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Instruções sobre a guerra na Ucrânia: a Rússia sofreu um recorde de baixas em 2024, afirma o comandante-em-chefe ucraniano | Ucrânia

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  • A Rússia sofreu 434.000 baixas em 2024, afirmou o comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia.dizendo que foi mais do que os dois anos anteriores combinados. Oleksandr Syrskyi disse numa entrevista transmitida no domingo à noite que o número incluía 150.000 mortes. Syrskyi não forneceu um número de vítimas ucranianas. O Estado-Maior da Ucrânia também informou no fim de semana que quase 819 mil soldados russos foram mortos, capturados ou feridos desde o início da guerra. Em dezembro de 2024, Kiev disse que 2.200 soldados russos morreram no espaço de 24 horas, o pior número de vítimas desde o início da guerra. As contagens ocidentais de baixas russas são mais baixocom uma avaliação em Outubro do ano passado afirmando que até 115.000 pessoas foram mortas e 500.000 ficaram feridas desde o início da invasão em grande escala.

  • Moscou abriu uma investigação criminal sobre alegações de que a Ucrânia matou civis na região de Kursk, no oeste da Rússia. O Comité de Investigação da Rússia, que investiga crimes graves, alegou que as tropas ucranianas “cometeram o assassinato de pelo menos sete civis, que estavam abrigados na cave de uma casa residencial” na aldeia de Russkoe Porechnoye, a 20 km (12 milhas) da fronteira. A Ucrânia não respondeu oficialmente às acusações. Tanto a Ucrânia como a Rússia acusam-se regularmente de atacar não-combatentes e ambas negam as acusações. A porta-voz estrangeira da Rússia, Maria Zakharova, acusou a Ucrânia do “massacre canibal de civis”. Depois de lançar um ataque ofensivo surpresa na região de Kursk, a Ucrânia controlou dezenas de assentamentos fronteiriços e afirma que cerca de 2.000 civis vivem em áreas ocupadas. Vários meios de comunicação estatais russos publicaram um vídeo, fornecido pelo exército, que, segundo eles, mostrava tropas russas descobrindo vários cadáveres em um porão escuro. A AFP não conseguiu verificar imediatamente as alegações ou o vídeo. As forças russas são acusadas de terem assassinado centenas de civis na cidade ucraniana de Bucha, durante uma ocupação que durou um mês no início do conflito.

  • A Ucrânia abateu 43 dos 61 drones lançados pela Rússia na noite de domingo, sua força aérea disse. Afirmou também que outros 15 drones foram “perdidos”, depois de terem sido redireccionados pelo uso da guerra electrónica em Kiev. Nenhum dano grave ou vítima foi imediatamente relatado pelas autoridades.

  • As tropas russas capturaram a aldeia de Vozdvyzhenka, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia.informou a agência de notícias russa Interfax no domingo, citando o Ministério da Defesa russo. A Reuters não pôde confirmar de forma independente os relatórios do campo de batalha.

  • Os ucranianos celebraram o feriado ortodoxo da Epifania no domingo, apesar da guerra ter provocado uma divisão religiosa. “Há explosões aqui, estrondos ali, sempre esperamos algo ruim. Mas agora ficamos parados, esquecemos tudo e oramos a Deus”, disse à AFP a médica militar Natalya. Os ucranianos afastaram-se em grande parte da Igreja Ortodoxa Ucraniana – que está subordinada ao Patriarcado de Moscovo – desde a invasão, sendo que a maioria segue agora uma igreja liderada por Kiev. A Igreja Ortodoxa Ucraniana continua controversa por não romper formalmente com a liderança de Moscou, embora tenha denunciado a guerra e negado que dependa da Rússia.



  • Leia Mais: The Guardian

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    Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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    Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

    Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

    Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

    Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

    Aprendizagem no território

    Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

    A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

    Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

    A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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    Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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    2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

    A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

    A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

    Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

    O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

    Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

    Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

    A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

    Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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    Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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    Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

    A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

    “É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

    Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

    A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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