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Inauguração da ponte do Rio Madeira é marcada para 29 de abril
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O governador Gladson Cameli recebeu do ministro da Infraestrutura em audiência durante o início da noite desta segunda-feira, 29, em Brasília, que a ponte sobre o Rio Madeira será inaugurada no fim do mês de abril. O evento deverá contar com a presença do presidente Jair Bolsonaro. O governador conseguiu também assegurar o início das obras do anel viário Brasileia-Epitaciolândia e a construção do Viaduto da Corrente, em Rio Branco.
Acompanhado do presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), Petrônio Antunes, Gladson Cameli se reuniu com o ministro e com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), Antônio Santos Filho, para definir questões sobre obras que interessam ao estado do Acre.
Inicialmente, como fator essencial de desenvolvimento, Gladson falou da importância da inauguração da ponte sobre o Rio Madeira, já que a ponte ligará o Estado do Acre a Rondônia e ao resto do Brasil, sem riscos de interrupção no tráfego em decorrência de intempéries naturais, como enchentes.
“Este sonho vem alimentando as esperanças dos acreanos, já que não teremos mais problemas de isolamento terrestre na época de inverno amazônico. Teremos a ligação completada entre os oceanos Pacífico e Atlântico e o Brasil será altamente beneficiado nas exportações, que poderão ser feitas pelos portos do Peru, encurtando milhares de quilômetros da rota que é feita hoje”, explicou Gladson.
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Tarcísio Freitas garantiu que a ponte será inaugurada no fim de abril, não especificando a data, devido a acertos na agenda do presidente Jair Bolsonaro; porém, inicialmente está marcada para o dia 29.
Anel Viário Brasileia-Epitaciolândia
Com relação ao início das obras do anel viário Brasileia-Epitaciolândia, o ministro Tarcísio disse que a ida do presidente Bolsonaro ao Acre poderá ser a oportunidade para que a ordem de serviço seja assinada e o sonho do anel viário comece a ser concretizado.
Com recursos iniciais assegurados pelo governo federal na ordem de R$ 20 milhões, o projeto visa promover uma rota alternativa rodoviária para o transporte regional entre municípios, evitando o intenso tráfego urbano, diversos cruzamentos em nível, número elevado de ciclistas e pedestres na faixa de domínio da rodovia e consequente elevado número de acidentes. A BR-317 serve como rota importante para o aumento das atividades comerciais, fomentando a economia e o turismo na região.
“A implantação e pavimentação do contorno rodoviário do município de Brasileia terá aproximadamente dez quilômetros de extensão. Já a ponte sobre o Rio Acre terá 250 metros de comprimento. Os dois projetos deverão beneficiar de forma direta 51 mil habitantes entre os municípios de Epitaciolândia, Brasileia, Assis Brasil e países vizinhos”, disse o presidente do Deracre, Petrônio Antunes.
Viaduto da Corrente
Por fim, atendendo mais uma solicitação do governador Gladson Cameli, o ministro garantiu ainda para este ano a construção do viaduto na localidade conhecida como “Corrente”, que fica no entroncamento da BR-364 e rodovia AC-40, na capital acreana.
“Para acelerar as obras do viaduto, daremos atenção especial ao local, considerando a obra eliminação de ponto crítico, já que sabemos dos transtornos que um entroncamento rodoviário sem infraestrutura condizente pode causar para a população”, disse o ministro.
No encerramento da reunião, o governador Gladson Cameli agradeceu ao diretor-geral do Dnit, Antônio Santos Filho, o empenho que o órgão tem demonstrado para solucionar os problemas no Estado do Acre que são inerentes à sua pasta.
Com informações da Agência de Notícias do Acre.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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