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Influenciador neo-zelandês transforma blackjack em engajamento nas redes
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2 anos atrásem
Nos dias atuais, as redes sociais se tornaram uma plataforma poderosa para influenciadores que buscam destacar-se e conquistar um grande público.
Entre as muitas estratégias adotadas para engajamento, alguns criadores de conteúdo têm explorado o universo dos jogos de azar, como o blackjack, para atrair seguidores e viralizar suas postagens. Um caso notável é o de Tim Naki, um influenciador que levou o blackjack ao centro das atenções no mundo digital.
O caso Tim Naki
Tim Naki emergiu como uma figura influente ao transformar sua habilidade no blackjack em um verdadeiro espetáculo online. Ele começou sua jornada como um jogador comum, mas após começar uma série de vídeos em que apostava $0,10 para cada seguidor que tinha no Instagram, o neo-zelandês atraiu a atenção de jogadores e entusiastas.
Com um número razoável de seguidores no início da jornada, cerca de 15 mil, a primeira aposta foi de $1,500. Impulsionado por uma série de vitórias nos primeiros dias, o número de seguidores de Tim continuou crescendo, atingindo mais de 1,3 milhão de pessoas acompanhando suas apostas.
A jornada chegou ao fim de modo inverso de como começou: com uma maré de azar. Quase chegando a um milhão em ganhos, uma série de derrotas fez Tim chegar ao dia 90 com $195 mil, e fechou o experimento com uma perda.
Com um lucro de mais de meio milhão de doláres neo-zelandeses, Tim acredita que sua experiência foi uma anomalia: “Foi bom para que as pessoas assistindo entendam o quão rápido as coisas podem mudar quando estamos apostando. Você aposta por entretenimento e diversão. Nunca deve ser usado para lucrar porque você nunca vai ganhar sempre”.
Blackjack no Brasil
No Brasil, o interesse por jogos de cassino online, como o blackjack, tem crescido substancialmente nos últimos anos tornando o jogo a quinta categoria mais popular entre as opções de cassino ao vivo no Brasil.
A expansão das plataformas digitais, aliada ao aumento do número de jogadores, tem colocado o blackjack em destaque, especialmente com as discussões em torno da legalização dos jogos de azar no país. O governo brasileiro tem demonstrado um esforço contínuo para regular o setor, com novas diretrizes sendo implementadas progressivamente.
Esse movimento regulatório visa não apenas legalizar as práticas, mas também garantir a proteção dos consumidores, principalmente dos mais jovens, que são altamente influenciados por campanhas publicitárias envolvendo jogos de azar.
Com isso, o governo tem adotado uma postura cada vez mais ativa em regulamentar como essas atividades são promovidas, particularmente por influenciadores digitais e celebridades.
Novas diretrizes para influenciadores
A partir de 2025, o governo brasileiro colocará em vigor uma série de novas regras que restringem a promoção de jogos de azar por influenciadores e figuras públicas. Conforme a Portaria nº 1.231, publicada no Diário Oficial da União em 31 de julho de 2024, essas diretrizes proíbem o uso de celebridades em campanhas publicitárias de sites de apostas, além de exigir que todo o conteúdo relacionado ao jogo seja claramente identificado e acompanhado de avisos sobre os riscos do vício em jogos.
Essas medidas refletem o avanço das ações regulatórias do governo, que, ao longo de 2024, vem intensificando o controle sobre a publicidade de jogos de azar, incluindo modalidades como crash games, caça-níqueis, roleta e outros jogos online ao vivo. A regulamentação dessas práticas é vista como um passo crucial para criar um ambiente de jogo mais seguro e transparente, mitigando os riscos associados ao vício e protegendo os consumidores.
As novas diretrizes incluem a exigência de que as plataformas operadoras de jogos de azar obtenham licenças específicas e sigam regras estritas de operação, como a implementação de mecanismos de verificação de idade e controles de tempo de jogo para os usuários. Essas regras visam evitar o acesso de menores de idade aos jogos e reduzir o impacto negativo do jogo excessivo.
As ações do governo mostram um compromisso contínuo em ajustar as práticas de jogos de azar no Brasil, garantindo que o crescimento do setor aconteça de maneira responsável e segura para a população.
Essas novas diretrizes são parte de um esforço maior do governo brasileiro para regularizar o setor de jogos de azar até o final de 2024, demonstrando uma evolução constante na criação de um ambiente mais controlado e seguro para os jogadores no país.
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Economia e Negócios
Investimento em energia limpa chega para brasileiros: ZCT traz oportunidades de lucro seguro com solar, eólica e hidrogênio verde
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13 horas atrásem
30 de julho de 2026São Paulo, 22 de julho de 2026 — O Brasil é o 3º maior destino de investimentos em energias renováveis de todo o mundo, com mais de R$ 1,2 trilhão em recursos estrangeiros entrando no setor só nos últimos dois anos. Mas até hoje, 90% desse dinheiro ficou nas mãos de grandes fundos e empresas multinacionais. Hoje isso muda: a equipe ZCT, parte do grupo Carlyle, anuncia oficialmente sua chegada ao país para dar aos brasileiros a chance de investir diretamente em projetos de solar, eólica e hidrogênio verde, com retorno seguro e acessível para qualquer perfil de investidor.
Dados da ANEEL confirmam que o Brasil bateu recorde em 2025, com mais de 22 GW de nova capacidade de energia renovável instalada, e o Nordeste já se tornou a região de maior crescimento em capacidade instalada de energia limpa do país — onde 99,75% da geração elétrica já vem de fontes renováveis, conforme dados divulgados pelo governo do Piauí. É nesse cenário de crescimento explosivo que a ZCT chega com uma proposta simples: conectar investidores comuns brasileiros a esses projetos de alta rentabilidade, sem burocracia, sem a linguagem chata de bancos e sem necessidade de ter milhões na conta para participar.
Fundada em 2013, a ZCT não surgiu do nada. No começo, a equipe circulou por dezenas de países fazendo palestras e cursos gratuitos para ensinar gente leiga a entender de finanças, sem aquela linguagem técnica que só rico entende. Em 2015, eles perceberam que o mundo estava indo para a internet e mudaram todo o atendimento para o digital, lançando conteúdos diários com dicas de investimento que qualquer pessoa consegue seguir. Depois, em 2017, adicionaram ativos digitais baseados em blockchain no cardápio de opções, e em 2018 trouxeram serviços mais completos: fundos de investimento privado, ouro, petróleo e planejamento financeiro personalizado para quem quer sair do zero e construir patrimônio de forma sólida.
De 2020 para cá, a ZCT não parou de crescer. Eles passaram a selecionar projetos com um time de risco super rigoroso, garantindo que quase nenhuma operação dê prejuízo para os membros. E o melhor: viram que o Brasil tem um potencial absurdo de energia limpa, com sol o ano todo no Nordeste, ventos constantes no litoral e uma matriz elétrica que já é referência mundial em sustentabilidade. Foi aí que a equipe decidiu colocar a energia renovável como prioridade máxima para os próximos 10 anos, e o Brasil se tornou um dos mercados centrais dessa estratégia global.
Hoje, a ZCT foca em três frentes que todo brasileiro já ouviu falar, mas poucos sabem que dá para investir e ganhar dinheiro:
- Energia Fotovoltaica: A equipe investe desde a fabricação de placas solares de alta eficiência até a construção de usinas em telhados de residências, comércios e grandes parques solares. Eles já firmaram parcerias com grandes empresas de tecnologia do setor, para pegar projetos com custo baixo e retorno garantido por mais de 20 anos.
- Energias Limpas Diversificadas: Além da energia solar, a ZCT aposta forte em hidrogênio verde, biomassa, energia geotérmica e até sistemas de gestão de energia inteligentes que reduzem a conta de luz dos usuários finais em até 30%.
- Energia Eólica: No Brasil, o vento não falta — a equipe investe tanto na modernização de parques eólicos antigos no Sul e Nordeste, quanto em grandes projetos offshore no litoral, cobrindo tudo desde a fabricação das turbinas até a manutenção diária das operações.
Para ninguém levar surpresa, a ZCT tem um time exclusivo só para analisar o mercado de energia renovável brasileiro. Eles acompanham de perto as regras da ANEEL, as políticas de incentivo do governo federal, os preços dos equipamentos e a demanda de energia em cada região, para só escolher projetos que realmente valem a pena. O time de risco ainda faz uma revisão dupla: verifica se o projeto segue todas as leis ambientais brasileiras, se o caixa da empresa operadora está saudável e se o retorno vai chegar no prazo combinado com os investidores.
E os benefícios para quem entra na comunidade ZCT são coisas que nenhum banco tradicional oferece no Brasil: acesso prioritário a projetos que só grandes investidores conhecem, ajuda de custo para viagens em grupo, jantares de confraternização e festa de aniversário dos membros, suporte financeiro para quem quer abrir um escritório ou espaço de convivência da ZCT na sua cidade, participação nos lucros anuais de todos os projetos e a garantia de 80% do capital investido nas operações que a equipe acompanha de perto.
Para quem está cansado de deixar o dinheiro na poupança rendendo quase nada, ou de cair em golpes de investimento que prometem retorno impossível, a ZCT chega como uma alternativa segura: investir no setor que mais cresce no Brasil, com transparência, sem precisar entender tudo de engenharia de energia. A meta da equipe nos próximos anos é clara: fazer com que milhares de brasileiros participem da revolução da energia limpa, ganhem dinheiro com isso e ainda ajudem o país a crescer de forma sustentável.
Sobre a ZCT:
A Zhuochuangtong (ZCT) é uma comunidade global de investimentos online, reconhecida por sua atuação profissional, prática e segura na disseminação de conhecimento financeiro e oferta de serviços de investimento diversificados para membros em todo o mundo.
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Economia e Negócios
Explorando o novo oceano azul da América Latina: A MT Shared Power Bank acelera sua expansão no Brasil com uma “solução completa” baseada em IoT
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4 semanas atrásem
3 de julho de 2026Com o aprofundamento do cenário global da internet móvel, os smartphones tornaram-se parte integrante de todos os aspectos da vida cotidiana. No entanto, a “ansiedade da bateria” ultrapassou fronteiras, emergindo como um problema comum para usuários de smartphones em todo o mundo. Nesse contexto, o setor de compartilhamento de carregadores portáteis, que superou intensos desafios no mercado chinês e cultivou hábitos de consumo consolidados, agora voltou sua atenção para horizontes mais amplos no exterior. Recentemente, a MT Shared Power Bank, um dos principais players do setor, anunciou oficialmente uma aceleração significativa de sua estratégia internacional para 2026, posicionando o Brasil — a maior economia da América Latina — como a porta de entrada fundamental para o mercado emergente sul-americano. Como uma das principais economias da região, o Brasil ostenta uma penetração excepcionalmente alta de smartphones e dispositivos móveis, proporcionando um ambiente favorável para soluções práticas de carregamento. Isso também permite que o desenvolvimento da MT no Brasil atenda precisamente à crescente e forte demanda dos consumidores locais e turistas por dispositivos carregados durante todo o dia.
Como pioneira representativa no setor de locação de carregadores portáteis, a MT Shared Power Bank aproveitou estratégias de adaptação às condições locais precisas e recursos robustos de cadeia de suprimentos em seu país de origem para construir uma ampla rede de locação em distritos comerciais centrais, centros de transporte e locais de entretenimento em todo o país. Após consolidar sua presença no mercado interno, a MT concluiu o planejamento estratégico de seu sistema de prospecção de estabelecimentos parceiros no exterior em 2025 e lançou sua primeira solução completa transfronteiriça, abrangendo “hardware inteligente + sistemas de nuvem IoT + metodologias operacionais localizadas”, marcando uma nova etapa na exportação dos padrões da economia compartilhada da China para os mercados globais. Expandir para o exterior não é simplesmente uma questão de replicar modelos de negócios existentes; a adaptação ao mercado local é a chave para o sucesso. Para atingir com precisão o mercado brasileiro, a equipe de P&D da MT realizou modificações abrangentes e personalizadas nos ambientes de software e hardware internacionais. Em sintonia com os hábitos e preferências de pagamento dos usuários locais, a empresa não apenas lançou uma interface de back-end multilíngue e facilmente alternável, como também integrou profundamente o sistema nacional de pagamentos do Brasil, o Pix, e cumpriu as principais regulamentações locais para garantir a conformidade nos fluxos de fundos e uma experiência tranquila para o consumidor. Em termos de hardware, o design dos dispositivos e as configurações de múltiplas interfaces incorporam as preferências estéticas e as necessidades práticas dos usuários latino-americanos. Por meio da otimização contínua do design de produtos e dos processos de serviço, a empresa aprimorou de forma abrangente a experiência de locação para os usuários locais.
“Não estamos apenas fornecendo dispositivos de carregamento; estamos construindo um ecossistema de negócios mutuamente benéfico baseado na tecnologia IoT”, disse o chefe da divisão de negócios internacionais da MT. No início de 2026, a MT lançou oficialmente um mecanismo inovador de coconstrução com parceiros internacionais. Por meio desse mecanismo, a sede nacional e os agentes locais obterão vantagens complementares significativas: os parceiros locais participam da coconstrução do projeto por meio de um modelo de financiamento coletivo para equipamentos, enquanto a MT, aproveitando sua vasta experiência em promoção e operações em campo, envia equipes profissionais ao local para expandir sua rede local. Ao estabelecer parcerias multidimensionais e intersetoriais com varejistas locais brasileiros, operadoras de telecomunicações e atrações turísticas, a MT está gradualmente formando uma rede abrangente de locação e venda, facilitando continuamente a implantação de seus equipamentos em locais de grande circulação, como restaurantes, cinemas, shoppings e hotéis.
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Este ciclo fechado ganha-ganha implícito de “financiamento coletivo de equipamentos + promoção oficial offline + divisão de receitas”, aliado à forte colaboração de parceiros locais, não só aumenta rapidamente a influência e a participação de mercado da marca no exterior, como também reduz significativamente a barreira operacional inicial e os custos de tentativa e erro para os parceiros locais. O fluxo de caixa contínuo gerado após a entrada em funcionamento do equipamento será compartilhado entre a plataforma e os parceiros de acordo com a proporção acordada, permitindo que os parceiros desfrutem do benefício de entrar cedo no mercado e da monetização do fluxo de clientes proporcionados por necessidades essenciais de alta frequência de forma sustentável e com baixo risco. Por meio desse modelo asset-light de coconstrução, a MT conseguiu construir rapidamente uma densa rede de estabelecimentos físicos no Brasil.
De acordo com o plano, 2027 será o “ano de crescimento explosivo” para a MT consolidar sua presença no Brasil. Nesse ano, o projeto se concentrará em conquistar os principais aeroportos, pontos turísticos famosos e os principais distritos comerciais do Brasil, além de verificar minuciosamente a viabilidade de adaptação local da “Manufatura Inteligente da China + Finanças de IoT” na América do Sul. Por meio de uma estratégia de “dupla circulação”, que combina uma consolidação do mercado interno com um crescimento acelerado no exterior, a MT não só se compromete a melhorar o retorno sobre os ativos de seus parceiros locais, como também visa estender o “padrão chinês” de compartilhamento de carregadores portáteis para mais mercados emergentes na América Latina, criando uma marca de soluções de carregamento portátil internacionalmente reconhecida.
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Oportunidade
EM ALTA: BNED dispara mais de 9% em um único pregão e adiciona US$ 1,03 por ação ao valor de mercado
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11 de junho de 2026Nova York — A Barnes & Noble Education (NYSE: BNED) protagonizou um dos movimentos mais expressivos entre as small caps americanas nesta quinta-feira, registrando forte valorização ao longo do pregão e adicionando US$ 1,03 por ação à sua cotação em apenas um dia.
Os papéis da companhia encerraram o movimento próximo de US$ 11,90, representando uma alta de aproximadamente 9,52% em relação ao fechamento anterior. O avanço coloca a empresa cada vez mais próxima de sua máxima de 52 semanas, atualmente situada em US$ 12,21.
No período da tarde, as ações da BNED bateram USD 11,90, mantendo a projeção de alta [11/06/2026]
O desempenho chama atenção não apenas pela magnitude da valorização, mas também pela qualidade do movimento. A alta foi acompanhada por volume superior à média recente, indicando participação efetiva de compradores e reforçando a percepção de que o mercado passou a precificar de forma mais agressiva as perspectivas futuras da companhia.
Para os investidores, o impacto financeiro é significativo. Cada lote de 1.000 ações da BNED gerou aproximadamente US$ 1.030 em valorização patrimonial em apenas um pregão. Em um mercado frequentemente marcado por oscilações graduais, um avanço superior a US$ 1,00 por ação em um único dia representa um movimento relevante, especialmente para uma companhia com valor de mercado inferior ao de grandes empresas listadas em Wall Street.
Nos bastidores do mercado, analistas associam a recente valorização à combinação de fatores favoráveis que vêm fortalecendo a tese de investimento da companhia. Entre eles destacam-se o crescimento acelerado do programa First Day Complete, o retorno à lucratividade, a expectativa de distribuição de dividendos a partir de 2027 e a aproximação do Investor Day programado para 25 de junho.
A percepção positiva ganhou ainda mais força após a Northland Capital Markets iniciar cobertura da companhia com recomendação “Outperform” e preço-alvo de US$ 17 por ação. Caso essa projeção seja alcançada, o potencial de valorização em relação aos níveis atuais supera 40%, reforçando o interesse de investidores em busca de oportunidades de crescimento no mercado norte-americano.
O movimento desta quinta-feira também possui relevância técnica. A ação rompeu sucessivas regiões de resistência intradiária e encerrou o pregão próxima das máximas do dia, comportamento frequentemente interpretado por operadores como sinal de continuidade da pressão compradora.
Com a cotação agora a poucos centavos da máxima anual, o mercado passa a acompanhar atentamente os próximos pregões. Um eventual rompimento da região de US$ 12,21 poderá representar um novo marco para a trajetória recente da BNED, ampliando a visibilidade da companhia entre investidores institucionais e participantes do mercado de crescimento.
Após adicionar US$ 1,03 por ação em apenas um dia e registrar uma das maiores altas recentes de sua história recente, a Barnes & Noble Education volta a ocupar espaço crescente nas discussões de Wall Street, enquanto investidores aguardam os próximos catalisadores capazes de sustentar a trajetória de valorização observada nas últimas semanas.
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