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Índia se preocupa com a preparação de Bumrah para o Troféu dos Campeões com o retorno de Shami | Notícias de críquete

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A omissão do lesionado Bumrah na série T20 contra a Inglaterra levanta dúvidas sobre seu retorno para o evento ICC.

O principal lançador rápido Jasprit Bumrah deve perder a série internacional T20 da Índia contra a Inglaterra, mas seu parceiro de boliche Mohammad Shami retornará depois de um ano fora do time, confirmou o Conselho de Controle do Críquete na Índia (BCCI).

Bumrah, que sofreu espasmos nas costas durante a partida final da série de testes contra a Austrália, não foi incluído no elenco de 15 jogadores nomeado pelo BCCI no sábado.

O BCCI não revelou a natureza da lesão nem quando Bumrah estará de volta à ação.

Embora seja improvável que sua ausência na série bilateral de cinco partidas cause sérias preocupações para a Índia, os campeões do T20 estarão suando em sua recuperação e retorno antes do próximo Troféu dos Campeões da ICC no Paquistão e Dubai.

O jogador de 31 anos foi o maior arremessador de postigos na viagem da Índia à Austrália, mas foi forçado a abandonar o Teste de Sydney no meio do caminho. No entanto, o BCCI não justificou a sua omissão da equipa de bola branca.

Shami voltou à equipe depois de mais de um ano afastado devido a uma lesão no tornozelo e subsequente cirurgia após a Copa do Mundo de 50 anos em 2023.

O jogador de 34 anos perdeu todas as partidas internacionais da Índia em 2024, mas voltou ao críquete nacional em outubro e foi monitorado de perto pela equipe médica da seleção nacional.

A Índia perdeu Shami na série de testes do Troféu Border-Gavaskar na Austrália.

Ao lado de Shami, o versátil Axar Patel foi nomeado vice-capitão da Índia pela primeira vez. Suryakumar Yadav lidera a equipe.

Os versáteis Nitish Reddy e Washington Sundar, bem como o marcapasso Harshit Rana, estão de volta ao time T20 depois de perder a vitória por 3-1 na série na África do Sul em novembro devido a seus compromissos de teste na Austrália.

A estrela do batedor de postigos, Rishabh Pant, continuou a perder os planos do T20 da Índia. Ele participou pela última vez no triunfo da Copa do Mundo T20 de 2024 nas Índias Ocidentais.

Na ausência de Pant, Sanju Samson foi o rebatedor inicial e o goleiro titular, marcando três séculos em sete jogos contra Bangladesh e África do Sul no ano passado. Dhruv Jurel é o outro guarda-postigo nomeado na equipa.

A Índia recebe a Inglaterra no primeiro T20I em 22 de janeiro, com a série terminando em 12 de fevereiro, seguida por uma série internacional de três partidas de um dia antes do Troféu dos Campeões do próximo mês.

Seleção da Índia: Suryakumar Yadav (capitão), Sanju Samson (guarda-postigo), Abhishek Sharma, Tilak Varma, Hardik Pandya, Rinku Singh, Nitish Kumar Reddy, Axar Patel, Harshit Rana, Arshdeep Singh, Mohammad Shami, Varun Chakravarthy, Ravi Bishnoi, Washington Sundar, Dhruv Jurel (guarda-postigo).



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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