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Luke Littler surge com um final matador para negar uma reviravolta dramática a Ryan Joyce | Campeonato Mundial PDC

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Jonathan Liew at Alexandra Palace

Ele parece ferido lá fora. Suas bochechas estão coradas. As palmas das mãos estão suadas, os joelhos fracos, os braços pesados. Ryan Joyce já está terminando. Único-20. Isto é tão humano, tão vulnerável, tão vencível, como já o vimos naquele palco. Há um azarão destemido que agrada ao público por aí, jogando como se não tivesse nada a perder. E não é ele.

Então, Luke Littler, o que você faz no momento de maior perigo? Quando este jogo das oitavas de final do campeonato mundial está oscilando na cabeça de um alfinete, quando um adversário inesperado, 22 anos mais velho que você, está jogando bombas absolutas, quando tudo foi tentado e nada funcionou? Quando milhões de pessoas estão lentamente sentadas em seus sofás, na expectativa de uma grande reviravolta?

Bem, se você é Littler, você limpa a partida com pernas de 12, 13 e 14 dardos, produzindo uma média de 111 no set decisivo. Você soltou um rugido feroz, não o rugido de uma criança, mas o rugido de um boxeador, um boxeador que acabou de passar por uma das lutas mais sangrentas de sua vida. Você aperta a mão e atende o público que o adora. Você tira a poeira. E você vai de novo no dia de Ano Novo, seguro de que neste palco o que não te mata te fortalece.

E Littler estará mais forte para esta noite penosa no Palácio do Povo, para resolver um quebra-cabeça muito mais difícil do que se esperava que o número 29 do mundo, de Newcastle, o colocasse. Três vezes Littler assumiu a liderança e três vezes Joyce o deteve, grunhindo e bufando, espetando seus duplos como se quisesse matá-los.

É claro que, para os telespectadores experientes do homem que eles chamam de Implacável, muito pouco disso foi surpreendente. Ignore a nova camisa do Tetris e a música walk-on do Tetris. Ignore a ação pesada em que ele parece lançar o dardo de algum lugar próximo à linha do cabelo. Na verdade, ignore também essa classificação, que provavelmente seria bem mais alta se ele não tivesse um medo paralisante de voar que o impediu de comparecer a muitos dos eventos do European Tour para os quais se classificou.

Guia rápido

Campeonato Mundial de Dardos PDC: quartas de final

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(17) Peter Wright (Sco) x Stephen Bunting (Eng) (8)

(4) Luke Littler (Eng) x Nathan Aspinall (Eng) (12)

(15) Chris Dobey (Eng.) x Gerwyn Price (Wal) (10)

(3) Michael van Gerwen (Neth) x Callan Rydz (Eng.)

Todas as partidas serão disputadas em 1º de janeiro de 2025; vezes a confirmar

Obrigado pelo seu feedback.

Porque quando os dardos estão bem assentados em seus dedos, Joyce pode arremessar flechas com o melhor deles: duas semifinais importantes, os escalpos de Rob Cross, Michael van Gerwen e Nathan Aspinall na TV somente este ano.

Quando não estão, ele ainda pode matá-lo com o tipo de finalização letal que lhe dá pernas que ele não tem o direito de ganhar. Mesmo assim, o seu registo no Alexandra Palace desde os quartos-de-final de 2019 – três vitórias em cinco anos – também foi certamente relevante aqui.

Em vez disso, era Littler que sentia a pressão: muitos puxões frustrados na camisa, muitos tiques faciais, muita sucção em ovos imaginários. Sua pontuação foi ridiculamente fecunda como sempre: uma média de 103, seus 14 180 colocando-o bem claro na lista do torneio. Foi no anel externo que ele parecia falível: apenas 35% lá, incluindo dardos perdidos, dardos perdidos nos sets seis e sete.

Muito em que trabalhar, então, mas também uma noção crescente do que será necessário para conquistar aqui, as reservas de coragem e garrafa que ele precisará encontrar. “Honestamente, acho que engatei a 10ª marcha em determinado momento”, disse ele depois. “Eu precisei. Ele jogou tudo em mim. Eu só queria que ele sentisse falta.

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Michael van Gerwen comemora após derrotar Jeffrey de Graaf e garantir uma vaga nas quartas de final. Fotografia: Alberto Pezzali/AP

Ainda menos favorito, então, mas o ressurgente Van Gerwen também está montando um trabalho sério. Aqui ele resistiu a uma reviravolta escaldante do sueco Jeffrey de Graaf, conseguindo uma vitória por 4-2 na parte mais aberta do empate. E com as sementes ao seu redor caindo como um sinal de telefone no norte de Londres, ele pode nunca ter uma oportunidade melhor para encerrar sua espera de seis anos pelo quarto título mundial.

Depois, ele assumiu uma figura menos bombástica do que o normal. Ele falou sobre o quanto sentia falta dos filhos. Ele prestou homenagem à multidão. Ele até prestou a devida deferência ao seu próximo oponente Callan Rydzque tem tocado coisas excelentes. Algo real mudou aqui: os dardos não são mais o alfa e o ômega de Van Gerwen, sua única razão de ser. E ainda assim, de alguma forma, ele parece mais confortável em sua própria pele do que nunca quando era dominante.

Stephen BuntingEnquanto isso, é o herói do culto que corre sério risco de se tornar real. Luke Woodhouse nunca teve chance em uma vitória por 4 a 0, e certamente haveria poucos vencedores do troféu mais populares do que este simpático Liverpudlian com um lendário jogo de mídia social e um dos maiores walk-ons do esporte.

Em seguida, ele interpreta Peter Wright, que gentilmente tirou Luke Humphries de seu caminho na noite de domingo. Para Bunting, talento, confiança e oportunidade estão se alinhando ameaçadoramente.

Na sessão da tarde de segunda-feira, Nathan Aspinall ultrapassou Ricardo Pietreczko por 4 a 0 para definir as quartas de final com Littler, Rydz se recuperou para derrotar o pacote surpresa Robert Owen por 4 a 3, e Chris Dobey ultrapassou Kevin Doets. Ele enfrentará Gerwyn Price quando as quartas de final começarem, na quarta-feira.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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