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Leitores citam mecanismos para fortalecer o cinema nacional – 11/01/2025 – Painel do Leitor
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Nesta semana, a Folha perguntou aos leitores o que, na opinião deles, deve ser feito para impulsionar mais produções nacionais. Principalmente após o sucesso com repercussão internacional de “Ainda Estou Aqui”, assinantes indicam o que o Brasil deve fazer para valorizar sua arte. Confira algumas respostas a seguir.
Maior tempo de exibição nas salas de cinema para assim o brasileiro ir assistir ao filme.
Fabiana Leite Amado (Ribeirão Preto, SP)
Incentivo com bolsas, concursos, passes gratuitos nas escolas.
José Manuel Salcedo (São Paulo, SP)
Criando um incentivo para que as salas de cinema ofereçam ingressos a preços mais baixos para os filmes nacionais; destinando verba para a publicidade desses filmes nos diversos veículos de comunicação.
Amanda Naves (São Paulo, SP)
Parcerias público-privadas entre o Estado e as empresas, adesão de cinemas populares, investimento financeiro em iniciantes no cinema, oficinas de teatro nas escolas para incentivar crianças a serem atores e atrizes.
Pietro Pontes (Fortaleza, CE)
É preciso desmistificar o cinema como algo “erudito” ou inacessível. Boa parte das obras nacionais são de domínio público, graças aos fundos de incentivo, mas essa informação é obscurecida pela falta de políticas públicas que promovam nosso cinema como ferramenta de identidade e reflexão cultural. A arte não é “cortina de fumaça ideológica”, como muitos tentam argumentar; ela é ciência, cultura e resistência.
Maria Clara Santos Donatto (Sobral, CE)
Investindo mais em marketing, pagando influenciadores para divulgarem o filme, assim como os grandes estúdios de Hollywood fazem. Investindo mais em educação, por exemplo, utilizando filmes nacionais para promover debates sobre temas contemporâneos nas salas de aula. Incentivar a formação de profissionais do cinema.
Geralda A. V. Carvalho (São Paulo, SP)
Medidas governamentais e ensino na sala de aula de forma contextualizada com as disciplinas, redução dos impostos sobre os livros e obras brasileiras.
Aline Martins Costa (Belo Horizonte, MG)
Para o cinema brasileiro ser valorizado e fortalecido, é preciso primeiro priorizar os que fazem o cinema acontecer (cineastas, roteiristas, diretores, pequenas empresas e produtoras, que contam com praticamente nenhum apoio do governo ou empresas.
Miguel Chagas (Recife, PE)
Melhorar o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) —esse mecanismo que deveria funcionar para fortalecer a criação de filmes no âmbito nacional, alcançando a rica diversidade de diretores talentosas fora do eixo São Paulo-Rio de Janeiro.
Jon Lewis (Salvador, BA)
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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