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Islândia realiza eleições parlamentares após colapso do governo | Notícias Eleitorais
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As eleições legislativas ocorrem após o colapso de uma coligação frágil, sendo a economia uma das principais preocupações.
Os islandeses estão a eleger um novo parlamento depois de divergências sobre a economia, a imigração e as consequências das erupções vulcânicas terem forçado o primeiro-ministro Bjarni Benediktsson a desligar o seu governo de coligação e convocar uma eleições antecipadas.
As eleições de sábado são as sextas eleições gerais na Islândia desde que a crise financeira de 2008 devastou a economia da nação insular do Atlântico Norte e deu início a uma nova era de instabilidade política.
As sondagens de opinião sugerem que o país poderá estar prestes a passar por outra convulsão, com o apoio aos três partidos do governo a cair.
Benediktsson, que foi nomeado primeiro-ministro em Abril após a demissão do seu antecessor, lutou para manter unida a improvável coligação do seu conservador Partido da Independência com o centrista Partido Progressista e o Movimento Esquerda-Verde.
O mau tempo no país subártico ameaçou impedir que alguns eleitores chegassem aos locais de votação no sábado, com fortes nevascas bloqueando estradas em muitas áreas.
O clima também pode atrasar a entrega das urnas aos centros de contagem após o encerramento das urnas, às 22h (22h GMT).
Dez partidos competem
Os eleitores escolherão 63 membros do Althingi – parlamento – numa eleição que atribuirá assentos tanto por círculos eleitorais regionais como por representação proporcional.
Os partidos precisam de pelo menos 5% dos votos para ganhar assentos no parlamento. Oito partidos estiveram representados no parlamento cessante e 10 partidos concorrem a estas eleições.
A participação é tradicionalmente elevada segundo os padrões internacionais, com 80 por cento dos eleitores registados a votar nas eleições parlamentares de 2021.
Uma ilha varrida pelo vento perto do Círculo Polar Ártico, a Islândia normalmente realiza eleições durante os meses mais quentes do ano.
Mas em 13 de Outubro, Benediktsson decidiu que a sua coligação não poderia durar mais e pediu ao Presidente Halla Tomasdottir que dissolvesse o Althingi.
A fragmentação do cenário político da Islândia ocorreu após a crise financeira de 2008, que provocou anos de turbulência económica após o colapso dos bancos endividados do país.
A crise gerou raiva e desconfiança nos partidos que tradicionalmente trocavam poder entre si e levou à criação de novos partidos que vão desde a Aliança Esquerda-Verde, centrada no ambiente, até ao Partido Pirata, que defende a democracia directa e as liberdades individuais.
Tal como muitos países ocidentais, a Islândia tem sido atingida pelo aumento do custo de vida e pelas pressões da imigração.
A inflação atingiu um pico anual de 10,2% em Fevereiro de 2023, alimentada pelas consequências da pandemia da COVID-19 e pela invasão da Ucrânia pela Rússia.
Embora a inflação tenha desacelerado para 5,1% em Outubro, esse valor ainda é elevado em comparação com os países vizinhos.
A taxa de inflação dos EUA situou-se em 2,6 por cento no mês passado, enquanto a taxa da União Europeia foi de 2,3 por cento.
As finanças públicas também foram prejudicadas pela repetidas erupções de um vulcão na parte sudoeste do país, que deslocaram milhares de pessoas.
Um ano após a primeira erupção ter forçado a evacuação da cidade de Grindavik, muitos residentes ainda não têm habitação segura, o que levou a queixas de que o governo tem demorado a responder.
Também contribuiu para a escassez de habitação a preços acessíveis, agravada pelo boom do turismo na Islândia.
A Islândia também enfrenta dificuldades para acomodar um número crescente de requerentes de asilo, criando tensões dentro do pequeno país tradicionalmente homogéneo.
O número de refugiados que procuram protecção na Islândia aumentou para mais de 4.000 em cada um dos últimos três anos, em comparação com uma média anterior de menos de 1.000.
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre
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27 de janeiro de 2026O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.
A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.
“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.
A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.
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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano
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20 de janeiro de 2026Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025
Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.
De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.
Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.
Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025
O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções
No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.
Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:
- ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
- quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.
No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.
Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo
O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.
É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.
Um ano que já começa “com cara de planejamento”
Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.
No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.
Rio Branco também entra no compasso de 2026
Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.
Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).
Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC
Por que isso importa
O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.
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