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KIDY DESEMBARCA NO MERCADO CHINÊS Tecnologia e conforto da marca brasileira chegam ao país através de joint venture com a empresa Hiersun

Assessoria, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Reconhecida no Brasil e no exterior pela excelência de suas criações, a Kidy Calçados se diferencia no mercado com suas peças que aliam o que há de melhor em termos de tecnologia e inovação para proporcionar saúde e conforto para os pés dos pequenos aventureiros. A marca, que já está presente em mais de 42 países, desembarca também na China, através de uma parceria firmada com o Grupo Hiersun.

Estudando e trabalhando há mais de 20 anos com o mercado chinês, Ricardo Gracia, sócio e Diretor de Desenvolvimento e Inovação da Kidy, buscou adentrar com a marca no local para atender a uma demanda de um público com alto poder aquisitivo que procura por produtos importados, em especial calçados com excelente qualidade.

A partir daí, a Kidy teve suas estruturas visitadas por investidores e uniu forças com a Hiersun, empresa que possui mais de 750 pontos de vendas no segmento de joias, para uma parceria movida pela excelência em qualidade, tecnologia e conforto característicos da marca. De categoria premium, os produtos para o mercado chinês possuem design de personalidade, confeccionados em couro e pedrarias e aliados a alta tecnologia, característica que faz parte do DNA Kidy, para atender a parcela do público que busca por luxo made in Brazil. “Dar este passo é importante não só para a Kidy, mas também para o calçado brasileiro, visto que estamos levando a o nosso padrão de excelência e qualidade no jeito de produzir calçados para todo o mundo. Além disso, nossa demanda produtiva vai aumentar consideravelmente, gerando mais empregos e oportunidades no Brasil”.  declara Ricardo.

Com aproximadamente 18 milhões de crianças chinesas nascendo por ano, o país representa um mercado promissor para a Kidy, que desembarca com 20 mil pares por mês produzidos nas sedes de Birigui e Três Lagoas no primeiro ano, ampliando para 40 mil pares ao mês no segundo ano e para 60 mil pares ao mês no terceiro. A parceria entre as empresas foi intermediada pela INVEST SP, que inaugurou um escritório em Shangai, pela comitiva do Governador João Doria. A parceria entre a Kidy e a Hiersun é o primeiro negócio deste acordo com a China.

Saúde e conforto com certificação do IBTeC

Para a Kidy, calçados não são apenas calçados, ainda mais na infância, que requer cuidados extras para com o desenvolvimento das crianças. A empresa investe alto em tecnologia e inovação para criar calçado que proporcionem saúde, conforto e respeitam cada fase do desenvolvimento infantil, trazendo tecnologias exclusivas, que são testadas e certificadas pelo IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia de Couro, Calçados e Artefatos). Saiba mais em www.kidy.com.br/tecnologias.

EMPRESA – Inaugurada em 1990, a marca infantil de calçados Kidy tem planta industrial em Birigui/SP e filial no Mato Grosso do Sul. Agregando alta tecnologia às melhores matérias-primas existentes no setor, a Kidy é referência na produção de calçados inovadores e confortáveis para crianças e adolescentes. Presente em mais de 42 países, a fabricante emprega cerca de dois mil funcionários. Veja mais em www.kidy.com.br. A Kidy  foi eleita pelos lojistas brasileiros como a melhor indústria calçadista infantil do Brasil, recebendo o Prêmio Destaque & Garra de Ouro em 2019.

Mais informações:

Mídia Help Assessoria de Imprensa – 51.3065-1210 ou 51.30651204

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Rosa Lemes – [email protected] – 51.995188700

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Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”.  Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso. Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.

FONTE: FOLHAPRESS

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BRASIL

Com o Brasil vivendo surtos de doenças, governo Bolsonaro quer reduzir compra de vacinas em R$ 393,7 milhões

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Com o Brasil vivenciando um surto de sarampo, além do aumento dos casos de febre amarela, o Ministério da Saúde quer reduzir as despesas com a aquisição e distribuição de vacinas em R$ 393,7 milhões no próximo ano. A proposta de corte está contida no projeto de lei orçamentária que foi encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no final de agosto. 

O valor é 7% inferior aos R$ 5,3 bilhões previstos para este exercício e ainda poderá ser encolhido, já que R$ 1,4 bilhão, do total de R$ 4,9 previsto para 2020 terá sua liberação condicionada a uma aprovação legislativa extraordinária. 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde que apesar do corte orçamentário “não faltarão recursos para a aquisição de vacinas”. Ainda segundo a pasta, o governo está “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria a redução orçamentária para   das vacinas no próximo ano. 

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