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Hospital está tratando alimentos como remédios no próprio jardim, na cobertura
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2 anos atrásem
Hospital está tratando alimentos como remédios no próprio jardim, na cobertura
Um hospital inovou e arrumou uma forma diferente de combater a insegurança alimentar: abriu um jardim no terraço com alimentos super frescos. Que ideia bacana!
O Boston Medical Center, localizado em Boston, Estados Unidos, já tinha uma primeira horta e agora abriu a segunda. Os alimentos são usados para alimentar os pacientes e profissionais da instituição. Tudo fica mais verde!
Além disso, parte da produção, que é colhida duas vezes por semana, vai para comunidades carentes locais e organizações sem fins lucrativos. As frutas e vegetais são plantadas em uma área de 456 m².
Primeira horta
A primeira horta, criada há algum tempo, é exclusiva para os pacientes e médicos. Tudo que é produzido vai para aqueles que estão internados e trabalham no local.
Além de comer comida fresquinha, os doentes também têm uma recuperação mais rápida. Xô comida industrializada!
Como a iniciativa deu super certo internamente, a empresa pensou na possibilidade de expandir.
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Ajudando a comunidade
Foi a partir daí que surgiu a segunda horta! Essa, mais focada em ajudar a comunidade externa.
O novo jardim saudável é especializado no cultivo de vegetais, como couve, rúcula e pimentas.
Todas as safras vão ser distribuídas para bancos de alimentos e centros comunitários locais. A missão do hospital é combater a insegurança alimentar, ao mesmo tempo que fornece alimentos frescos.
Sustentabilidade é o caminho
E não para por aí. As hortas também são super sustentáveis e cumprem o objetivo de ajudar o meio ambiente.
“Nossas fazendas no terraço aumentam o espaço verde em nossa comunidade, reduzem a pegada de carbono do hospital e fortalecem os sistemas alimentares locais em risco. Estamos orgulhosos de expandir a disponibilidade de alimentos frescos na comunidade local, ao mesmo tempo em que adicionamos mais caminhos para dar suporte a programas clínicos críticos, como o Preventive Food Pantry, em nosso hospital”, explicou David Maffeo, Diretor Sênior Serviços de Suporte da BMC.
O espaço verde vai reduzir o calor na comunidade e impactar o escoamento de águas pluviais.
As plantas vão coletar e reter a água da chuva e o jardim consegue reduzir o desperdício de água por meio da irrigação direto na raiz.
Outro programa
O Boston Medical Center é um dos hospitais mais sustentáveis do mundo.
Em um outro projeto, a companhia trabalha com um supermercado local para criar rótulos de produtos que falem diretamente sobre os riscos de doenças.
Alimentos que podem ajudar a controlar o açúcar no sangue, por exemplo, são indicados na embalagem como sendo melhorar para diabéticos.
Já aqueles que atuam para reduzir a pressão arterial, são rotulados como saudáveis para o coração.
Boston é uma cidade multicultural e para não deixar ninguém de fora, o hospital imprimiu os rótulos em vários idiomas, como vietnamita e criolou haitiano.
Olha que incrível o tamanho dessa horta! – Foto: Boston Medical Center

O hospital também faz várias ações com crianças para conscientizar sobre alimentação saudável. – Foto: Boston Medical Center
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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