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Jovem que escapou de tentativa de feminicídio agradece pela vida, 1 ano depois; “um milagre”
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Há um ano, Agatha Marquês Santos, de 26 anos, ficou entre a vida e a morte. A jovem escapou de uma tentativa de feminicídio, ao ser alvejada por uma bala que a deixou numa cadeira de rodas. Hoje, ela tem certeza que ela é um exemplo de “milagre” por estar em plena recuperação e cada dia melhor.
Moradora da comunidade do Batan, em Realengo, no Rio de Janeiro, Agatha foi baleada na cabeça a poucos metros de casa, tudo indica que teria sido pelo ex-namorado. Ela foi socorrida pelos vizinhos e levada para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz.
O impacto do tiro foi tão intenso que a jovem teve de tirar uma parte do crânio devido aos ferimentos. Como efeito, Agatha ainda tem de usar cadeira de rodas, mas já consegue ficar de pé por alguns minutos. Em recuperação, ela só agredece: “Deus me concedeu ‘um sopro de vida’ e hoje estou aqui como um milagre”.
Cada dia melhor
A família da jovem diz que Douglas da Silva Virgulino, ex-namorado, é o principal suspeito do crime. O casal havia terminado o relacionamento cerca de um ano antes da tentativa de feminicídio. Inconformado com o término, Douglas não aceitava a separação.
“Um ano que, para muitos, passou rápido, mas para mim foram 365 dias vividos minuto a minuto, todos eles com incertezas, medos, desafios, força e fé. Sei que ainda tenho muitos desafios pela frente.”
O crime está sob investigação, aguardando desfecho.
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Desafios superados com muita garra
Agatha disse ter sentido “muitos medos”, mas sua determinação é “ficar de pé e vencer”. “Reconheço que realmente a vida é ‘um sopro’ e que devemos valorizar cada minuto, vitória, derrota, sorriso e lágrima, valorizar até às dificuldades.”
Mãe de duas crianças, a jovem se disse grata pelo apoio da família e dos amigos.
“Quero dar um [recado] a todos: valorizem a vida, se amem, não esperem o ‘momento certo’ para ser feliz porque o momento certo é agora. Então, seja feliz hoje. Não importam as circunstâncias, os medos e as dificuldades”, ressaltou a jovem ao jornal O Dia.
Agatha Marquês Santos, de 26 anos, foi atingida com um tiro na cabeça que a imobilizou muito. O principal suspeito é o ex-namorado, inconformado com o término da relação. Foto: O Dia
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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3 horas atrásem
25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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