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Idosos representam mais de 70% das mortes por Covid-19

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Aos poucos, apesar dos cuidados ainda serem extremamente necessários, a pandemia da Covid-19 vai diminuindo no Acre. A redução acontece tanto no número diário de novos casos, como também no número de óbitos.

No entanto, o “estrago” provocado pelo novo coronavírus jamais será esquecido por centenas de famílias que perderam seus entes queridos para a doença. Até esta terça-feira, 27, o Acre contabiliza 689 mortos.

Os números mostram que, assim como no resto do mundo desde o surgimento da pandemia, os idosos são as principais vítimas da doença. No Acre, o universo de pessoas que morreram pela Covid-19 chega a 486 pessoas, o que representa 70,5%. Desse total, 416 (60,4%) óbitos ocorreram no sexo masculino e 273 (39,6%) no sexo feminino.

Entre todos os óbitos, apesar do maior percentual das vítimas (67,1%) ter um histórico de outras doenças, 227 pessoas não possuíam histórico de comorbidades.

Os números mostram que a partir do momento em que a idade do doente aumenta, bem maiores são as chances de óbito. Até hoje 667 pessoas com idade acima de 80 anos contraíram a doença. O número de mortes é de 172, o que representa uma taxa de mortalidade de 254,1 óbitos por cada mil habitantes. Entre os 1.220 infectados que estão na faixa etária de 70 a 79 anos, a taxa de mortalidade é 136,1 mortes por cada mil habitantes.

Os menores percentuais estão nas idades de 1 a 9 anos e de 20 a 29 anos, com taxa de 1,4 mortes por cada mil habitantes.

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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