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Horóscopo: saiba o que esperar para o seu signo nesta terça-feira, dia 19
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Virginia Gaia
19/11/2024 – 2:18
Chegou o grande dia em que o diminuto mais célebre do Sistema Solar muda de signo! Nesta terça-feira, dia 19, embalado pela Lua Cheia canceriana, o astral quer causar impacto pelo mínimo, mostrando a potência que as menores coisas podem ter para a grandiosidade da vida! E é sob esse contexto tão mágico quanto racional que Plutão muda sua morada zodiacal.
Deixando os domínios do signo de Capricórnio, por onde vem passando desde 2008, para adentrar nos territórios do signo de Aquário, onde ficará até 2044, o pequeno notável do Sistema Solar deixa o seu marco simbólico em evidência. Com órbita irregular e habitando a periferia do Sistema Solar, esse antigo planeta, que posteriormente foi rebaixado a planeta-anão, sempre dá o que falar.
Descoberto em 1930, em plena era de ouro da física e quando a astronomia e a astrologia já estavam completamente divorciadas, Plutão é mesmo um pequeno objeto que tende a causar grandes estragos. Na mesma época em que ele foi identificado, a ciência se deparava com as excentricidades da mecânica quântica e poder da energia nuclear. E, a partir daí, os conceitos de espaço e de tempo nunca mais foram os mesmos, com o florescimento da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein.
É por esse motivo, aliás, que Plutão é simbolicamente muitas vezes relacionado a Shiva, o deus da destruição e constante renovação, na mitologia hindu. Com seus diversos braços e um tambor que toca o ritmo da passagem do tempo, Shiva é tão temido quanto belo, já que em sua forma como Shiva Nataraja ele dança triunfante sobre o mal. E é assim que o astral evoca um expurgo de ideias e pensamentos tóxicos relacionados ao conceito de poder.
Sob os ares aquarianos, Plutão promete subverter dinâmicas sociais, acelerando ainda mais a tecnologia e a comunicação ao passo em que também pode revelar os segredos mais obscuros com o avanço da ciência. Daqui até 2044, com certeza, sua presença será sentida na coletividade, da mesma forma que, ao concluir sua passagem por Capricórnio, o patrono dos temas tabu deixou sua marca de transformação na economia global, na gestão dos recursos naturais e em tudo o que permeia a intersecção desses dois temas.
Por isso, não adianta tentar resistir: a era da da comunicação ultra tecnológica veio para ficar! Então, abrace o melhor de tudo isso, mas sem perder o norte do que é saudável e construtivo no longo prazo!
Observe: com aproximadamente 80% de iluminação, a Lua Cheia ascende ao Leste pouco depois das 22h30, ficando visível até o amanhecer da quarta-feira, dia 20. Deslocando-se em direção ao Oeste em meio à Constelação de Gêmeos, a rainha da noite estará alinhada também a Procyon, a estrela Alfa da Constelação do Cão Menor.
Importante: você é muito mais do que o seu signo solar! Aproveite melhor o horóscopo lendo também as tendências para o seu signo ascendente. Para saber dele, demais signos e planetas no momento do seu nascimento, faça o seu MAPA ASTRAL GRATUITO.
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Áries: cuide do seu bem-estar interno, ariano. É preciso controlar as emoções e estar atento às suas necessidades íntimas.
Touro: procure se comunicar melhor, taurino. O céu pede mais atenção e também paciências com as pessoas à sua volta
Gêmeos: é preciso ser mais assertivo, geminiano. O céu pede mais objetividade e foco para realizar mais.
Câncer: a sua intuição está em alta, canceriano. Mas é também preciso saber direcionar isso para a ação.
Leão: cuide do seu bem-estar em um sentido amplo, leonino. É preciso cuidar da sua espiritualidade, mas sem se sobrecarregar.
Virgem: é hora de ouvir mais e falar menos, virginiano. Busque boas companhias, mas dê prioridade para quem respeita sua individualidade.
Libra: exerça a sua liderança de forma bem direcionada, libriano. É preciso saber lidar com as pessoas.
Escorpião: dê mais valor ao conhecimento e menos às aparências, escorpiano. É preciso cuidar do que enriquece você internamente.
Sagitário: vire páginas sem medo, sagitariano. Só não esqueça de honrar as pessoas mais próximas.
Capricórnio: é hora de ser justo e compartilhar vitórias, capricorniano. O céu pede mais atenção às suas parcerias.
Aquário: é hora de se concentrar mais na sua rotina e trabalho, aquariano. Seja produtivo, mas evite desgastes desnecessários.
Peixes: é hora de usar o seu poder de persuasão de forma útil, pisciano. O momento pede mais atenção à sua capacidade de inovar.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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