e os horários das travessias.

O técnico da ANTAQ, Dorivaldo Gomes, cita que o objetivo da Agência é garantir a segurança e conforto dos usuários, bem como regularidade e modicidade dos fretes.

Atualmente 24 balsas fazem a travessia, número maior que a necessidade. Antônio de Souza, que está regular aprovou a operação. Já Willian da Silva, vai ter que parar de atuar na travessia. ” Agora vou correr atrás da papelada para não ficar no prejuízo’.

A técnica em laboratório, Júlia Santos, que usa as balsas diariamente, acredita que agora ” todas estão dentro do padrão de segurança para nós passageiros”.

Balsa do governo que faz a travessia gratuita pode ser proibida de funcionar

Uma balsa paga pelo governo do Estado, que faz a travessia de veículos gratuitamente das 6 a meia noite no Rio Juruá, poderá parar. A embarcação leva até 7 veículos em cada travessia.

Tramita na ANTAQ um Processo Administrativo, iniciado à partir de denúncia feita à ouvidoria da Agência, que pode resultar na proibição da oferta da travessia gratuita das motos e carros. Dorivaldo, diz que a gratuidade atrapalha a livre concorrência do serviço da travessia para os balseiros particulares.

“Antes da construção da Ponte da União, na chegada de Cruzeiro do Sul, fazia sentido o governo do Acre atravessar os carros, mas já faz tempo que não há justificativa para a continuidade. A ANTAQ tem como missão, assegurar à sociedade a adequada prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura portuária e hidroviária, garantindo condições de competitividade e harmonizando os interesses público e privado”.

Os usuários da travessia gratuita, esperam que a ANTAQ não paralise as atividades da balsa maior. “Acabar pra quê esse serviço gratuito?”.

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Cruzeiro do Sul

Com mais de 5 mil casos de malária, Saúde entrega mosquiteiros em cidades do AC 

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Nos cinco primeiros meses do ano, o Acre registrou 5.130 mil casos de malária e, como medida de prevenção e controle, equipes da Secretaria da Saúde do Acre e do Ministério da Saúde entregam mosquiteiros durante visitas técnicas.

As ações iniciaram nesta segunda (3) e devem seguir até a sexta-feira (7). Os mosquiteiros devem ser entregues nas três cidades do Vale do Juruá com maiores índices da doença, que são Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves, interior do Acre.

Segundo a Vigilância Epidemiológica do estado, os dados de casos da malária correspondem ao boletim de janeiro a 30 de maio deste ano. A cidade de Cruzeiro do Sul registrou 2.483 mil casos; Mâncio Lima contabiliza 1.571 mil e Rodrigues Alves 810 casos no período de avaliação.

O técnico responsável pela Vigilância Epidemiológica do Acre, Dorian Jinki, explicou que os mosquiteiros chegaram ao Acre ano passado e as equipes iniciaram a entrega no mês de novembro. Devido ao período de chuva, a entrega e visita foi suspensa, retornando essa semana.

“Como chegou o período de estiagem, as equipes estão distribuindo e estamos acompanhando. A agenda começou no dia 3, começamos por Porto Acre pela manhã, à tarde em Senador Guiomard e no final da tarde fomos para Rio Branco. Na terça [4] tivemos uma pequena reunião com a equipe estadual de saúde e em seguida seguimos para Cruzeiro do Sul”, explicou.

Cidade que preocupa

Apesar de não estar incluída entre as cidades com maiores índices da doença, o município de Senador Guiomard tem recebido uma atenção maior da Saúde. De acordo com Jinki, os registros de malária subiram de 85, em 2018, para 104 casos em 2019.

“Senador Guiomard é o que mais nos preocupa, está em uma situação bem delicada. Estamos monitorando e articulando ações emergenciais para controlar.

Redução

Ainda segundo o técnico, os registros da doença no estado em 2018 eram maiores dos apresentados este ano. Em números contabilizados entre janeiro e maio do ano passado, o Acre tinha 13.576 mil casos. Já esse ano, os registros caíram para 5.130 mil casos no período de avaliação.

Concomitante, a redução também foi percebida nas três cidades do Vale do Juruá que concentram 90% da malária do estado. Em 2018, Cruzeiro do Sul confirmou 6.922 mil casos, Mâncio Lima 4.118 mil e 2.155 mil casos. Esses números baixaram para 2.483 mil casos, 2.483 mil e 810 casos em 2019, respectivamente.

“Os municípios de alto índice estão seguindo uma linha de redução, com todo um esforço, trabalho em conjunto entre Estado, municípios e Ministério com a atenção básica. Isso gera uns números bem positivos”, avaliou o técnico.

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