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Líder do Azerbaijão pede à Rússia que ‘admita culpa’ em acidente de avião | Notícias da Aviação
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Ilham Aliyev acusa a Rússia de disparar contra aviões da Azerbaijan Airlines e de tentar encobrir a causa do desastre.
O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, apelou à Rússia para “admitir a sua culpa” pelo abate involuntário de um avião comercial do Azerbaijão, um incidente que matou 38 pessoas e feriu 29.
Voo 8432 da Azerbaijão Airlines caiu perto da cidade de Aktau, no Cazaquistão, na quarta-feira, a caminho de Grozny, capital da região da Chechênia, no sul da Rússia.
“Podemos dizer com total clareza que o avião foi abatido pela Rússia”, disse Aliyev à televisão estatal do Azerbaijão no domingo. “Não estamos dizendo que foi feito intencionalmente, mas foi feito.”
Ele explicou que o avião estava atingido por fogo terrestre sobre a Rússia e “tornado incontrolável pela guerra electrónica”, forçando-o a sair do curso antes de tentar uma aterragem de emergência e cair. Originalmente, o Kremlin disse que o acidente ocorreu depois que a aeronave Embraer 190 atingiu um bando de pássaros, mas evidências crescentes sugeriu que um míssil antiaéreo foi a causa.
Aliyev acusou a Rússia de tentar “abafar” a questão durante vários dias, dizendo estar “chateado e surpreendido” com os relatos contraditórios apresentados pelas autoridades russas. “Infelizmente, durante os primeiros três dias, não ouvimos nada da Rússia, exceto versões delirantes”, disse ele.
Na semana passada, um especialista em segurança da aviação do Cazaquistão disse à Al Jazeera, sob condição de anonimato, que “nenhuma ave poderá causar tais danos”. “É absurdo e criminoso afirmar tal coisa”, disse o especialista.
Em meio à reação, o presidente russo, Vladimir Putin, no sábado pediu desculpas a Aliyev pelo “incidente trágico” no espaço aéreo russo, dizendo que as defesas aéreas russas envolveram drones de ataque ucranianos.
Um comunicado do Kremlin não afirmou que a Rússia derrubou o avião, apenas notou que um processo criminal foi aberto.
Aliyev instou Moscou a emitir um pedido público de desculpas ao seu país, dizendo que Baku havia feito “exigências” oficiais à Rússia há dois dias.
“Primeiro, o lado russo deve pedir desculpas ao Azerbaijão. Em segundo lugar, deve reconhecer a sua culpa. Em terceiro lugar, os responsáveis devem ser punidos, responsabilizados criminalmente e deve ser paga uma indemnização ao Estado do Azerbaijão, bem como aos passageiros e tripulantes feridos. Estas são as nossas condições”, disse ele, acrescentando que a primeira exigência já tinha sido atendida com o pedido de desculpas de Putin.
Putin e Aliyev conversaram por telefone novamente no domingo, disse o Kremlin sem dar detalhes. O O Kremlin já anunciou uma investigação conjunta sobre o acidente com o Azerbaijão e o Cazaquistão.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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