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Indicado de Trump para a ONU apoia reivindicações israelenses de direitos bíblicos à Cisjordânia | Administração Trump

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Joseph Gedeon in Washington

Donald Trump’s nomeado para embaixador dos EUA no Nações Unidas apoiou as reivindicações israelitas de direitos bíblicos a toda a Cisjordânia durante uma audiência de confirmação no Senado, alinhando-se com posições que poderiam complicar os esforços diplomáticos no Médio Oriente.

O A congressista de Nova York Elise Stefanikum Republicanofoi confrontada na terça-feira por apoiar uma posição que a alinha com a extrema direita israelense, incluindo o ministro das finanças israelense, Bezalel Smotrich, e o ex-ministro da segurança nacional, Itamar Ben-Gvir.

“Você me disse isso, sim, você compartilhava dessa opinião”, disse o senador democrata de Maryland, Chris Van Hollen, durante o interrogatório. “Essa é a sua opinião hoje?”

“Sim”, disse Stefanik.

A audiência de confirmação de Stefanik destacou as divergências entre os EUA e a ONU sobre a política de Israel – da qual os EUA são a ONU maior financiador único. Os EUA – que albergam o secretariado no centro de Nova Iorque – pagam cerca de 3,6 mil milhões de dólares, ou 22%, do orçamento regular da ONU, com a China em segundo lugar, com 15,25% e o Japão, aproximadamente, com 8%.

E embora a posição coloque Stefanik em desacordo com o consenso internacional de longa data e com múltiplas resoluções do Conselho de Segurança da ONU relativamente aos colonatos israelitas em territórios ocupados, permanece fortemente em linha com a opinião generalizada Administração Trump postura.

Mike Huckabee, embaixador de Trump em Israel, expressou sentimentos semelhantes sobre a soberania de Israel, declarando “não existe Cisjordânia” durante uma visita a Israel em 2017. Huckabee também rejeitou totalmente a identidade palestina, certa vez afirmando que “não existe palestino”.

Críticos como Van Hollen também argumentam que endossar reivindicações bíblicas sobre territórios disputados poderia minar a credibilidade dos EUA como mediador na região e complicar os esforços para avançar uma solução de dois Estados, que tem sido a pedra angular da política americana para o Médio Oriente durante décadas.

“Será muito difícil alcançar a paz se continuarem a defender a opinião que acabaram de expressar”, disse Van Hollen.

Os EUA têm sido historicamente o apoiante diplomático mais forte e consistente de Israel nas administrações Democratas e Republicanas, juntamente com uma série de nações insulares mais pequenas.

Os Estados Unidos vetaram 49 resoluções do conselho de segurança dirigidas a Israel desde 1970, de acordo com o Biblioteca Virtual Judaicaincluindo cinco desde 7 de outubro de 2023.

A troca ocorre num momento particularmente sensível para as relações EUA-ONU, após meses de escalada de disputas sobre o papel do organismo internacional no conflito no Médio Oriente.

No início do ano passado, os EUA suspenderam o financiamento à UNRWA, a agência da ONU que apoia os refugiados palestinianos, após alegações de que alguns membros do pessoal participaram nos ataques do Hamas de 7 de Outubro.

Stefanik criticou novamente o que chamou de preconceito anti-Israel na ONU, descartando a instituição como uma “fossa de anti-semitismo” e ecoando as posições da administração Trump que levaram à retirada dos EUA da ONU. Conselho de Direitos Humanos da ONU e Unesco durante seu primeiro mandato.

“Os nossos impostos não devem ser cúmplices no apoio a entidades contrárias aos interesses americanos, anti-semitas ou envolvidas em fraude, corrupção ou terrorismo”, disse Stefanik.

A posição de Stefanik reflecte a sua evolução política mais ampla, desde uma republicana moderada que inicialmente criticou a retórica e o comportamento de Trump até um dos seus mais ferrenhos defensores.

Depois de condenar o 6 de janeiro ataque ao Capitólio como “absolutamente inaceitáveis” e que “devem ser processados ​​em toda a extensão da lei” de uma forma comunicado de imprensa agora excluídomais tarde ela votou pela remoção da deputada Liz Cheney da liderança da Câmara por criticar as alegações de fraude eleitoral de Trump e, desde então, tornou-se uma das defensoras mais veementes do ex-presidente no Capitólio.



Leia Mais: The Guardian

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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