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Israel ataca ‘zona humanitária’ de Gaza, matando pelo menos 11 e ferindo 15 | Notícias do conflito Israel-Palestina

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Mulheres e crianças entre os mortos enquanto os militares de Israel atacam novamente os civis que se abrigavam na chamada zona humanitária segura.

Pelo menos 11 palestinos, incluindo mulheres e crianças, foram mortos num ataque aéreo israelense contra tendas improvisadas que abrigavam pessoas deslocadas em uma zona humanitária segura designada no sul de Gaza, relatam médicos locais e organizações de notícias.

O ataque antes do amanhecer de quinta-feira na área de al-Mawasi – que os militares de Israel declararam uma “zona segura” no início da guerra em Gaza – teria resultado na morte de três crianças e duas mulheres entre os 11 que morreram.

Um vídeo do rescaldo do ataque mostrou pessoas à procura de sobreviventes entre tendas em chamas, escombros espalhados e varais onde os residentes do campo para deslocados penduravam roupas para secar.

A agência de notícias Reuters informa que 15 pessoas também ficaram feridas no ataque, embora não houvesse detalhes sobre o seu estado.

Os militares de Israel não comentaram o seu último ataque à área humanitária, que tem sido alvo implacável de aviões de guerra, drones e artilharia israelitas, incluindo o ataque mais recente, em 22 de Dezembro, que matou oito pessoas, incluindo duas crianças.

Dias antes, tanques israelitas avançaram sobre al-Mawasi a partir da cidade de Rafah, no sul, forçando dezenas de famílias a fugir para norte temendo um ataque iminente.

Pelo menos 20 pessoas foram mortas e outras ficaram feridas num ataque com mísseis israelita contra tendas em al-Mawasi, no dia 3 de Dezembro, no que os militares israelitas disseram ter sido alvo de um responsável do Hamas.

No dia de ano novoos ataques israelenses em Gaza mataram pelo menos 26 pessoas com quatro filhos e uma mulher estaria entre os mortos. Dez pessoas também desapareceram entre os escombros dos edifícios destruídos no ataque.

Quinze pessoas, todas consideradas civis, foram mortas num ataque a uma casa onde pessoas deslocadas se abrigavam em Jabalia, no norte de Gaza, disse um porta-voz da Defesa Civil Palestina em Gaza.

As forças israelenses não deram nenhum aviso sobre o ataque a al-Mawasi na manhã de quinta-feira, mas já haviam emitido ordens para que todos os residentes do campo de refugiados de Jabalia, no norte de Gaza, fugissem de três áreas que disseram ter sido designadas para um ataque.

O aviso aos residentes para fugirem de Jabalia para a Cidade de Gaza foi descrito como uma “pré-anestesia antes do ataque” pelo porta-voz dos militares israelitas em língua árabe, Avichay Adraee.

“Mais uma vez, organizações terroristas estão a lançar foguetes a partir da sua área, o que já foi avisado muitas vezes no passado”, disse ele numa publicação nas redes sociais.

Apesar de grande parte do norte de Gaza, incluindo Jabalia, sofrer quase três meses de cerco pelas forças israelensesdois grupos de reflexão de defesa baseados nos Estados Unidos afirmaram esta semana que os combatentes palestinianos lançaram um “ataque multi-ondas” coordenado contra as forças israelitas em Jabalia – um ataque que foi maior do que a maioria das outras operações militares palestinianas em Gaza nos últimos meses.

O número de mortos nos primeiros dois dias de 2025 soma-se aos 45.553 palestinos, pelo menos, que foram mortos em ataques israelenses a Gaza desde o lançamento de uma guerra punitiva no território após o ataque de 7 de outubro de 2023 pelo Hamas em Gaza. sul de Israel.



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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